A idade certa para cada coisa?

O Business Insider publicou há poucos dias uma lista mostrando as atividades que estariam no auge, de acordo com cada idade. Ou seja: em que idade seria mais fácil realizar alguns feitos. Essa lista mostra uma media do que acontece, de acordo com pesquisas realizadas no Reino Unido e todas mostram um motivo. Pra ser mais clara, alguns exemplos:

  • Aos 7, 8 anos – aprender um novo idioma. Aprender uma segunda língua antes da puberdade, teoricamente, é mais fácil do que quando se é mais velho.
  • Aos 18, pico do processamento cerebral. 
  • As mulheres são mais atraentes para os homens quando estão com 23 anos
  • Aos 26, a melhor idade para se casar – porque nessa idade você já teria conhecido gente suficiente para isso e já teria escolhido o “com quem”
  • Os ossos ficam mais fortes aos 30
  • A habilidade para reconhecer rostos tem seu pico aos 32
  • Agora a nossa idade: é aos 40 anos que a maioria dos vencedores do prêmio Nobel fazem as suas grandes descobertas
  • Entre os 40 e os 50 anos de idade é que você reconhece melhor as emoções de outras pessoas, bastando apenas olhá-las
  • O melhor de todos: o pico da satisfação com a vida se dá aos 69. A pesquisa diz que as pessoas de 60 são mais satisfeitas do que as de 50.

De novo: a lista foi feita baseada em pesquisa científicas e mostra com que idade várias atividades atinge seu auge. Mas isso não significa que a gente não possa ter excelência em alguma coisa, mesmo estando “fora da idade”. Um tanto de dedicação aqui, uma ingestão maior de cálcio e vitaminas acolá e bastante empenho garantem o resto. A melhor idade pra cada coisa também depende de você.

A lista completa está aqui.

Levanta, que sentar envelhece

Uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia em San Diego comprova: ficar sentado por mais de dez horas por dia – e a gente fica desse jeito, facilmente, em dias de trabalho – e não se exercitar pode envelhecer as células em até oito anos. Para chegar à conclusão foram pesquisadas 1500 mulheres entre 64 e 95 anos de idade.

A pesquisa mostrou que as mulheres que se exercitavam menos de 40 minutos por dia e ficavam sentadas por mais de dez horas tinham telômeros mais curtos – aquelas extremidades do DNA que, quando ficam curtas demais, a ponto da célula não conseguir se partir mais, começa o processo de envelhecimento, sobre o qual escrevi neste post. Isso, vale dizer, não é em relação à idade cronológica, mas biológica, ou seja, como o corpo reage. Como resultado, essas pessoas também têm níveis mais alto de colesterol, obesidade e problemas cardiovasculares.

Ou seja: mais sedentarismo = telômeros mais curtos = envelhecimento mais cedo. Levanta da cadeira, que ficar sentado demais não tá com nada!