O Brasil está envelhecendo – série do Jornal Nacional

Imagem daqui

“Aquela frase que dizia que o Brasil é um país jovem já não faz mais sentido. Hoje nós somos um país adulto, caminhando pra velhice”. Foi assim que Willian Bonner começou a apresentação de uma série de reportagens do Jornal Nacional, iniciada ontem (02/01), sobre a importância de se preparar para essa fase da vida, a velhice.

Achei bem importante trazer isso aqui pro blog, uma vez que esse espaço trata especificamente de idade, de um meio de caminho entre o ser jovem e o ser idoso. Talvez grande parte de nós ainda não se ligou e muito menos se prepara para quando chegar à terceira idade, mesmo os que já pensaram alguma vez que poderia ter se preparado melhor, quando estava lá pelos 20 anos, para quando chegasse aos 40. É aquilo da gente viver demais o presente, mas não planejar devidamente o futuro, né?

A primeira matéria da série é bem interessante e você pode vê-la aqui

Fica a pergunta: você está se preparando para a sua velhice?

Aquelas séries com referências aos anos 80 e 90

Vibes retrô sempre rolam, de tempos em tempos, né? Mas ultimamente tem acontecido uma coisa bacana nas séries de TV: referências a décadas que a gente, de 40 anos, conhece bem por ter vivido!  Dá uma olhada:

Stranger Things

Quem assina Netflix, provavelmente, viu. A série se passa em 1983 e faz referências a vários filmes de sucesso da própria década de 80, como ET, Conta Comigo, Contatos Imediatos e outros. Aqui tem um vídeo com as várias referências, bem bacana:

References to 70-80’s movies in Stranger Things from Ulysse Thevenon on Vimeo.

The Get Down

the get down

Essa série, novinha em folha, também da Netflix, vai um tiquinho de nada mais longe do tempo: 1977.  O ambiente é o bairro do Bronx, em Nova York, bem decadente e violência e marginalização em alta. A série tem foco na cena musical: a disco dancing começava a dar lugar ao hip hop. Claro que, por esse motivo mesmo, do hip hop, a pegada de mostrar os movimentos sociais e políticos, discursos e ações (como o grafite e outros elementos da cultura underground) aparecem com bastante força. Muito bacana, ver mais ou menos como eram as coisas quando o ritmo tomava seu lugar no mercado.

Unbreakable Kimmy

unbreakable kimmy

É uma comédia bem nonsense. A trama se passa em torno de Kimmy, que, depois de ter sido sequestrada e passar 15 anos presa em um esconderijo subterrâneo com outras mulheres e um pastor doido, volta ao mundo real, muda-se pra Nova York e tem que reconstruir a sua vida, se adaptando ao que há de novo. Como quando Kimmy foi sequestrada ela ainda era uma adolescente, ela é um bocado boba e faz muitas referências a coisas da década de 90, como a série Fraisier, o filme Rei Leão ou o uso de muitas cores neon/fluor. Eu gosto de humor nonsense, mas a série ainda tem outras pegadas bem bacana: uma é a do otimismo e outra, que a personagem “prega”, de você ser o que quiser ser, desde que seja pra ser feliz.

Apenas um Show

apenas um show

Passa no Cartoon Network, mas acho bem o tipo de “desenhos para adultos” (como Simpsons, Futurama e outros, sabe?). É daqueles programas tão psicodélicos que ~tenho pra mim ~que esse pessoal toma/fuma/bebe/cheira/come/passa no corpo ~uma coisinha~ quando faz os roteiros. Só pode ser, minha gente! Pode conferir, que tem muitas referências aos anos 80, especialmente ao cinema.

Então é isso, se dá aquela nostalgia, mesmo de tempos em que éramos apenas crianças, mas que nos trazem coisas à memória, basta ligar a TV ou Netflix ao seu alcance pra, pelo menos na sua imaginação, reviver aqueles momentos.

As Mulheres de 50

Fantástico mulheres 50 anos

Viram a série que estreou no Fantástico ontem, sobre mulheres de 50 anos? É em homenagem ao cinquentenário da Globo, mas de uma forma bem bacana: mostra algo bem parecido com o que tento apresentar aqui no Novos40: pessoas que mostram sua jovialidade, planos e tudo mais, contradizendo aquilo que se achava até pouco tempo atrás: que depois que a pessoa entrasse na fase dos “enta” estaria cansada e se não tivesse colocado os sonhos em prática até ali, os esquecesse.

Bem, como boa parte do que falaram no programa de ontem foi de coisas que começaram a vivenciar quando essas cinquentonas estavam na ”casa dos quarenta” e como a gente ainda vai chegar lá, acho que tem coisas que podem servir de lição pra gente, pra ter uma ideia do que pode encontrar no caminho e até dicas do que fazer nesse caminho até lá. Vê lá no site da Globo Vídeos como foi o primeiro episódio dessa série, que tem Fernanda Torres (maravilhosa!) como uma das apresentadoras.

Já estou ansiosa pelos próximos episódios!

P.S. Confesso que morri de inveja da entrevistada que saltou de para-quedas. É um sonho que tenho desde criança, quando ia ao aeroclube com meu pai e que ainda não realizei. Isso que quero muitíssimo fazer agora, #depoisdos40.