Sobre Claudia Giane

Jornalista, 40. Trabalha com mídias digitais há alguns anos e continua tentando o que houver para ser tentado. Além do #novosquarenta, também tem o "Bolsa de Novidades" e o "Eu falo sozinha".

Cursos para quem tem mais de 40 anos

Se estar ou entrar no mercado de trabalho já é difícil, a coisa fica ainda mais complicada para quem tem mais de 40 anos de idade, não é verdade? Estar atualizado e fazer cursos são uma boa ideia, sempre. Então olha aí uma boa oportunidade para os +40 que moram em São Paulo: a empresa Reclame Aqui abriu vagas para pessoas que tenham entre 40 e 100 anos de idade e que estejam desempregadas.

As inscrições são feitas no site Exército das Poderosas (apesar do nome, vale para homens também, tá?). Os cursos acontecem nos finais de semana, então não atrapalha ninguém que está naquele serviço temporário de segunda à sexta. As próximas edições serão neste sábado (20/07) e no da próxima semana (27/07).

Uma boa oportunidade, não acham? Tomara que se amplie para o resto do país! De novo: para se inscrever, acesse este site.

Homecoming, de Beyoncé, é muito mais que um show

Vou falar de um documentário que está na Netflix e nem é mais novidade, um monte de gente já falou a respeito – mas que eu acho que deva ser mencionado. Me refiro a “Homecoming”, o documentário que mostra o show de Beyoncé no festival Coachella 2018. Comecei pensando que era isso que eu veria: apenas o show – e não entendia porque tinha tanta gente emocionada. Afinal, era só um show!

Mas Homecoming é mais que isso. É um exemplo de pedir por justiça social, é mostrar que o sucesso só vem com trabalho árduo e é um banho de “se liga aí, você é ótimo, aumenta aí essa autoestima”. Bem, pelo menos foi assim que eu vi. Isso num pacote com ótimas músicas e performances incríveis.

O show é incrível, nada menos. Super, hiper, mega, über produção, com um sem número de pessoas envolvidas. Dá pra gente ver porque um show dela sempre é tão perfeito – meses de planejamento, mais um tanto de tempo só para ensaiar (quatro meses de trabalho árduo só nisso!!!), altos investimentos e tudo mais. Mas esse show teve um diferencial muito bacana: inscrições abertas em faculdades para negros, para que mostrassem o que sabem fazer em dança, música, banda. Por que negros? Porque eles têm menos oportunidades e ela, como negra que é, achou por bem dar uma chance a eles, claro! Fantástico.

Outra coisa legal do documentário é ela mostrar como é o dia a dia em família – chato mesmo é ver que até ela é pega pela indústria do “tem que ser magra, gostosa, em forma” (vemos isso quando se refere ao peso que teve após a última gravidez e os sacrifícios que fez para “entrar em forma” novamente). Mas, o mais legal de tudo, além do próprio show, evidentemente, são as mensagens de incentivo à autoestima espalhadas ao longo do filme. Me identifiquei com algumas.

Enfim, se você está aí passeando pela Netflix e não sabe o que ver, aconselho: Homecoming, com Beyoncé! Clica AQUI e vai direto pra lá!

Lá vem o Menudo!

Se tem uma coisa que lembro bem da minha pré-adolescência (eu tinha 10 ou 11 anos) é da ida ao estádio do Arruda (do Santa Cruz), aqui no Recife, para ver um show do Menudo. Multidão, meu pai me passando por cima de uma cerca e muita felicidade. Menudo era A sensação daquela época, nos anos 80, especialmente entre as meninas, mas o grupo de Porto Rico existia desde 1977. Foi sensação mundial!

E não é que estão fazendo uma série para contar toda a história do grupo, desde a sua fundação? O trabalho deve ir ao ar no próximo ano pela Amazon Prime Videos e deve contar com 15 capítulos.

A primeira formação do Menudo foi com os irmãos Fernando e NeftySallaberry Valls, junto com outros irmãos, Carlos, Óscar e Ricky Meléndez. Eu lembro só desse último, mas quando o grupo realmente fez sucesso por aqui a formação era Robby, Roy, Ray, Charles e Ricky (depois, mais conhecido como Ricky Martin). Para quem não sabe, havia um “ciclo de vida” no grupo, ou seja, só se podia ficar até certa idade: os meninos entravam aos 12 e saíam aos 16 anos, quando a voz ficava muito grave. O Menudo acabou em 2009. Agora espero ansiosamente para ver a trajetória do meu grupo de meninos preferido da pré-adolescência, que marcou a transição da infância para a adolescência, em uma série, em 2020.

Sarcopenia: o que é e como se prevenir

Sabe uma coisa comum quando a gente passa dos 40 anos? Dizer “eu poderia ter me cuidado melhor quando mais jovem”. Ainda bem que cuidar da saúde é algo bom de fazer em qualquer tempo. Mas, também tem outra coisa: que tal prevenir agora de males que podem nos acometer no futuro? Como este blog trata de coisas que tenham a ver com as pessoas de 40 (ou mais), trago alguns alertas a este respeito. Vou tentar fazer uma série de posts dentro da temática.

Começo escrevendo sobre sarcopenia. Nunca ouviu falar? Confesso que até pouco tempo atrás eu também não sabia da existência, mas achei por bem pesquisar. Para começar: você sabe: ter um bom índice de massa muscular não é coisa só do povo do treino.. Os músculos são responsáveis pelo movimento e estabilização do corpo. A sarcopenia é a perda progressiva de massa magra e força muscular que atinge as pessoas normalmente a partir dos 40 anos de idade. Atividades triviais como caminhar ou levantar algum peso se tornam mais difíceis e, assim, perde-se muito em qualidade de vida. Aquilo de dizer que se sente mais fraco com a idade não deveria ser tão intenso, entende?  

A causa da sarcopenia, acredita-se, é a diminuição no índice de alguns hormônios, como a testosterona, que chega com o passar do tempo. Nas mulheres, o período da menopausa é para levantar a bandeirinha de alerta. Mas outros dois fatores se destacam quando se trata de apontar causas para a perda da força e massa muscular: sedentarismo e nutrição inadequada. Exercícios, principalmente a musculação, são extremamente importantes.

Quando se trata da alimentação, a ingestão de proteína é fundamental à construção do tecido muscular. Você vai encontrá-la no feijão, em verduras verde-escuras e em alimentos de origem animal. Outro elemento que dá força aos músculos é a Vitamina D, aquela dos raios solares, assim como potássio e magnésio. Se o objetivo é suprir o organismo de tudo que é necessário, algo providencial é o suplemento alimentar. Aqui eu me refiro tanto a prevenir quanto a reconstruir o que já foi perdido. Então, já sabe: nada de achar que perder todo o vigor muscular é normal, mesmo com o passar dos anos. Vamos prevenir contra a sarcopenia e ter mais força durante muito mais tempo! Afinal, os 40 anos são só o começo do resto da vida – e a gente quer que seja muito boa, obrigada!

* post patrocinado

Para melhorar a memória: cogumelos

Tem quem diga que é coisa da idade, eu já acho que é a vida corrida e o excesso de informações. O certo é que, em algum momento, a memória falha e, para alguns, isso pode ser crítico. Mas, veja que coisa boa, a solução pode estar naquele risotinho de cogumelos que você gosta tanto!

Pesquisadores da National University of Singapore (NUS) fizeram uma pesquisa com mais de 600 pessoas com mais de 60 anos de idade e descobriram que comer cogumelos duas vezes por semana (300 gramas semanais) diminui em 57% as chances de desenvolver algum tipo de demência e, ainda ajuda a melhorar a memória.

Isto seria por causa de um componente dos cogumelos, a ergotioneína, aminoácido que é antioxidante e antiinflamatório e ajudaria a retardar o declínio cognitivo – nos testes, quem comia cogumelos se saía melhor em testes de raciocínio e processamento. O estudo foi feito com 663 chineses de mais de 60 anos de idade, por seis anos.

Uma boa hora pra aprender a fazer aquele risoto de cogumelos gostosinho, que você experimentou em algum restaurante, não acha?

A Brincadeira do “eu nunca” (ou: “Sobre uma Histerectomia”)

Sabe aquela brincadeira do “Eu nunca…”, que a gente vai dizendo coisas que nunca fez na vida e o amigo responde se fez ou não fez também, envolvendo pagamentos de tarefas? Obviamente ela se faz falando do passado, como “eu nunca roubei chocolate na loja”, “eu nunca bebi até cair” e outras coisas assim. Já tem algum tempo eu lembro dela como uma brincadeira comigo mesma, com os verbos no tempo futuro, pra amenizar coisas ruins que, de fato, nunca terei. Sim, uma bobagem pra cobrir alguma coisa que poderia se transformar em uma grande frustração. Foi assim que, em parte, resolvi o “nunca vou ficar grávida”, ao entender que, definitivamente, precisaria passar por uma histerectomia – “tudo bem, também não posso mais fazer high school nos Estados Unidos, como nos filmes de Sessão da Tarde e tô ótima”. Leseira? Total, mas me ajudou um pouco. Porque sim, passei por uma cirurgia assim há um mês.

O meu útero era uma bomba, um ET, o alien do filme…não fazia bem para mim ele estar aqui dentro. Inúmeros (sim, incontáveis) miomas, de todos os tamanhos; endometriose com força e, ainda, estava em uma posição não convencional (retrovertido) – não só por causa dos miomas, mas porque ele era assim. Sempre tive fluxo forte e senti cólicas e tentei vários tratamentos para amenizar isso. Já havia passado por uma cirurgia para retirada de miomas (eram onze, daquela vez), há dez anos. Ali ficou tudo limpinho. Mas voltaram, bem piores e maiores e trazendo seus coleguinhas (a endometriose e a posição estranha) consigo. Há uns dois ou três anos já haviam me recomendado a cirurgia para retirá-lo – fui a uns cinco médicos para saber a opinião e não se chegou a um consenso, então deixei pra lá, guardei os exames no armário e não fiz nada. Claro que só piorou.

Desta vez fui disposta a fazer o que fosse necessário para o meu bem estar. Nunca tive uma anemia, comum a quem tem miomas e minha menstruação sempre veio certinha, todos os meses. Mas senti outras coisas: uma vontade constante de fazer xixi (eu bebo muita água e passo boa parte do dia em salas com ar condicionado, no trabalho, mas já estava fora do normal), prisão de ventre, barriga inchada…tudo por causa do útero. Estava afetando outros órgãos. Mesmo assim, passei por quatro médicos desta vez e todos deram o mesmo diagnóstico, com histerectomia como solução.

O que mais me passou pela mente, claro, foi o “não poderei mais engravidar”. Não tenho filhos, sou filha única e queria muito dar um neto à minha mãe. Porém, nunca cogitei uma produção independente, não estou nem com namorado e não lembro de um período na vida realmente favorável a que eu pudesse ter filhos. Quando uma das ginecologistas consultadas me disse “com o útero que você tem, provavelmente nunca teria tido filhos, provavelmente teria sofrido abortos ou o feto e você teriam sofrido muito – e talvez a criança nascesse com problemas”, nem havia mais com o que retrucar, certo? Fora que já tenho 45 anos – há muitas mulheres que têm filho com essa idade e até mais, mas há, sim, risco para a mãe e para a criança, em ter filhos assim, “mais velha”. Então só respondi “ok, tá certo, vou fazer, me indique o cirurgião”. Meses depois, aqui estou, já “desuterada”. Na verdade, foram embora útero, colo do útero e trompas – os ovários ficaram, por questões hormonais.

Minha histerectomia pôde ser feita por videolaparoscopia (o outro modo teria sido uma cirurgia convencional, como uma cesária – foi assim a retirada dos meus miomas, em 2008). Foi no hospital Esperança, aqui no Recife, com o cirurgião Mauro Aguiar. Mais tranquila, impossível! Juro que o pós-operatório de quando tirei a vesícula, que era bem menor, foi mais chato. Sangrei por alguns dias, precisei tirar 40 dias de licença médica (ainda estou nela!), ainda tenho os furinhos da entrada da câmera e pinças (o útero é retirado por baixo, como em um parto – lembrando que tomei anestesias ráque e geral), mas estou bem. Achei que ficaria bem deprimida depois do procedimento cirúrgico, mas isso não aconteceu. Então é isso – se precisar fazer, vá e se submeta, com tranquilidade. Se em algum momento o “chamado para ser mãe” falar mais alto, adotarei. Por enquanto está tudo bem assim. Estou certa de que é só o começo de um bom período com melhor qualidade de vida para mim.

Se tiver alguma dúvida que eu, como paciente, possa responder, é só deixar aí nos comentários.

Refrescância na Pele

O calor tem estado de rachar, por aqui. Aí onde vocês estão, também está assim? É muito banho de água fria, tomar sorvete e, pra quem tem condições, muita praia e piscininha! Uma boa dica é usar produtos como hidratantes, perfumes, sabonetes, que têm também a propriedade de dar uma refrescância, uma sensação geladinha ao corpo! Trouxe algumas dicas pra vocês

O Gel para Pés e Pernas Cansadas, Granado, não é nenhuma novidade, mas, quando se trata de alívio do cansaço e, ainda, de trazer um geladinho na pele, ele sempre aparecerá. Feito com Castanha da Índia, Ginko Biloba e hamamélis, ele ainda tem menta na composição – é isso que dá aquela sensação fresquinha, muito gostosa.

A L’Occitane lançou toda uma linha com o objetivo principal de deixar o corpo mais fresquinho – vê, que maravilha! Chama-se Verbena Icy e tem Gel Corporal Refrescante, Sabonete líquido corporal refrescante (foto acima) e Fragrância em gel Verbena Icy. Esse último parece ser ótimo pra levar na bolsa – imagina, no meio do dia, no trabalho, passar um pouquinho desses pra aguentar o calorão do restante da jornada, que ótimo! Bom, confesso que ainda não experimentei a linha, estou com muita vontade, mas sendo de verbena e fabricação L’Occitane, só pode ser bom!Essa linha Refrescante Lima e Flor de Laranjeira, da Natura, foi uma das melhores coisas que comprei pra usar no clima quente do Recife. Não é uma linha nova, mas eu não conhecia até uns meses atrás…e o que importa é: cheirinho delícia de cítrico, que dá uma sensação bem agradável durante o dia. Dá pra reaplicar a colônia ao longo do dia, sem medo de ficar excessivo. O hidratante “Sorbet” ainda vem com uma recomendação especial: colocar na geladeira por alguns minutos, antes de usar…minha gente, fica uma delícia! Recomendo.

Ok, não são exatamente ar condicionados portáteis, mas podem dar uma leve aliviada na sensação de que está pegando fogo (no sentido mais desagradável da coisa). De que outros produtos vocês lembram que também dão uma sensação refrescante à pele?

Cinco benefícios do Whey Protein

Experimentei Whey Protein. É, eu sei, demorei , mas acontece que eu achava que Whey fosse um produto só para malhadores e, não sendo esta minha condição, talvez não me fizesse bem. Que engano! Ele é muito bom para a saúde de qualquer pessoa! Aí eu fui convidada a falar a respeito do FortiFit PRO, suplemento alimentar da Danone (portanto, com o selo de garantia de uma empresa confiável), e me informei mais a respeito.

Para quem ainda não sabe, a Whey é a proteína extraída do soro do leite, algo riquíssimo em aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que chegam até o nosso corpo pela ingestão de algum alimento (o nosso corpo não produz esse tipo de aminoácido sozinho).  Vamos a alguns benefícios mais (e nem tanto) conhecidos:

  1. Ganho de massa muscular – como é mais conhecido como ‘alimento de atletas’, provavelmente esse é o benefício mais conhecido do Whey. É o que muitos procuram quando querem desenvolver a hipertrofia muscular – e, para isso, é preciso estar aliado a exercícios. Essa característica vem principalmente da leucina, que estimula a síntese de tecido.
  2. Aumento da densidade óssea – com o avanço da idade há a diminuição da massa magra e da densidade óssea, naturalmente (especialmente nas mulheres, após a menopausa). O consumo de Whey promove a formação de massa muscular e fortalece os ossos.
  3. Diminuição da inflamação do corpo – Ajuda na cicatrização. Há estudos que dizem até que o produto pode ter ação anti-diabética.
  4. Pode ajudar a controlar os níveis de colesterol – Há estudos que dizem que o Whey pode converter o colesterol ruim em colesterol bom.
  5. Prevenir o envelhecimento – Olha, a gente vai envelhecer, isso é fato. Mas a gente pode envelhecer bem, né? O Whey Protein é rico em glutationa, um antioxidante bastante poderoso. Estudos indicam que pode ajudar a quem tem catarata, glaucoma, osteoartrite e até perda de memória!

Antigamente havia quem dissesse que o Whey Protein poderia sobrecarregar rins e/ou fígado, mas já se sabe que isso só acontece se for em doses excessivas.

O FortiFit PRO, da Danone, é riquíssimo em Whey Protein, cálcio (ótimo para os ossos) e Vitamina D (aquela, do sol, que auxilia na absorção do cálcio). São nutrientes importantes que ajudam na manutenção de músculos e ossos saudáveis. Já estou incorporando à minha dieta. No site da FortiFit PRO é possível saber todas as informações sobre ele. Recomendo conhecer bem! No site você também fica sabendo onde pode comprá-lo.

* Este post é um publieditorial. 

Bohemian Rhapsody: pura emoção!

Se eu puder dar um “conselho cinematográfico” para você, fique com este: vá assistir o filme “Bohemian Rhapsody”, biografia do Queen e, mais precisamente, do vocalista Freddie Mercury. Vi na semana retrasada, logo que estreou e, desde então, pensei em dizer isso aqui no blog: simplesmente VÁ! Fui deixando pra depois e depois, mas, enfim…se gosta minimamente de alguma música do grupo, se sabe algo da história de Freddie, se curte rock, de forma geral ou se quer apenas ver como se dá o processo de construção do sucesso de uma banda, do seu início até o auge. Gostei demais!

O roteiro de Anthony McCarten mostra como os quatro componentes da banda se reuniram e seus altos e baixos, mas o foco está mesmo na vida de Freddie, desde quando era um desconhecido funcionário de aeroporto, passando pela sua evolução e sucesso, a extravagância nos palcos, os amores, o modo de viver (sexo, drogas, bebida), o momento que descobre que é portador do HIV e, claro, muitos shows.

Alguns críticos reclamaram do filme ser muito raso, pois eu digo que a vida de Freddie foi intensa demais pra caber em tão pouco tempo – não que seja um filme curto, mas simplesmente não dá pra se aprofundar demais (mas garanto que passaria ainda mais um bom tempo no cinema, pra ver mais do Queen). Como muitos já disseram, o ator Rami Malek está muito bem no papel do personagem principal. O filme é emocionante, deixa saudades e, evidentemente, é feito pra cantar junto – solte a voz, que provavelmente as outras pessoas que estarão na sala com você farão o mesmo. Recomendo.

Olha o trailer aí!

Idris Elba, o mais sexy

A revista People anunciou esta semana quem é o homem mais sexy do ano: o ator britânico Idris Elba. Ele já apareceu aqui no blog por estar cotado para ser o próximo James Bond – continuo na torcida! Além de maravilhoso e ator, ele também é músico, produtor e DJ, mostrando que é um homem de muitos talentos. Ah, ele também tem sua própria grife, certo?

Em post no Twitter, Idris disse estar honrado e agradecido pelo título:

No site da People tem um vídeo sobre ele.

Eu gostei bastante da escolha, acho ele mega sexy, sim! E vocês, o que acharam?