Zenfone 4: Lançamento e Super Desconto

Quem costuma ler o Novos40 ou me conhece sabe que há algum tempo a marca do meu celular é Zenfone, da Asus. Começou a partir de uma ação da marca com blogueiros, mas continuei a curtir como minha marca preferida de celulares, independente da relação que até hoje tenho com a empresa, tanto que já recomendei várias vezes. Então vocês devem imaginar quanto quero conhecer tudo sobre o mais recente lançamento entre os celulares da Asus, o Zenfone4, que chega ao Brasil na próxima terça, 03/10.

O Zen4 vem cheio de novidades. Fiz uma listinha de algumas delas:

  • Processador Snapdragon 630
  • 4 GB de RAM
  • 64 GB de armazenamento interno
  • Bateria de 3.300 mAh
  • Câmera traseira dupla com 8 e 12 megapixels
  • Display AMOLED de 5,5 polegadas

Para se ter uma ideia da importância da câmera para o celular, entre as hashtags que destacam o lançamento está a #welovephoto. Aliás, a Asus sempre capricha nas câmeras de seus celulares, né? Isso eu posso atestar.

Agora vem outra grande novidade: a Asus vai abrir, no dia do lançamento, uma loja popup (temporária) em São Paulo, chamada justamente de We Love Photo. Além dos produtos da nova linha, haverá por lá encontros com blogueiros e influencers, workshops, brindes e outras coisas mais.

E como dizem em comerciais: ~e tem mais! A ASUS vai dar um desconto de R$500,00 (quinhentos reais!!!!) na compra de um aparelho da linha ZenFone 4 para os 300 primeiros clientes que chegarem na loja no momento da abertura. Se você estiver por São Paulo na próxima semana, deixa logo esse compromisso marcado na agenda. Pra ajudar a não esquecer, deixa aí como favorito esse site, com a contagem regressiva. Caso você não esteja em São Paulo ou apenas não possa ir pessoalmente ao evento, assim como eu, é aí mesmo que você vai poder acompanhar tudo. Sensacional, não acham? Eu só sei que, particularmente, eu quero muitíssimo um celular desses pra mim!

Experimentando o Zenfone 3

O celulares Zenfone não são exatamente uma novidade aqui no blog, mas queria compartilhar com vocês uma coisa bacana: passei duas semanas testando o Zenfone3 e só tenho algo a dizer…que celular FANTÁSTICO, meus amigos! Aliás, uma coisa bacana da Asus é eles enviarem aparelhos para review não só para sites e blogs de Tecnologia, mas também para quem fala ao público geral, comum, como aqui no Novos40.

O aparelho é lindo, de bordas arredondadas e todo revestido em vidro – na verdade Gorilla Glass, o que me deu um pouco mais de segurança. Já que sou um pouco desastrada confesso que fiquei meio receosa de que o aparelho escorregasse da minha mão e quebrasse, mas ele ser feito de um material super resistente me aliviou um bocado. Além disso, ele tem uma “pegada” boa, sabe? Fácil de “abarcar” na mão (já usei um Zenfone 6, que é maravilhoso pra ler na tela, mas é gigantesco em minha mão rs), bem confortável, ergonômico.

Na parte de trás do aparelho, além da câmera (pouco saliente, se comparada a outros aparelhos), tem o leitor de digital – acho genial ele ser atrás, não vejo muito sentido ser na frente (aliás, ele serve pra desbloquear celular, usar a câmera e atender chamadas). Na frente, obviamente, a tela, super-nítida. Pra mim, que já passei por cirurgia de catarata, isso é algo maravilhoso! A bateria dura super (e olha que eu uso bastante, o dia inteiro, o celular) e a capacidade de armazenamento também é bastante boa.

Geraldo Azevedo na Caixa de Natal #zenfone3

Um vídeo publicado por Claudia Giane (@claudiagiane) em

Aliás, falando em armazenamento, um dos destaques do Zenfone 3 vai para quem curte fotografar. A câmera tem estabilizador ótico (obrigada, sou uma pessoa que treme, naturalmente) e, para quem entende melhor do riscado, tem modo manual, além do automático de sempre. Quem acompanhou meu Instagram  (abaixo e acima) enquanto eu estava com o aparelho pôde perceber a qualidade.

#Natal #christmas #cores #color #zenfone3

Uma foto publicada por Claudia Giane (@claudiagiane) em

Pra não dizer que não tem nada que não tenha curtido, achei uma pena que o carregador não fosse o mesmo do Zenfone 2 e, consequentemente, do meu Zenpower. Tive medo, por conta do material todo em vidro, de o aparelho cair da minha mão – coisa que não aconteceu, por ser bem anatômico, como disse, mas foi só. De resto, gostei bastante e fiquei com dó em ter que devolver, confesso.

Então é isso. Esse não é um blog de Tecnologia, é de pessoa comum pra pessoas comuns, então a impressão é essa: curti deveras e recomendo. Inclusive #quero!

Zenfone 3 já está no Mercado – e eu quero

zenfone3-1

Pronto, o Zenfone 3,da Asus, do qual falei algumas vezes aqui pelo blog já chegou ao mercado e, num vou mentir, eu quero. Não, isso não é jabá, porque eu não tenho um, minha gente. Estou feliz da vida com meu Zen2 muito lindinho, mas, veja só, o Zenfone 3 chega cheio de novidades sensacionais-e-maravilhosas que deixam qualquer um com vontade de mudar pra ele na mesma hora. Mas a gente que está na faixa dos 40 anos gosta do que é bom e quer melhorar sempre, não é mesmo? Então repara só se não estou certa em tornar o Zenfone 3 meu novo objeto de desejo: :

  •  Parte dianteira e traseira do telefone encapsuladas com Corning® Gorilla® Glass 2.5D resistente a riscos – eu, uma pessoa que guarda celular na bolsa, agradece 
  • Câmera de 16MP – Alô, nitidez, sua linda! 
  • “A câmera tem tecnologia ASUS TriTech autofocus, que seleciona automaticamente entre o laser de segunda geração, detecção de fase e foco automático contínuo para conseguir um foco preciso em apenas 0,03 segundos, resultando em imagens nítidas em qualquer condição”. – Essa eu tive que copiar, mas basta dizer o seguinte pra entender: rapidinho chega no foco 
  • Maior eficiência e vida útil da bateria – Ouvi um ALELUIA?
  • Sensor de impressão digital embutido que está posicionado na parte traseira do telefone, exatamente ao alcance do dedo do usuário para desbloquear o telefone em apenas uma fração de segundo.

De acordo com algumas pesquisas que já li, à medida que vai avançando a idade a gente vai curte Tecnologia tanto quanto qualquer outro grupo, mas também curte praticidade. Produtos de alto valor agregado, que unam beleza, Tecnologia e boas funcionalidades, mas que sejam simples de usar conquistam facilmente o público na faixa dos 40 anos de idade. Tal qual temos no Zenfone 3.

O Zenfone 3 está sendo vendido a partir de 1499 reais e você pode ver mais especificações dele aqui. Nas primeiras 24 horas já venderam 20 mil unidades…cadê a minha, gente?

Asus mostra novos membros da “família Zenfone”

Já disse aqui que não sou a loka das trocas de celulares, mas amo quando tem uma novidade na área. Como consumidora comum que sou, me fixo mais nas coisas que são palpáveis do que no “motor” da coisa, ou seja: reparo mesmo é se tem vidro que não arranha, se faz boas fotos e se aguenta o tranco de ter um monte de coisas ativas ao mesmo tempo sem pifar e, claro, se a bateria vai embora rapidinho ou fica.

Então hoje a Asus, de que já falei aqui no blog, lançou, durante a Computex, evento que reúne gente de Tecnologia do mundo inteiro em Taipei, seus novos aparelhinhos. Fiquei bem impressionada, viu? Boas funcionalidades, “motor” forte e ainda são lindos! Reuni numa imagem algumas coisas que me chamaram a atenção nessas novidades, o Zenfone 3 Deluxe (sim, de luxo puro, digo logo que #quero), Zenfone 3 e Zenfone 3 Ultra. Olha aí:

Novidades asus (1) zenfone 3 deluxe ultra

Ainda não sei quando esses celulares chegarão ao Brasil, mas já fiquei com vontade de ter uma belezoca dessas. Na ocasião do lançamento dos novos Zenfone a Asus também lançou novos notebooks, ultrabooks e até um robô doméstico bem bacana e muito bonitinho, o Zenbo. Ah, tecnologia! Taí uma coisa que fico feliz de a gente ter “alcançado” – ô, coisa boa pra facilitar o dia a dia!

*Aqui nesse post eu falo do inicio da minha “relação’ com a Asus. 

Turismo em Paulo Afonso e arredores do Velho Chico

paulo_afonso novos40 claudiagiane1Como viajar é bom, né? Fazia tempo que não aproveitava uns dias de folga pra fazer isso, mas foi o que fiz no feriadão de Tiradentes: fui para o Vale do São Francisco, aquela área linda que aparece na novela Velho Chico. Apesar de não ser tão longe do Recife, só havia ido ali uma vez, ainda criança, para o casamento de um tio – aliás, só havia ido à antiga Petrolândia (hoje inundada) e à usina hidrelétrica de Paulo Afonso, mais nada.

Como minha amiga Verônica, com quem eu trabalho, tinha a mesma vontade de ir àquela área e nadar no Velho Chico, fomos juntas. Primeiro passo: escolher que cidade seria a nossa base.  Aliás, pra quem não sabe: Paulo Afonso fica na Bahia, mas a área ali é como um grande círculo, já que é bem pertinho (do tipo que se confunde) com Petrolândia (PE), Delmiro Gouveia (AL), Canindé do São Francisco (SE) e até Piranhas (AL) – são algumas cidades do chamado “Vale do São Francisco”.  Escolhemos P.A. porque é a maior dentre essas, então seria mais fácil achar lugar pra hospedagem, empresas que fizessem os passeios, facilidades de que precisaríamos.

Primeiro passo – Passagens para Paulo Afonso

Compramos as passagens (ida e volta, logo, claro) de ônibus, pela Progresso, que faz a viagem Recife-Paulo Afonso diariamente, em ônibus leito (fomos nesse, excelente), executivo e comum (tivemos que voltar neste, por causa do horário…não é desconfortável, mas extremamente cansativo). Aliás, fizemos a compra das passagens com bastante antecedência, já que, com quatro dias de folga e, ainda, a fama proporcionada pela novela, poderia ficar difícil achar o que precisava, depois.

Tem aeroporto em Paulo Afonso, mas acho que só tem vôo de Salvador pra lá, hein – pelo menos foi o que achei na internet (fora quem tem seu próprio jatinho, claro rs). Obviamente você também pode ir de carro – as rotas saindo daqui do Recife são essas.

Segundo passo: hospedagem em Paulo Afonso

Também por causa  da possibilidade de não encontrar vagas, reservamos logo um hotel. Foi nosso maior investimento, já que escolhemos, por conveniência e conforto mesmo, o maior e mais caro hotel de P.A., o San Marino. Valeu a pena, o hotel é confortável, limpo, tem um café da manhã excelente (também tem almoço e jantar – este, buffet livre, a 22 reais). Além disso, o lugar é no centro da cidade, o comércio fica logo atrás. Aliás, devo dizer que reservar o hotel com antecedência foi acertadíssimo: estava acontecendo um encontro de motociclistas na cidade bem neste feriado e todos os hoteis ficaram lotados. Mas, sim, existem outros hoteis por lá, como o Belvedere e o Executive, então vale a pesquisa.

Terceiro passo: os passeios

Aconselho que marquem tudo antes de ir. Tivemos uma grande sorte: a Grace, que nos atendeu no San Marino, organizou os nossos passeios, como um “extra” do hotel. Não sei se faz isso sempre – suponho que sim, mas é bom perguntar. Apesar de ter vários atrativos turísticos, tivemos um pouco de dificuldade de nos fazermos entender o que queríamos ver e nos passarem informações precisas, sugestões do que seria melhor em pouco tempo e valores dos passeios. Isso se dá principalmente por um motivo: não estávamos de carro.

Assim,além de valores para ter um guia ou o ingresso de um atrativo, também tínhamos que acrescentar aí o valor para um táxi, um carro com motorista. Valeu muito isso tudo, até porque não dá pra chegar de ônibus comum ou a pé em grande parte dos atrativos. Não foi algo complicado, conseguimos resolver com a ajuda do pessoal do hotel (novamente), mas, se possível, vá de carro ou alugue um por lá.

Pra facilitar pra vocês, farei o que não encontrei antes de ir: um roteiro turístico em Paulo Afonso e arredores, no Vale do São Francisco. Se prepara que lá vem textão – ou melhor, um post gigantesco, quase um mini-guia.

Paulo Afonso

1º Dia – Ida para Paulo Afonso 

Como disse, fomos de ônibus rodoviário, tipo leito, pela Progresso. A passagem custou cem reais. O viagem sai do Recife às 23h30 (na verdade, atrasou meia hora) e chega lá mais ou menos seis horas e meia depois. Dormi a viagem quase toda, então o que posso dizer é que foi tranquilo (rs).

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2º Dia – Chegada em Paulo Afonso + passeios

Chegamos mais ou menos às seis e meia da manhã em Paulo Afonso e pegamos um táxi para o San Marino (dez minutinhos, apenas). Aconselho perguntar antes por quanto fica a corrida (não vi taxímetros!). Bem instalada no hotel, conversei com a Grace (gerente ótima do lugar) a respeito de passeios – e ela simplesmente articulou todos eles pra gente.

Como não havia a opção desse serviço no site do hotel, aconselho que, caso fique hospedada por lá, envie um e-mail e combine logo tudo. Basta dizer o que mais interessa (no meu caso: catamarãs com banho no rio São Francisco era a prioridade máxima) e pronto, tudo esquematizado. Não sai mais caro do que fazer isso passeio por passeio e evita qualquer estresse – havia ligado pra um grupo que organiza passeios antes, mas foi bem difícil entenderem que eu estava sem carro e não sabia os caminhos por lá. Tudo resolvido no próprio hotel, fomos ao nosso primeiro passeio:paulo_afonso novos40 claudiagiane 2016 3


Complexo hidrelétrico de Paulo Afonso – Era o único lugar em que lembrava de haver estado, um dia, em Paulo Afonso, ainda criança, quando fui ao casamento de um tio, na antiga Petrolândia (hoje inundada). Para visitar o lugar pagamos 140 reais (para duas pessoas) pelo guia com carro para nos levar lá e contar toda a história do lugar. O complexo de usinas tem duas coisas impressionantes: a própria natureza, com os cânions, cascatas, plantas, mandacaru em flor (“fulora” muito por lá, coisa mais linda!)  e a capacidade humana de fazer algo tão gigantesco.  Eu pensava principalmente em como, há décadas, quando aquela região era praticamente só mato e água, sem os equipamentos que temos hoje e totalmente sem segurança, foi possível começar aquilo tudo, o legado que deixaram! Uma coisa engraçada – estávamos lá na parte de cima do cânion, onde fica a hidrelétrica e ouvimos alguns gritos – eram uns meninos pulando na água, fazendo das piscinas naturais com dezenas de metros de profundidade o seu parque aquático – naquele calor todo e com a toda a expectativa em entrar no rio, eu meio que invejei, não vou mentir (rs). Enfim, vale a visita guiada, é bom conhecer a história da grande “usina de energia do Nordeste”.  Nos caminhos de ida à hidrelétrica e volta ao hotel fizemos um city tour rapidinho por outros pontos de Paulo Afonso – merecia um pouco mais de tempo, mas havíamos chegado neste dia, demoramos no complexo hidrelétrico e já havia outro passeio marcado para o período da tarde. Tente fazer isso com mais tempo.

  • Almoço – Como havíamos chegado neste dia, já tínhamos ido à hidrelétrica e precisaríamos sair rapidinho, almoçamos no próprio  San Marino. O almoço é à parte da hospedagem, claro. O hotel tem um restaurante com buffet no peso, aberto a todos, mesmo que não esteja hospedado. Gostei bastante.trilha_mochila paulo_afonso delmiro_gouveia alagoas deck são francisco velho cico claudiagiane novos40 2016
  • Passeio para Angiquinho + Trilha Mochila – Pode colocar o biquíni por baixo da sua roupa, que esse passeio termina em banho de rio, oba! Mais uma vez pagamos o guia + motorista pra ir (não lembro o preço – socorro! – mas acho que saiu mais de 100 reais por pessoa, viu?). Angiquinho é a primeira hidrelétrica da região, na cidade de Delmiro Gouveia – o nome é homenagem um dos pioneiros na industrialização do país. Queria ter conhecido melhor a cidade, pois foi lá que nasceu minha (já falecida) avó (paterna) Maria, no tempo em que a cidade se chamava “Pedra”. A usina foi criada para fins particulares – levar energia à indústria do próprio Delmiro, mas acabou fazendo muito mais. Praticamente só há ruínas, algumas casinhas e um ou outro maquinário por lá, mas, se no moderno complexo de Paulo Afonso eu já fiquei boba em como conseguiram fazer aquilo tudo, no começo das obras, ali fiquei de queixo caído só de imaginar que foi construído muito antes, sem suporte de CHESF nem nada. Pra quem ficou curioso, o Angico é uma árvore.  Favor não confundir com a Grota de Angicos, local onde morreu Lampião e quase todo o seu bando – esta fica em Sergipe e dá pra visitar através da Rota do Cangaço, que, infelizmente, não deu tempo de fazer. Mas em Angiquinho há uma gruta no meio de um cânion onde dizem que o rei do cangaço pode um dia ter se escondido. ATENÇÃO: para visitar Angiquinho é preciso estar acompanhado de um guia com autorização pra entrar na área – não basta ser credenciado. A que nos acompanhou se chama Quétila e eu recomendo muito, pode perguntar por ela onde ficar hospedado, que é bem conhecida por lá.  De lá fomos ao Trilha Mochila (, área às margens do rio São Francisco, que funciona como um parque, quase um clube – tem áreas para trilhas e, lá embaixo (lembre: área de cânions), junto ao rio, tem uma estrutura bacana de deck, serviço de bar, chuveiro – é aqui onde os barcos catamarãs saídos de Paulo Afonso param para os passageiros mergulharem no São Francisco. Lá estão sendo construídos chalés para, no futuro, quem quiser se hospedar por lá e até um tipo de carrinho para descer e subir a mega-ladeira que quem chega por terra enfrenta pra chegar ao rio – né brincadeira não, gente, são uns 90 metros de lá de cima até embaixo, em uma ladeira super-íngreme, não dá pra descer de carro ou moto (o único que enfrenta isso com um veículo é o Walter, dono do lugar, com uma camionete 4×4 onde peguei carona pra subir, morta de medo – mas a descida já havia me dado um estirão na coxa que durou toda a viagem rs). Aquele mergulho na prainha formada pelo Velho Chico…que coisa maravilhosa!
  • Jantar – Estávamos mortas de cansada – lembrem que viemos da viagem direto pro agito, era só nosso primeiro dia por lá! Então não fomos atrás de nada típico, nos contentamos em ir à delicatessen Boa Massa, que tem uma pizza ótima. Depois só descanso pra poder passear mais no dia seguinte.

 

catamarã raso_da_catarina paulo_afonso brasil 2016 claudiagiane novos40

3º Dia – Catamarã de Paulo Afonso

Existem passeios de catamarã saindo de vários lugares, na região: Canindé do São Francisco, Piranhas e Paulo Afonso, os mais conhecidos. Foi dia de fazer o passeio que sai de P.A. O passeio custa 60 reais por pessoa – você contrata lá no Núcleo de Apoio ao Turista (grave esse lugar, é aí onde você consegue todas as informações que precisa), pertinho de onde eu estava hospedada e é de lá mesmo de onde saem as vans que levam até o cais de onde saem os barcos.Que coisa linda, passar entre os cânions gigantescos, ver aquela água verdinha, se ligar na profundidade daquilo ali. Aí  eu sou lembrada de que muitas daquelas áreas não eram como é hoje – lembre que ali é região de hidroelétricas, o que significa que houve inundações, o rio teve que mudar de curso, ciclos foram fechados e outros abertos. É tudo magnífico!

Dentro do catamarã há venda de petiscos e bebidas. Quando chega lá no Trilha Mochila, onde já havia ido, há uma parada para o banho de rio e aproveitar a estrutura do lugar – é mesmo melhor chegar de barco do que descer a ladeira andando, viu?.  O passeio todo dura entre três horas e meia a quatro horas – como saímos às 10h e pouco, a volta já se deu no meio da tarde, então não dava pra marcar mais nada. Fomos bater perna pelo comércio de Paulo Afonso mesmo – maior do que esperávamos, com lojas populares e algumas de grife.  Só não é fácil achar lugares que vendam souvenir, infelizmente (eu amo, mas não comprei nem unzinho).

Jantar – Havíamos pensado em conhecer algum bar ~de balada ~ de Paulo Afonso,mas como precisaríamos estar de pé às 5h e pouca da manhã no dia seguinte, pra fazer o passeio de catamarã por Xingó, ficamos ali por perto do hotel mesmo. Logo atrás do San Marino há um calçadão com vários barzinhos e um deles, bem simples, chamou nossa atenção: o “Pedaço da Bahia” só tem um prato no cardápio: acarajé! Com algumas variações, como com ou sem camarão ou caruru, por exemplo, mas era só isso. Casca fininha e crocante, bem recheado, muito bem temperadinho, foi excelente! Melhor parte? O acarajé completo com um refrigerante saiu por uns dez reais, mais ou menos (lá só aceita dinheiro vivo, nada de cartão ou tíquete-refeição).

catamarã xingó canindé do são francisco novos40 claudiagiane

4º Dia – Catamarã em Xingó 

Esse era o grande passeio pelo qual esperávamos, eu e minha amiga: passeio de catamarã pelo rio São Francisco por Xingó – área de cânion que foi inundada depois da construção da hidrelétrica de Xingó, em Sergipe. A saída do catamarã é da cidade de Canindé do São Francisco, a 76km de Paulo Afonso. Isso é um problema pra quem não tem carro, que era o meu caso, pois como chegar lá? Bem, o passeio no catamarã custa 90 reais (vale muitíssimo), mas contando com um carro com motorista e guia pra lá, pode somar ai mais uns 240 reais (para as duas pessoas). Mas nós tivemos uma grande sorte: Grace, nossa “salvadora da pátria” do hotel San Marino, conseguiu pra gente duas vagas em uma excursão que havia chegado de Natal e faria justamente esse passeio – não nos cobraram nada, foi uma “carona” mesmo, só precisamos pagar pelo passeio de catamarã. Mão na roda, não foi?

É nesse passeio que você mais sente a grandiosidade do rio São Francisco. A lotação do catamarã é de 250 pessoas e ele tem guia narrando todo o caminho, serviço de bar, chuveiro e tem térreo e primeiro andar. Ele vai primeiro por um braço do rio, pra depois entrar nele de fato. Tem música especial pra esse momento e eu chorei de emoção, confesso. Em uma gruta no meio do cânion há uma imagem de São Francisco de Assis, o padroeiro do rio (no dia do santo, em 04 de outubro, acontece uma procissão de barcos ali que, imagino, deve ser uma coisa linda). O passeio vai até uma área segura para mergulhar, com piscinas naturais, devidamente cercadas e com redes embaixo, para que todos mergulhem. A piscina de crianças tem 1,5m de profundidade e a de adultos, até 10 metros. Tem coletes salva-vidas e boias tipo “espaguete” para todos. Lá também tem um passeio de barquinho a remo (10 reais) pra você chegar ainda mais pertinho do rio e dos cânions.

mergulho rio são francisco xingó novos40 claudiagiane

Volta do catamarã ao ponto original, o restaurante Karrancas, onde almoçamos (38 reais, buffet livre – achei bem mais ou menos, viu? Talvez a la carte seja melhor). Lá também tem aluguel de equipamento para praticar stand up paddle e até passeio de helicóptero (140 reais, pouco mais de cinco minutos – não fui).

piranhas novos40 claudiagiane recife

De lá, uma ida até Piranhas (AL), cidade que serve de cenário para muitas cenas da novela Velho Chico (cheguei até aqui sem ter falado nela!) e que, de verdade, parece mesmo cenográfica, de tão linda e colorida. Lá nós visitamos o Museu do Sertão, que conta parte da história do cangaço, a central de artesanato (é a terra do bordado, mas, sinceramente, não tinha quase nada disso) e o mirante, de onde se tem uma vista espetacular! Experimente o sorvete de rapadura que vendem lá!

Pronto, daí foi voltar pro hotel – jantamos lá mesmo (22 reais, com buffet livre, muito bom!) e fomos descansar, exaustas do dia puxado e feliz.

Eu e minha amiga Verônica, já planejando a próxima viagem

Eu e minha amiga Verônica, já planejando a próxima viagem

5º Dia – Volta pra casa e planos para as próximas viagens

Voltamos para Recife – ônibus comum, com zilhões de paradas no caminho, bem cansativo, mas o leito só sairia à noite, com chegada na capital pernambucana apenas na manhã de segunda-feira, então não ia rolar. Viagem cansativa, mas tranquila – chegamos bem, é o que importa.

Na volta pensei em coisas que queria ter feito em Paulo Afonso e arredores, mas não deu tempo de fazer, como a Rota do Cangaço, visita à Casa de Maria Bonita, trilha do Umbuzeiro e talvez até bungee jump na ponte metálica D. Pedro II (que liga Paulo Afonso a Delmiro Gouveia, com 62 metros de altura). Mas pensei, principalmente, em como a viagem foi ótima, como o rio São Francisco é maravilhoso e, claro, em como quero viajar mais, conhecer novos lugares, perto ou longe daqui – e contar tudo a vocês. Espero que aproveitem essas dicas. Me contem de suas viagens, depois.

Zenfone Zoom: tudo mais perto

Ano passado escrevi aqui no blog quando a Asus lançou o Zenfone 2, me mandou um aparelho e mencionei como ter um bom celular é importante pra mim. Não é por vaidade – aliás, nem sou de ficar trocando de aparelho com frequência – mas porque eu trabalho com mídias sociais e porque eu curto muito registrar e postar o que vejo de interessante por onde quer que eu passe.

Aí a Asus lançou no Brasil, em março, o meu novo objeto de desejo: o Zenfone Zoom! Se você, assim como eu,  curte fotografar tudo – paisagens, amigos,  família, bicho de estimação e até o seu almoço – vai entender. O foco desse celular é a fotografia (desculpa o trocadilho, gente! rs). Possibilidade de aproximar uma imagem até três vezes sem prejuízo de qualidade, foco extremamente rápido e estabilização rápida – algo fantástico pra uma pessoa que treme (sem motivos, mas treme), como eu – são algumas das qualidades do aparelho. Dá uma olhada nesse vídeo pra entender melhor:

Logo que comecei o Novos40 fiz um post com uma listinha de coisas pra fazer #depoisdos40, algo que ainda não cumpri quase nada. Conhecer lugares novos, viajar, estar mais perto das pessoas que me fazem bem estão entre essas ideias. Agora, imagina poder fazer isso e, ainda, registrar tudo pra compartilhar aqui no blog e nas redes sociais, que máximo! Até tenho uma máquina fotográfica bacana, mas se eu puder ter a praticidade de fazer registros com cada vez mais qualidade, postar em tempo real, levando só um celular, será a perfeição. Tem viagem chegando por aí e imagino que seria bom ter um #ZenfoneZoom pra me acompanhar! Agora você entende por que ele se tornou meu objeto de desejo?

Saiba mais sobre ele aqui.

  • Obs. até este momento não teve jabá não, hein. Se rolar (amém! hahaha), aviso aqui. ;)

Zenfone 2: para contar histórias com qualidade

zenfone 2 zenfone2 dourado novo

Se tem algo que curto é mostrar coisas que aparecem no meu caminho. Talvez venha daí a vontade de trabalhar com mídias sociais: sou do tipo falante, tenho formação em Comunicação (Jornalismo), gosto de conversar e muitas vezes tenho vontade de mostrar às pessoas as coisas interessantes que vejo, escuto, vivo.

Social media é basicamente ter esse bate-papo, com a diferença que você tem que fazer tudo planejado, ter resultado, fazer relatórios etc. Grande parte das pessoas que trabalham com isso é mais jovem que eu – o que não faz diferença alguma pra mim, mas que talvez sirva até como estímulo para deixar o pensamento sempre jovem e pronto para novidades.

Usar bons equipamentos para mostrar tudo da melhor forma também é uma boa. Então fiquei bem feliz quando a Asus me mandou de presente, por esses dias, o Zenfone 2, novo celular da marca. Um dos destaques da novidade é a câmera de 13MP, algo que muito interessa a quem quer mostrar “o mundo” de forma límpida, clara e bonita para os outros, não acha?

Tela grande, boa performance e uma pegada “confortável”, foi o que me chamaram atenção – lembrando que sou só uma leiga usuária de equipamentos. A esta altura do campeonato qualidade e conforto pesam bem mais do que “fama”, pra mim – suponho que com vocês também seja assim. Outra coisa: o preço não é exorbitante para um smartphone de primeira linha, o que eu acho sensacional!

Bem, estou apenas começando a minha aventura com o Zenfone 2. Quis contar aqui não só pra agradecer a Asus, mas também porque espero encontrar muitas coisas bacanas pra registrar com esse meu celular novo e trazer pra cá. Aguardemos!

Você pode saber mais sobre o Zenfone2 na página da Asus.

;)

#temjabásim