“A psicologia do nosso eu futuro”

Acho que vocês conhecem o TED – são eventos que acontecem em vários lugares do mundo, seja organizado pela matriz ou por algum em que pessoas “palestram” sobre assuntos diversos, em poucos minutos, de modo a despertar alguma coisa em quem assiste. Hmmm…melhor você ler aqui pra entender. Várias dessas conferências estão online, pra quem quiser, no TED Talks (são mesmo como conversas, afinal).

Hoje, por acaso, me deparei com essa aí acima, bem interessante, do psicólogo e “expert em felicidade” (não é o máximo, isso?) Dan Gilbert. É sobre “a psicologia do eu futuro”, como mudamos ao longo do tempo, como achamos que não vamos mudar, como muitas vezes achamos que já estamos totalmente prontos (eu não acho, digo logo).  A palestra é de 2014, mas serve em qualquer tempo e tem tudo a ver com o Novos40. Afinal, é por isso que o blog existe: porque sabemos que não chegamos ao fim da linha, que ainda há muita coisa que pode acontecer conosco e, principalmente, a fazermos.

Bom, não vou falar mais nada. O vídeo tem legendas em português. Assistam e reflitam. Depois, se puderem, me digam o que acharam.

Lição de uma dançarina de 102 anos: boas lembranças

Essa senhorinha na cama é a Alice Baker, de 102 anos. Durante a época do Harlem Renaissance (Renascimento Harlem), movimento cultural que aconteceu nos Estados Unidos entre o final dos anos 1920 e inicio dos 1930, que atraía atenções para a cultura negra e seus artistas, ela era dançarina.

Então levaram para Alice alguns vídeos em que ela aparece dançando em várias apresentações – uma coisa realmente linda! Eis que ela não só se reconhece, como se anima bastante e acha tudo fabuloso! Mas fiquem atentos ao que ela diz: “Eu costumava dizer para mim mesma: ‘eu estou sendo paga para fazer algo que eu gosto de fazer e que faria de graça, simplesmente porque eu me divertia fazendo“.Aliás, em outro momento do vídeo (no 3:25), quando perguntada sobre o que sentiu em ver a si mesma dançando, nos vídeos, ela responde> “Eu gostaria de poder sair dessa cama e fazer tudo de novo“.

Enfim, investir em bons momentos, em fazer coisas que se gosta, como se pode ver, é importante não só no presente, mas também para ter boas lembranças no futuro! Uma boa lição para quem, com nós, está nesse início de fase dos anos “enta”. Que a gente cultive cada vez mais bons momentos, assim como os de Alice, para sorrir bastante, mais tarde.