Cheiros e temperos no Oficina do Sabor

Sei que já trouxe o restaurante Oficina do Sabor algumas vezes ao blog, mas, olha, no que depender de mim ele vai aparecer ainda outras vezes, tá? É como eu estava comentando com amigos: é um lugar daqueles tão agradáveis de estar que você nem vê o tempo passar. Se o próprio chef Cesar Santos estiver por lá pra uma conversinha rápida e simpática, então, é maravilhoso. E ainda tem os pratos deliciosos da casa, claro.

Desta vez fui pra apresentação dos pratos do Festival Sabores do Mundo, realizado em parceria com a Bombay Herbs & Spices, referência quando o assunto é tempero e especiarias. Portanto, pode esperar muitos aromas e sabores interessantes! Quem escolher o cardápio do Festival (98 reais) tem direito a entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho. Antes dos pratos, vem o mix de boas-vindas, com um caldinho de jerimum com manga e chips de gengibre e queijo coalho com pimenta da jamaica.

De entrada eu pedi a Lula Adorei o Cheiro, um trocadilho com a lula a dorée, que vem em aneis, acompanhada de uma deliciosa geleia de curry com manga (favor não confundir com chutney). A outra opção é o Espetinho Esperto, que vem acompanhado de molho barbecue. De principal eu optei pelo Bacalhau Dourado de Cheiro, que vem perfumado por cinco especiarias e acompanhado de um delicioso purê de grão de bico, além do cuscuz do chef. Outras opções eram o Carneiro Assanhado, com molho Berberé (novidade para mim) e arroz libanês ou o Camarão Danado no Perfume, muito lindo, empanado na farinha de castanha e acompanhado de purê de beterraba.

Para a sobremesa, algo que está virando marca registrada do Oficina: um mix de sabores. O Me dê um cheiro tem pudim com cardamomo com chantilly, tapioca frita no perfume de “apple pie spice mix” com doce de leite e sorvete de menta com licor de cravo e canela.

Quem escolhe o cardápio Festival Sabores do Mundo ainda concorre a um almoço ou jantar no restaurante para até quatro pessoas! Mas corra: o festival só fica “em cartaz” por um mês. Uma boa pedida para este final de semana, hein?

Festival Vegetariano Delícia, no Recife

Paella de Vegetais. Foto de Gustavo Gloria (Divulgação)

Olha aí a oportunidade de conhecer comida vegetariana e saber que ela pode ser cheia de sabores deliciosos: começa hoje a segunda edição do Veggie’s Life, festival vegetariano que o Grupo Cantu, de hortifruti, faz com o restaurante Dali Cocina.

Quem comanda tudo é o chef Robson Lustosa, que fez dois menus para a ocasião, ambos com entrada, prato principal e sobremesa (59,90 reais, cada menu completo). Um cardápío é ovolactovegetariano e outro totalmente vegano. É bem interessante ser surpreendida e ver que esse tipo de comida vai bem além das saladas.Entre os pratos estão “polpettini de cogumelos ao creme de ervas com julienne de crêpe”, “kafta de lentilha”, “bricks de cogumelos e algas com molho de tofu e gergelim” e sobremesas, como o “gateau de cacau, banana e nozes com calda de caramelo e cacau”, entre outras maravilhas.

Gateau Cacau. Foto de Gustavo Gloria (Divulgação)

Acho que o Veggie’s Life é, obviamente, maravilhoso pra quem já é vegetariano/vegano, mas é principalmente a oportunidade para trazer algo novo e saudável ao paladar de quem come de tudo, mas quer algo diferente que seja, ainda por cima, saudável. Então aproveita, que o festival começa hoje e vai até o dia 16 de abril – tanto para almoço como para jantar.

Saiba mais sobre a Cantu e sobre o Dali Cocina.

Um dia de luxo e relax no day use do Enotel Porto de Galinhas

Você sabia que pode ter um dia de luxo e lazer em um bom hotel sem estar necessariamente estar hospedado no lugar? São os Day Use, que vários lugares adotam, para que a pessoa possa usufruir da estrutura de lazer do espaço. Na sexta-feira passada mesmo eu passei o dia com amigos do trabalho no day use do Enotel Resort Spa de Porto de Galinhas, aqui no litoral sul de Pernambuco – resort onde eu já havia ido, há alguns anos, mas que nunca havia visitado nesse esquema.

Cada resort ou hotel tem um tipo de day use, em que estão inclusos serviços que acham mais convenientes ao hóspede temporário. No caso do Enotel achei o mais vantajoso, em todos os sentidos: por 250 reais, simplesmente all inclusive, ou seja: usufruir das piscinas (muitas!), quadra, campo, além de todas as comidas e bebidas (inclusive importadas) do lugar. Diversão e satisfação certas!

Pra quem quer se dar ainda mais prazer, pode escolher, a partir de 80 reais, um dos programas do Leger SPA do resort e partir para o total relax! Aqui você vê o “cardápio” do day spa do Enotel…já começo a sonhar com esse relaxamento de novo só de olhar!

O Enotel foi recentemente ampliado e conta com quase 350 quartos, restaurantes temáticos, bar, boate, fitness center, quadras, campo de futebol, várias áreas para crianças e um sem número de piscinas – incluindo de ondas e de correntezas, daquelas pra ficar relaxando com a sua boia.

Eu e meus amigos do trabalho tivemos no Enotel a melhor confraternização de todos os tempos! Um dia inteiro usufruindo das piscinas, com bebidas e petiscos o dia inteiro, almoço, música, alegria, em um ambiente extremamente organizado e funcionários super prestativos e zero estresse. Se você, do alto dos seus Novos40, procura um lugar pra festejar, relaxar, ficar bem em uma das mais belas paisagens do Brasil, recomendo muitíssimo o lugar.

Serviço – www.enotelportodegalinhas.com.br/

Dali Cocina tem Veggie Gostoso e Sofisticado

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O restaurante Dali Cocina já apareceu aqui no blog e, já deixo avisado, deverá aparecer outras vezes, já que é um dos meus preferidos aqui no Recife. Desta vez vem por um motivo diferente: apesar de ser uma casa conhecida pela cozinha mediterrânea, agora venho falar do Festival Vegetariano que o restaurante promove a partir de hoje, em parceria com a Cantu (empresa de distribuição de alimentos, aqui, com vegetais), com pratos simplesmente incríveis, de tão bons!

Normalmente quando as pessoas pensam em comida vegetariana é comum ´imaginar algo como saladas sem graça, sem muita variedade, né? Bom, devo dizer que, apesar de não ser vegetariana, de comer o que me dá vontade e acho que me faz bem, tenho a boa sorte de encontrar pratos vegetarianos e até veganos (sem nenhuma proteína animal) bem criativos e saborosos. Mas esses que encontrei no Dali Cocina ainda consegue atingir outro ponto, além de saúde e sabor: sofisticação.

Veggie’s Life, festival de cozinhas vegeteriana e vegana do Dali, tem pratos do próprio chef da casa, Robson Lustosa, que foi primoroso e extremamente cuidadoso nos preparos dos pratos, uma vez que não pode haver, no caso do veganismo, por exemplo, o uso de utensílios que tenham sido utilizados para manipulação de produtos de origem animal.São dois cardápios, um restrito vegano e outro ovolactovegetariano, ambos a 42,90 reais. Para este último há a opção de harmonizar com vinhos, ficando por 69 reais. No cardápio vegano a entrada é Carpaccio de melancia e figo da Índia com mesclun de endívia, agrião e pastrique de goiaba; o prato principal, ‘Millas de milho verde com ragoût de feijão branco, cogumelos frescos e radicchio grelhado’ ou “Barbacoa de grão de bico ao molho de tofu e ervas com couscous de quinoa e legumes’ (divino!) e a sobremesa, ‘Flambée de banana pacovan com sorbet de abacate e caramelo salgado’.

Já os que optam pelo cardápio ovolactovegetariano, um pouco menos restrito têm como entrada ‘Quenelles de queijo de cabra ao creme de cenoura e aspargos” (não vou mentir, eu pedi uma “tapaué” desse prato e voltarei lá pra cobrar rs); as opções de principal são ‘Roulade de berinjela e lentilhas ao vélouté de abóbora kabocha com panaché de legumes’ e “‘Macarrons de shitake fresco e batata trufada ao molho de gryére e mostarda com mousseline de ervilha” (outro prato de que eu também adoraria ter uma “tapaué”) e, para sobremesa, uma divina ‘Bavaroise de manga haden com coulis de mirtilo e cassis’.

Se você ainda tem algum preconceito em relação a comida vegetariana, o momento de experimentar algo nessa área que eu garanto que não vai se arrepender é nesse festival do Dali Cocina. Veja bem: eu garanto! Estou usando o meu blog pra isso: se você chegou aos 40 anos de idade e ainda não experimentou um prato vegetariano pra chamar de delicioso, a hora é essa, o momento é já! ;)

P.S. Lá no almoço pra jornalistas e blogueiros eu ganhei um presentinho da Cantu e depois conto aqui o que fiz com o presentinho. ;

Imagens: Dali Cocina

No Oficina tem lagosta a gosto!

Lagosta Coral - uma enorme e deliciosa entrada

Lagosta Coral – uma enorme e deliciosa entrada

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Lagosta é um prato muito fino, né, gente? Mesmo que a gente more no litoral, assim como eu, não podemos dizer que é um prato trivial, do dia a dia, normalmente ela é servida em ocasiões especiais mesmo.

Mas como eu acho que o dia especial é aquele que a gente resolve que quer que ele seja assim, achei excelente o convite pra conferir o cardápio do Festival Lagosta a Gosto, do restaurante Oficina do Sabor, dentro da proposta (maravilhosa) do projeto Sabores de Pernambuco da casa. Era uma terça e resolvi que seria a “terça feliz de ver gente bacana”, já que sabia que encontraria outros amigos por lá.

Lagosta Tropicália

Lagosta Tropicália

Veja só, um cardápio com entrada e prato principal à base de lagosta e, ainda, uma sobremesa divina (tudo de côco, que eu amo!) por 88 reais, tá ótimo, não tá?  Ainda dá direito a uma taça de vinho, pra brindar esse dia feliz! Se for com amigos, faz como eu: combina de a outra pessoa pedir um prato diferente, prova um pouquinho pra já ter ideia do que pedir na próxima vez que for (são três opções de entrada e três de principal). Tudo combina bem com quela paisagem incrível que o Oficina do Sabor proporciona (sério, vá até a varanda!).

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Aquele momento em que a sua sobremesa é, na verdade, cinco sobremesas de côco

Aquele momento em que a sua sobremesa é, na verdade, cinco sobremesas de côco

Não é uma baita programação? Então se liga, que o festival Lagosta A Gosto vai só até o dia 10 de setembro! A propósito: eu pedi o hambúrguer de lagosta de entrada e o clássico Lagosta ao Thermidor como prato principal e amei!

Clica aqui pra acessar a página do Oficina do Sabor no Facebook.

Conheci: Almoço no The Black Angus do Shopping Recife

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Repara essa costela! Diz que é pra duas pessoas, mas uns quatro comeram, de boas

Almoço em shopping não tem que ser lanche, pode ser almoço de verdade e dos bons, inclusive em um lugar aconchegante. Foi isso que ficou parar mim ao aceitar o convite da assessoria do The Black Angus do Shopping Recife para almoçar lá. O objetivo foi conhecer o novo cardápio da casa, agora feito especialmente pro público que está no mall e procura isso aí que falei na abertura do post.

Antes de dizer como foi o meu almoço: vocês sabiam que a casa tem uma sala para quem quiser fazer um almoço exclusivo, sem estar à vista dos outros clientes, que comporta até 25 pessoas? Achei isso muito bacana, imagino que pode ser um bom lugar pra um almoço de negócios ou para reunir os amigos no aniversário, por exemplo.

Mas vamos às comidas, né? Pra quem não sabe, a especialidade do The Black Angus é carne – “angus” é uma raça de gado que tem uma carne toda especial, saborosa, e é o carro-chefe da casa. Mas o lugar também tem outros pratos e a turma de jornalistas e blogueiros com quem eu estava começou devagarzinho, pelas entradas – bolinhas de queijo do reino (amo!!!), chips de batata-doce (sequinhos e crocantes), coxinha de cordeiro confit, mini-hamburgers…as entradinhas são ótimas e vale até pedir na hora do happy hour (no final volto a esse assunto).

Um baião de dois cheio de "pra que isso" e com resposta: "pra ficar bom"!

Um baião de dois cheio de “pra que isso” e com resposta: “pra ficar bom”!

Poderia parar por aí, mas tem os pratos principais, né? São os protagonistas, afinal! O primeiro que pedimos não tem a carne, carro-chefe da casa, como destaque, mas, veja só, é um baião de dois (foto acima), feito de uma forma especial: de camarão, que foi passado na manteiga de garrafa e flambado na cachaça. Seria absurdo deixar passar!

Aí veio uma costela (a da foto de abertura do post) que, disseram, daria bem para duas pessoas – mas que dá bem pra umas quatro. Gigantesca, carne macia, daquelas que derrete como uma manteiga e solta do osso facilmente, sabe? Na sequência, meu prato preferido: uma picanha de sol (picanha, no formato de carne de sol, no ponto, perfeita no sal, acompanhada de uma farofa de jerimum que eu comeria pura, sozinha mesmo.

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Barriga cheia, não consegui espaço aqui dentro pra provar esse hambúrguer The Parmesam da foto – preciso voltar, tanto por causa dele, quanto por causa de um outro, o The Cordeiro, feito com carne desse animal, cebola caramelizada e hortelã. Só comi uma provinha de nada das sobremesas, mas devo dizer que gostei bastante da terrine de limão siciliano e sei que vai ter chocólatra se apaixonando pelo Pout-Pourri de chocolate.

Para ser no shopping mais movimentado da cidade é muito bom ter um The Black Angus como lugar pra relaxar, almoçar, curtir a happy hour, enfim, que faça você se sentir sem pressa e poder contar com um lugar assim

“De tudo um côco” no Oficina do Sabor

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O restaurante Oficina do Sabor, do chef César Santos, em Olinda, é mais que um lugar pra ir comer. Virou, de certa forma, ponto turístico, já que está em boa parte dos roteiros de quem quer comer algo “típico”, mas que também seja sofisticado, pelas bandas de cá. A cozinha de César, valorizando ingredientes bem nossos e sendo um dos pioneiros a misturar salgados com frutas, é merecedora de destaque, mesmo.

E eis que ele inventa de novo, com festivais culinários próprios: cada festival destaca um ingrediente e, com este, ele cria entradas, principais e sobremesas. Um belo desafio! O primeiro festival é o “De tudo um côco”, que começou no início de maio e vai até o fim deste mês, e traz pratos com essa fruta (que eu amo, aliás). Por 78 reais o cliente tem acesso ao cardápio com uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Repara as opções: para a entrada pode ser “Discos de Tapioca Alto da Sé” (com recheios de coco fresco, aratu e camarão ao molho de coco), “Linguiças Embananadas” (linguiça caseira e banana comprida frita na manteiga de garrafa mais farofa de coco) ou “Panelinha do Bosque” (cogumelos salteados no óleo de coco e gratinados com farinha de coco crocante, acompanhadas de torradas de pão doce).

Entre os principais as escolhas são Camarão aos Coqueiros de Pernambuco (camarão perfumado ao molho de coco, purê de grão de bico e bolinhos de arroz frito empanado no coco); “Suíno aos Altos Coqueiros de Olinda” (filé de carne de porco ao molho de coco, abacaxi e semente de coentro, servido com arroz de coentro e batata doce frita) ou “Bacalhau Encrostado no Coco” (lombo de bacalhau grelhado envolto na Mousseline de Coco e crostas de Farofa de coco. Aí pra sobremesa Cesar bota pra quebrar e não economiza: um mix com pudim de coco, cocada mole, sorvete de soco e maria mole. Pohan! Deu até vontade, agora, viu?

Se prepare que vem mais por aí! Os ingredientes destaque dos próximos festivais do Oficina do Sabor, até outubro, já estão escolhidos: carne de porco (junho), lagosta (julho), bacalhau (agosto), cerveja (setembro), ostra (outubro). Feito dizia a minha avó: “já tô até amolando os dentes”. Fica de olho na fanpage do Oficina pra ver mais e já ficar salivando!

Turismo em Paulo Afonso e arredores do Velho Chico

paulo_afonso novos40 claudiagiane1Como viajar é bom, né? Fazia tempo que não aproveitava uns dias de folga pra fazer isso, mas foi o que fiz no feriadão de Tiradentes: fui para o Vale do São Francisco, aquela área linda que aparece na novela Velho Chico. Apesar de não ser tão longe do Recife, só havia ido ali uma vez, ainda criança, para o casamento de um tio – aliás, só havia ido à antiga Petrolândia (hoje inundada) e à usina hidrelétrica de Paulo Afonso, mais nada.

Como minha amiga Verônica, com quem eu trabalho, tinha a mesma vontade de ir àquela área e nadar no Velho Chico, fomos juntas. Primeiro passo: escolher que cidade seria a nossa base.  Aliás, pra quem não sabe: Paulo Afonso fica na Bahia, mas a área ali é como um grande círculo, já que é bem pertinho (do tipo que se confunde) com Petrolândia (PE), Delmiro Gouveia (AL), Canindé do São Francisco (SE) e até Piranhas (AL) – são algumas cidades do chamado “Vale do São Francisco”.  Escolhemos P.A. porque é a maior dentre essas, então seria mais fácil achar lugar pra hospedagem, empresas que fizessem os passeios, facilidades de que precisaríamos.

Primeiro passo – Passagens para Paulo Afonso

Compramos as passagens (ida e volta, logo, claro) de ônibus, pela Progresso, que faz a viagem Recife-Paulo Afonso diariamente, em ônibus leito (fomos nesse, excelente), executivo e comum (tivemos que voltar neste, por causa do horário…não é desconfortável, mas extremamente cansativo). Aliás, fizemos a compra das passagens com bastante antecedência, já que, com quatro dias de folga e, ainda, a fama proporcionada pela novela, poderia ficar difícil achar o que precisava, depois.

Tem aeroporto em Paulo Afonso, mas acho que só tem vôo de Salvador pra lá, hein – pelo menos foi o que achei na internet (fora quem tem seu próprio jatinho, claro rs). Obviamente você também pode ir de carro – as rotas saindo daqui do Recife são essas.

Segundo passo: hospedagem em Paulo Afonso

Também por causa  da possibilidade de não encontrar vagas, reservamos logo um hotel. Foi nosso maior investimento, já que escolhemos, por conveniência e conforto mesmo, o maior e mais caro hotel de P.A., o San Marino. Valeu a pena, o hotel é confortável, limpo, tem um café da manhã excelente (também tem almoço e jantar – este, buffet livre, a 22 reais). Além disso, o lugar é no centro da cidade, o comércio fica logo atrás. Aliás, devo dizer que reservar o hotel com antecedência foi acertadíssimo: estava acontecendo um encontro de motociclistas na cidade bem neste feriado e todos os hoteis ficaram lotados. Mas, sim, existem outros hoteis por lá, como o Belvedere e o Executive, então vale a pesquisa.

Terceiro passo: os passeios

Aconselho que marquem tudo antes de ir. Tivemos uma grande sorte: a Grace, que nos atendeu no San Marino, organizou os nossos passeios, como um “extra” do hotel. Não sei se faz isso sempre – suponho que sim, mas é bom perguntar. Apesar de ter vários atrativos turísticos, tivemos um pouco de dificuldade de nos fazermos entender o que queríamos ver e nos passarem informações precisas, sugestões do que seria melhor em pouco tempo e valores dos passeios. Isso se dá principalmente por um motivo: não estávamos de carro.

Assim,além de valores para ter um guia ou o ingresso de um atrativo, também tínhamos que acrescentar aí o valor para um táxi, um carro com motorista. Valeu muito isso tudo, até porque não dá pra chegar de ônibus comum ou a pé em grande parte dos atrativos. Não foi algo complicado, conseguimos resolver com a ajuda do pessoal do hotel (novamente), mas, se possível, vá de carro ou alugue um por lá.

Pra facilitar pra vocês, farei o que não encontrei antes de ir: um roteiro turístico em Paulo Afonso e arredores, no Vale do São Francisco. Se prepara que lá vem textão – ou melhor, um post gigantesco, quase um mini-guia.

Paulo Afonso

1º Dia – Ida para Paulo Afonso 

Como disse, fomos de ônibus rodoviário, tipo leito, pela Progresso. A passagem custou cem reais. O viagem sai do Recife às 23h30 (na verdade, atrasou meia hora) e chega lá mais ou menos seis horas e meia depois. Dormi a viagem quase toda, então o que posso dizer é que foi tranquilo (rs).

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2º Dia – Chegada em Paulo Afonso + passeios

Chegamos mais ou menos às seis e meia da manhã em Paulo Afonso e pegamos um táxi para o San Marino (dez minutinhos, apenas). Aconselho perguntar antes por quanto fica a corrida (não vi taxímetros!). Bem instalada no hotel, conversei com a Grace (gerente ótima do lugar) a respeito de passeios – e ela simplesmente articulou todos eles pra gente.

Como não havia a opção desse serviço no site do hotel, aconselho que, caso fique hospedada por lá, envie um e-mail e combine logo tudo. Basta dizer o que mais interessa (no meu caso: catamarãs com banho no rio São Francisco era a prioridade máxima) e pronto, tudo esquematizado. Não sai mais caro do que fazer isso passeio por passeio e evita qualquer estresse – havia ligado pra um grupo que organiza passeios antes, mas foi bem difícil entenderem que eu estava sem carro e não sabia os caminhos por lá. Tudo resolvido no próprio hotel, fomos ao nosso primeiro passeio:paulo_afonso novos40 claudiagiane 2016 3


Complexo hidrelétrico de Paulo Afonso – Era o único lugar em que lembrava de haver estado, um dia, em Paulo Afonso, ainda criança, quando fui ao casamento de um tio, na antiga Petrolândia (hoje inundada). Para visitar o lugar pagamos 140 reais (para duas pessoas) pelo guia com carro para nos levar lá e contar toda a história do lugar. O complexo de usinas tem duas coisas impressionantes: a própria natureza, com os cânions, cascatas, plantas, mandacaru em flor (“fulora” muito por lá, coisa mais linda!)  e a capacidade humana de fazer algo tão gigantesco.  Eu pensava principalmente em como, há décadas, quando aquela região era praticamente só mato e água, sem os equipamentos que temos hoje e totalmente sem segurança, foi possível começar aquilo tudo, o legado que deixaram! Uma coisa engraçada – estávamos lá na parte de cima do cânion, onde fica a hidrelétrica e ouvimos alguns gritos – eram uns meninos pulando na água, fazendo das piscinas naturais com dezenas de metros de profundidade o seu parque aquático – naquele calor todo e com a toda a expectativa em entrar no rio, eu meio que invejei, não vou mentir (rs). Enfim, vale a visita guiada, é bom conhecer a história da grande “usina de energia do Nordeste”.  Nos caminhos de ida à hidrelétrica e volta ao hotel fizemos um city tour rapidinho por outros pontos de Paulo Afonso – merecia um pouco mais de tempo, mas havíamos chegado neste dia, demoramos no complexo hidrelétrico e já havia outro passeio marcado para o período da tarde. Tente fazer isso com mais tempo.

  • Almoço – Como havíamos chegado neste dia, já tínhamos ido à hidrelétrica e precisaríamos sair rapidinho, almoçamos no próprio  San Marino. O almoço é à parte da hospedagem, claro. O hotel tem um restaurante com buffet no peso, aberto a todos, mesmo que não esteja hospedado. Gostei bastante.trilha_mochila paulo_afonso delmiro_gouveia alagoas deck são francisco velho cico claudiagiane novos40 2016
  • Passeio para Angiquinho + Trilha Mochila – Pode colocar o biquíni por baixo da sua roupa, que esse passeio termina em banho de rio, oba! Mais uma vez pagamos o guia + motorista pra ir (não lembro o preço – socorro! – mas acho que saiu mais de 100 reais por pessoa, viu?). Angiquinho é a primeira hidrelétrica da região, na cidade de Delmiro Gouveia – o nome é homenagem um dos pioneiros na industrialização do país. Queria ter conhecido melhor a cidade, pois foi lá que nasceu minha (já falecida) avó (paterna) Maria, no tempo em que a cidade se chamava “Pedra”. A usina foi criada para fins particulares – levar energia à indústria do próprio Delmiro, mas acabou fazendo muito mais. Praticamente só há ruínas, algumas casinhas e um ou outro maquinário por lá, mas, se no moderno complexo de Paulo Afonso eu já fiquei boba em como conseguiram fazer aquilo tudo, no começo das obras, ali fiquei de queixo caído só de imaginar que foi construído muito antes, sem suporte de CHESF nem nada. Pra quem ficou curioso, o Angico é uma árvore.  Favor não confundir com a Grota de Angicos, local onde morreu Lampião e quase todo o seu bando – esta fica em Sergipe e dá pra visitar através da Rota do Cangaço, que, infelizmente, não deu tempo de fazer. Mas em Angiquinho há uma gruta no meio de um cânion onde dizem que o rei do cangaço pode um dia ter se escondido. ATENÇÃO: para visitar Angiquinho é preciso estar acompanhado de um guia com autorização pra entrar na área – não basta ser credenciado. A que nos acompanhou se chama Quétila e eu recomendo muito, pode perguntar por ela onde ficar hospedado, que é bem conhecida por lá.  De lá fomos ao Trilha Mochila (, área às margens do rio São Francisco, que funciona como um parque, quase um clube – tem áreas para trilhas e, lá embaixo (lembre: área de cânions), junto ao rio, tem uma estrutura bacana de deck, serviço de bar, chuveiro – é aqui onde os barcos catamarãs saídos de Paulo Afonso param para os passageiros mergulharem no São Francisco. Lá estão sendo construídos chalés para, no futuro, quem quiser se hospedar por lá e até um tipo de carrinho para descer e subir a mega-ladeira que quem chega por terra enfrenta pra chegar ao rio – né brincadeira não, gente, são uns 90 metros de lá de cima até embaixo, em uma ladeira super-íngreme, não dá pra descer de carro ou moto (o único que enfrenta isso com um veículo é o Walter, dono do lugar, com uma camionete 4×4 onde peguei carona pra subir, morta de medo – mas a descida já havia me dado um estirão na coxa que durou toda a viagem rs). Aquele mergulho na prainha formada pelo Velho Chico…que coisa maravilhosa!
  • Jantar – Estávamos mortas de cansada – lembrem que viemos da viagem direto pro agito, era só nosso primeiro dia por lá! Então não fomos atrás de nada típico, nos contentamos em ir à delicatessen Boa Massa, que tem uma pizza ótima. Depois só descanso pra poder passear mais no dia seguinte.

 

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3º Dia – Catamarã de Paulo Afonso

Existem passeios de catamarã saindo de vários lugares, na região: Canindé do São Francisco, Piranhas e Paulo Afonso, os mais conhecidos. Foi dia de fazer o passeio que sai de P.A. O passeio custa 60 reais por pessoa – você contrata lá no Núcleo de Apoio ao Turista (grave esse lugar, é aí onde você consegue todas as informações que precisa), pertinho de onde eu estava hospedada e é de lá mesmo de onde saem as vans que levam até o cais de onde saem os barcos.Que coisa linda, passar entre os cânions gigantescos, ver aquela água verdinha, se ligar na profundidade daquilo ali. Aí  eu sou lembrada de que muitas daquelas áreas não eram como é hoje – lembre que ali é região de hidroelétricas, o que significa que houve inundações, o rio teve que mudar de curso, ciclos foram fechados e outros abertos. É tudo magnífico!

Dentro do catamarã há venda de petiscos e bebidas. Quando chega lá no Trilha Mochila, onde já havia ido, há uma parada para o banho de rio e aproveitar a estrutura do lugar – é mesmo melhor chegar de barco do que descer a ladeira andando, viu?.  O passeio todo dura entre três horas e meia a quatro horas – como saímos às 10h e pouco, a volta já se deu no meio da tarde, então não dava pra marcar mais nada. Fomos bater perna pelo comércio de Paulo Afonso mesmo – maior do que esperávamos, com lojas populares e algumas de grife.  Só não é fácil achar lugares que vendam souvenir, infelizmente (eu amo, mas não comprei nem unzinho).

Jantar – Havíamos pensado em conhecer algum bar ~de balada ~ de Paulo Afonso,mas como precisaríamos estar de pé às 5h e pouca da manhã no dia seguinte, pra fazer o passeio de catamarã por Xingó, ficamos ali por perto do hotel mesmo. Logo atrás do San Marino há um calçadão com vários barzinhos e um deles, bem simples, chamou nossa atenção: o “Pedaço da Bahia” só tem um prato no cardápio: acarajé! Com algumas variações, como com ou sem camarão ou caruru, por exemplo, mas era só isso. Casca fininha e crocante, bem recheado, muito bem temperadinho, foi excelente! Melhor parte? O acarajé completo com um refrigerante saiu por uns dez reais, mais ou menos (lá só aceita dinheiro vivo, nada de cartão ou tíquete-refeição).

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4º Dia – Catamarã em Xingó 

Esse era o grande passeio pelo qual esperávamos, eu e minha amiga: passeio de catamarã pelo rio São Francisco por Xingó – área de cânion que foi inundada depois da construção da hidrelétrica de Xingó, em Sergipe. A saída do catamarã é da cidade de Canindé do São Francisco, a 76km de Paulo Afonso. Isso é um problema pra quem não tem carro, que era o meu caso, pois como chegar lá? Bem, o passeio no catamarã custa 90 reais (vale muitíssimo), mas contando com um carro com motorista e guia pra lá, pode somar ai mais uns 240 reais (para as duas pessoas). Mas nós tivemos uma grande sorte: Grace, nossa “salvadora da pátria” do hotel San Marino, conseguiu pra gente duas vagas em uma excursão que havia chegado de Natal e faria justamente esse passeio – não nos cobraram nada, foi uma “carona” mesmo, só precisamos pagar pelo passeio de catamarã. Mão na roda, não foi?

É nesse passeio que você mais sente a grandiosidade do rio São Francisco. A lotação do catamarã é de 250 pessoas e ele tem guia narrando todo o caminho, serviço de bar, chuveiro e tem térreo e primeiro andar. Ele vai primeiro por um braço do rio, pra depois entrar nele de fato. Tem música especial pra esse momento e eu chorei de emoção, confesso. Em uma gruta no meio do cânion há uma imagem de São Francisco de Assis, o padroeiro do rio (no dia do santo, em 04 de outubro, acontece uma procissão de barcos ali que, imagino, deve ser uma coisa linda). O passeio vai até uma área segura para mergulhar, com piscinas naturais, devidamente cercadas e com redes embaixo, para que todos mergulhem. A piscina de crianças tem 1,5m de profundidade e a de adultos, até 10 metros. Tem coletes salva-vidas e boias tipo “espaguete” para todos. Lá também tem um passeio de barquinho a remo (10 reais) pra você chegar ainda mais pertinho do rio e dos cânions.

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Volta do catamarã ao ponto original, o restaurante Karrancas, onde almoçamos (38 reais, buffet livre – achei bem mais ou menos, viu? Talvez a la carte seja melhor). Lá também tem aluguel de equipamento para praticar stand up paddle e até passeio de helicóptero (140 reais, pouco mais de cinco minutos – não fui).

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De lá, uma ida até Piranhas (AL), cidade que serve de cenário para muitas cenas da novela Velho Chico (cheguei até aqui sem ter falado nela!) e que, de verdade, parece mesmo cenográfica, de tão linda e colorida. Lá nós visitamos o Museu do Sertão, que conta parte da história do cangaço, a central de artesanato (é a terra do bordado, mas, sinceramente, não tinha quase nada disso) e o mirante, de onde se tem uma vista espetacular! Experimente o sorvete de rapadura que vendem lá!

Pronto, daí foi voltar pro hotel – jantamos lá mesmo (22 reais, com buffet livre, muito bom!) e fomos descansar, exaustas do dia puxado e feliz.

Eu e minha amiga Verônica, já planejando a próxima viagem

Eu e minha amiga Verônica, já planejando a próxima viagem

5º Dia – Volta pra casa e planos para as próximas viagens

Voltamos para Recife – ônibus comum, com zilhões de paradas no caminho, bem cansativo, mas o leito só sairia à noite, com chegada na capital pernambucana apenas na manhã de segunda-feira, então não ia rolar. Viagem cansativa, mas tranquila – chegamos bem, é o que importa.

Na volta pensei em coisas que queria ter feito em Paulo Afonso e arredores, mas não deu tempo de fazer, como a Rota do Cangaço, visita à Casa de Maria Bonita, trilha do Umbuzeiro e talvez até bungee jump na ponte metálica D. Pedro II (que liga Paulo Afonso a Delmiro Gouveia, com 62 metros de altura). Mas pensei, principalmente, em como a viagem foi ótima, como o rio São Francisco é maravilhoso e, claro, em como quero viajar mais, conhecer novos lugares, perto ou longe daqui – e contar tudo a vocês. Espero que aproveitem essas dicas. Me contem de suas viagens, depois.

Ali, no Dali, que delícia!

O final de semana nem chegou e já estou dando dica de restaurante, sim! É que o Dali Cocina, um dos restaurantes que mais gosto aqui no Recife, está cheio de novidades e faz tempo que eu queria contar isso aqui no blog. Dia desses fui convidada a conhecer o novo cardápio da casa. O Dali sempre teve boa variedade de pratos, com a comida mediterrânea como carro-chefe. Agora traz uma novidade que me agrada bastante: agregar ingredientes típicos nordestinos às receitas. Queijo-manteiga e batata-doce, por exemplo, estão lá. Outra novidade bacana está nos pratos vegetarianos, delicioso! Isso tudo sem abrir mão do toque mediterrâneo, claro.

E, minha gente, preciso dizer: que jantar maravilhoso eu tive, viu? Dá água na boca só de relembrar!

dali cocina restaurante Recife cardápio metidterrâneo regional

Os pratos da casa sempre foram muito bons, mas a chegada do chef Robson Lustosa deu uma incrementada, principalmente pela ousadia. As tapas e os bocaditos são ótimos como entrada ou na happy hour – novidade no horário do Dali. Aliás, eu espero que Chris e Gideão, sócios no restaurante, tenham aceito a sugestão de ter aquela mostra com um exemplar com variedades dessa categoria, em um só prato. Devo dizer que me surpreendi com as coxinhas de rã.

De principal, o filé ao molho de alho assado, com arroz de pimenta biquinho e chips de batata-doce promete conquistar a clientela – o único problema vai ser decidir entre ele e o Mezclado de frutos do mar. Pra completar, esse bolinho de chocolate e creme de avelã, acompanhado de sorvete, da última foto.

Já disse e repito: após os 40 anos “comer bem” é sinônimo de não apenas se alimentar de modo adequado, mas de lazer, bem-estar, alegria e prazer. Nessa idade a gente também já tem as próprias tradições, aqueles lugares onde você já se sente em casa e lembra das idas com os amigos – e restaurantes – não apenas bares e botecos – já se tornam um desses espaços. Me sentir em casa depois de tanto tempo sem ir a esse restaurante me fez perceber que ele já se tornou uma tradição totalmente minha. Curte aí a página do Dali no Facebook pra ver mais fotos e se ligar nos horários e vai lá!

Makis Place e seus temakis diferentes

Um dos principais programas pra quem está na casa dos 40 é sair pra comer, certo? Já faz tempo que me propus a experimentar novos sabores e conhecer novos lugares sempre que possível, por prazer.

makis place 1

Foi dentro dessa proposta, de voltar a provar algo que não curtia muito – o temaki –  que aceitei o convite para conhecer o Makis Place Recife, no bairro do Derby.. A unidade  é uma franqueada master de uma rede que já existe em várias cidades. Chama atenção a alta qualidade da matéria-prima usada  – alga é bem nova e crocante, enquanto o salmão, assim como outros peixes usados na casa, não é congelado – vem do Chile apenas altamente resfriado. Assim, não há o que derreter e o sabor não fica comprometido. Não há o serviço de delivery simplesmente porque não há como garantir que, com o transporte, a qualidade ficaria a mesma. Todas as unidades da Makes tem os mesmos fornecedores.

temaki flokis

Além de temakis tradicionais, o cardápio também tem sabores diferentes. Destaco os que tem “flokis” – , em vez de arroz, usam flocos desse grão. Como absorvem bem o sabor do peixe e do que mais vier junto – inclusive os molhos – ficam surpreendentemente gostosos. Outra coisa diferente que experimentei foi um temaki quente de cogumelhos. Delicioso! Aliás, a casa investe em ingredientes diferentes, como um molho de limão e laranja, queijo brie ou salmão defumado e ainda tem um bom cardápio vegano.

Os preços  da Makis Place cabem no bolso e há algumas promoções bem boas, todos os dias.Curti e recomendo. As fotos acima eu peguei na página da casa no Facebook – dá lá uma olhada pra ver outros sabores.