Projeto Felicidade: o livro

Para começar bem 2018 vou recomendar um livro que vai ficar com você o ano inteiro: “Projeto Felicidade”. Parece uma simples auto-ajuda, mas não é. A autora Gretchen Rubin mostra o caminho que ela percorreu para ser mais feliz na vida. Objetivos que procura atingir, mês a mês, com um planejamento bem delineado. São como resoluções de início de ano que seguem um plano de execução.

Uma coisa boa do formato que a autora escolheu é ver que a busca pela felicidade deve ser um processo contínuo, que permeia várias áreas da vida: trabalho, relacionamento familiar e a sua relação consigo mesmo são algumas delas. Gretchen propõe alguns exercícios diários que, você vai ver, em sua maior parte são simples de executar – e podem fazer uma diferença tremenda em sua vida! A todo instante, uma nova oportunidade aparece e o livro mostra caminhos para aproveitá-las da melhor forma.

Outra coisa bacana: a proposta apresentada por Gretchen é para um ano, então pode seguir tranquilo, que tem bastante tempo para executar tudo direitinho. Uma boa para começar bem 2018, não acham?

Aqui você encontra o livro para comprar:Projeto Felicidade

50 Tons Mais Escuros: O que Virá por aí?

O que acharam do trailer, lançado esta semana, do filme 50 Tons Mais Escuros, a sequência de 50 Tons de Cinza?

Já deu pra sentir um pouco do que vem por aí, né? Grey doidinho pra reconquistar Anastasia. Mas é aquela coisa, né? Parem com o exagero, trata-se um filme legal e divertido,mas é um romance quase romântico mesmo, do tipo príncipe encantado e mocinha pobre, historinha de amor um tiquinho apimentadinha, com aquelas dosezinhas de ciúme, insegurança e afins de livros estilo Sabrina/Bianca, bem antiquados, mas bacaninhas e sacaninhas.

Paremos de querer analisar e dizer que é o ápice da safadeza. Apenas curta, se divirta, É isso. Que venha o sr. Grey!

P.S. Relembre aqui o que escrevi quando o primeiro filme da série foi lançado.

Novo Bridget no cinema: voltei a me empolgar

Confesso que não estava nem um pouco animada pro novo filme de Bridget Jones que está pra chegar aos cinemas. Mas é que eu não havia lido nada a respeito e jurava que era baseado naquele último livro do qual eu já havia escrito aqui no blog e que eu não havia curtido, lembra? (quem não lembra lê agora rs). Mas aí, às vésperas do filme estrear, voltei a me animar…

Revi esse trailer

Bridget 

 

Vi Renèe ZellWeger linda, na pré-estreia, na Inglaterra e junto dos lindões Patrick Dempsey e Colin Firthbridget

Sobre as fotos acima duas coisas a dizer:

  1. Que vestido fantástico, esse vestido de seda azul Schiaparelli, midi, com um broche maravilhoso, adornando uma fenda divina e um ombro só…qual o melhor elogio, gente? Apenas quero esse vestido pra mim!
  2. Lembrem que Renée tem 47 anos, Patrick tem 50 e Colin tem 55 anos e os três estão sensacionais! E danem-se vocês que ainda falam mal das plásticas e procedimentos que ela fez, que agora estou achando ela ótima, sim! Cada um faz o que quiser pra se sentir bem, afinal.

O filme tem previsão pra chegar por aqui lá pelo dia 29 e eu JÁ QUERO ver Bridgetzinha grávida, louca, enjoada, com nenem nos braços, disputada por dois homens lindos-e-maravilhosos e…gente, voltei 12 anos no tempo?

 

Como mudar de hábitos depois dos 40?

o poder do hábito

Eu precisava mudar de hábitos. Na verdade, todo mundo que tem algo que incomode a si mesmo precisa mudar o modo de fazer certas coisas. Mas como, aos 42, mudar em mim o modo de fazer e, muitas vezes, até de pensar? Foi pensando nisso que comecei a ler o livro “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg.

É que é tão difícil mudar algo que parece estar “cimentado” na gente, que dá até agonia.  Mudar hábitos alimentares e introduzir uma rotina de exercícios físicos, por exemplo, não é fácil. Só pra citar um exemplo, nesses últimos dias tenho tentado seguir uma dieta com várias restrições, por questões de saúde mesmo, por causa de uma pan-gastrite, e tenho sentido tanta falta de certos alimentos que até fico meio sem ânimo pra comer. Mas existem comportamentos que são ainda mais complicados, como o modo que você se comporta no seu trabalho e em relacionamentos (de paquera, namoro e afins).

Então nesse livro Duhigg mostra de onde vêm os hábitos, como eles se formam e como, algumas vezes, só precisamos de outra motivação, outra “recompensa” – melhor dizer, contrapartida – para que aquele primeiro desapareça. Nossa mente trabalha com deixas, rotinas e recompensas, em um ciclo eterno, até que o quebremos. É interessante ver que os hábitos existem por um processo da natureza mesmo, para que o corpo não precise trabalhar tanto com novas informações. É quase uma “preguiça” do organismo – seguir pelos mesmos caminhos é sempre mais fácil, afinal.  É assim para todo hábito arraigado: roer unha, fumar, não se exercitar e até a obsessão por pessoas.

Não é um passo de mágica, existe um processo, mas mudar de hábitos não é impossível, como muitas vezes nos parece e isso independe da idade. Ou seja: até mesmo pelos seus #Novos80 ainda será possível mudar algo em sua rotina! Isso é alentador, não acham?  Posso dizer que estou tentando mudar algumas coisas em mim – umas coisas mais difíceis, outras menos do que imaginava. Esse livro é um bom ponto de partida e certamente o terei como fonte de consulta ao longo da jornada.

Eu ainda tenho um longo caminho a percorrer, ainda não mudei a maior parte dos hábitos que preciso mudar, mas já começo a dar os primeiros passos. Vamos nessa?

P.S. Aproveitar pra um #ad que vale muito: olha aí o link pra comprar o livro – O Poder do Hábito

 

A Bela Velhice – vídeo

O tamanho da vaidade no Brasil. De um lado, algo positivo: a mulher brasileira investe cada vez mais em si mesma. De outro, o negativo: uma insatisfação eterna consigo. Aceitar o processo de envelhecimento ou tentar se “congelar” no tempo? Esse vídeo da antropóloga e escritora Miriam Goldenberg é bem curtinho, tem menos de cinco minutos, mas faz pensar um bocadinho a este respeito. Olha só:

a bela velhice | com mírian goldenberg from Henrique Lukas on Vimeo.

O vídeo trata do livro “A Bela Velhice”, de autoria da própria Miriam Goldenberg e lançado em 2013. Na obra ela trata do envelhecimento da sociedade, do significado de “envelhecer” na nossa cultura, sobre felicidade na velhice, ao mostrar que a “bela velhice” está ligada a um “belo projeto de vida”.

Taí um livro que preciso ler, afinal, estou envelhecendo – não a partir dos 40, mas desde que nasci, assim como você e qualquer outra pessoa, certo?

Livros e bate-papo: vem!

Alô, você que está pelo Recife/Olinda/RMR neste feriadão – #tamojunto –tenho uma dica pra você: vá à Fenelivro, Feira Nordestina do Livro, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco até esta segunda-feira (07/09). Tem estandes de editoras e livrarias, escritores, editores e, claro, muita gente que gosta de ler – melhor tipo de gente, concordam?]

fenelivro feira livros varejão estudante

Mas tenho um convite ainda mais específico: euzinha mesma também vou participar de um jeito bem bacana: estarei no estande do Varejão do Estudante, às 16h, para um bate-papo bem bacana. O tema é “Escrever: sempre é tempo de começar”. Não poderia ser diferente pra quem tem um blog para pessoas com idade a partir dos 40 anos, né? Então se você já teve vontade de escrever um livro, cordel, blog ou qualquer outra coisa assim, mas acha que é tarde pra começar, aparece lá no estande do Varejão amanhã, pra gente ter uma conversinha sobre isso!

Acho que vai ser massa! Sintam-se todos convidados. Aguardarei vocês!

Christiane F, 51 anos

christiane f. nos dias de hoje

Muitos adolescentes na década de 80 leu o livro “Christiane F: 13 anos, drogada e prostituída”.  Para quem não leu,ele: narra a vida da adolescente alemã Christiane Felscherinow, que aos 13 se prostituía nas ruas de Berlim para sustentar seu vício em drogas. O livro mostra a sua relação com a família, conta como foi pra rua, os amigos que fez nas ruas, primeiro namorado e tentativas de deixar as drogas. O livro, que havia sido escrito em 1979, virou fenômeno mundial e tornou-se um filme também bastante famoso em 1981.

Alguns que leram aquele livro já se perguntaram, em algum momento, o que teria acontecido com Christiane ao longo do tempo. Se livrou das drogas? Morreu por causa do vício? Bem, no ano retrasado (em 2014 no Brasil) ela lançou o livro (escrito a quatro mãos com Sonja Vukovik) “Eu, Christiane F. A vida apesar de Tudo” onde conta o que depois da primeira obra até hoje. Ela está com 51 anos, tem um filho que na época do lançamento de “…A vida apesar…” estava com 17 anos, leva uma vida bem reservada, tem a saúde bem afetada por causa das drogas e vários conflitos internos por causa do livro que mostrou a sua vida aos 13 anos.

Ela se queixa de muitas coisas, como a perda da privacidade, o fato de até hoje ser apenas como a que se droga e se prostituía” e aparece bem amarga em várias passagens. Mas ela também conta como foi a viagem a NY para o lançamento do filme baseado em sua vida,como esteve presente em vários momentos importantes da história do rock/punk, da proximidade com famosos, dos lugares que conheceu, do tempo que morou na Grécia e do dinheiro que ganhou. Até hoje o livro de 1979 é sua grande fonte de renda. Em alguns momentos parece um tanto paranoica, não sei se com razão ou se é mais uma sequela do que viveu e tomou.

Bem, achei algumas passagens do “Christiane F.: A Vida Apesar de Tudo” um pouco cansativas, outras bem interessantes – especialmente as que ela conta o nascimento da onda punk. É bem fácil você sentir uma certa raiva por ela ter desperdiçado algumas boas oportunidades por causa do vício ou do medo – mas também sente uma vontade de ajudar.. De qualquer modo, achei bem interessante saber o que aconteceu com aquela menina que eu e o mundo conhecemos na década de 80. Se você também já leu, me conta o que achou.

50 tons de polêmica

50 tons de cinza

Antes de tudo, me desculpem pelo título ridículo, não resisti. O negócio é o seguinte: na semana passada o filme “50 Tons de Cinza” entrou em cartaz.Como se sabe, o filme é baseado na trilogia de livros da inglesa E..L. James e conta a história do milionário Christian Grey (daí os tons de cinza, que tem mais a ver com as várias faces do personagem que com cores, exatamente) e da universitária Anastasia. Bom, eles iniciam um relacionamento que se mostra baseado em presentes caros, interesse, curiosidade, paixão, obsessão e sadomasoquismo.,,e amor, dizem.

Na época do lançamento os livros foram descritos como romances eróticos feito para mulheres mais velhas, a partir dos 40 anos, sendo grande parte casada. O filme é baseado no primeiro livro e chamou a atenção de quem até agora não sabia do que se tratava.  Preciso dizer que não achei os livros uma “revolução sexual” como alguns pintaram. Não sou adepta de sadomasô, mas vi o livro como um romance comum, de mocinha-encontra-príncipe, sendo que ele não é tão príncipe assim e tudo envolve grana e dor. A revolução está só no fato de que teve gente que só agora descobriu que mulher também gosta de sexo por prazer, mesmo quando já são mais “maduras” (TCHARAM!).

Bem, com atenções voltadas para o filme o para os livros surgiram polêmicas:

– Christian Grey é um bandido, que bate em mulher

– Anastasia é uma interesseira, já que se apaixonou depois de ganhar presentes caros

– Todo casal tem seu segredos e o sadomasoquismo é o deles

– Christian se aproveitou da ingenuidade e inocência da então virgem Anastasia

– Anastasia sabe muito bem no que está se metendo

– Tem gente que nunca curtiu BDSM e agora quer tentar – vai dar merda, pra alguns.

– Quem já viu assinar acordo para não contar a ninguém que leva surras na hora do sexo?

– O filme é um atentado ao feminismo

– Cinquenta tons é apenas um romance, como qualquer outro, em que pessoas procuram alguém para amar, com suas qualidades e defeitos

– O filme não tem sexo o bastante, é fraco

– O filme é semi-erótico

Se não curte a história, você acha que vale dar uma olhada no filme pelas polêmicas que levanta? Por enquanto, prefiro não opinar mais do que já fiz. O filme está em cartaz no país todo, então deixo as discussões para vocês. Me contem o que acharam!

Bridget Jones, Renée Zellwegger e o tempo

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No início dos anos 2000 eu era fã da Bridget Jones, personagem principal de dois livros escritos por Helen Fielding, que depois se tornaram filmes também bem-sucedidos. Assim como muitos leitores daquela época, fiquei entre a ansiedade e a apreensão, doida pra ler, quando soube que, 14 anos depois, Helen havia escrito um novo livro sobre a personagem: “Bridget Jones: Louca pelo Garoto”. Depois de toda essa expectativa eu o li e…não curti muito.

Talvez apenas não tenha me identificado, já que em “…louca pelo garoto” Bridget já tem mais de cinquenta anos (eu poderia jurar que tínhamos mais ou menos a mesma idade, só depois me liguei que eu devia ter 20 e poucos quando li os livros em que ela estava com 30 e poucos), é viúva (nem casei) e tem dois filhos pequenos, enquanto eu não tenho nenhum.

A impressão é que ela se tornou uma pessoa que não amadureceu: é relapsa com o trabalho e, em boa parte da história, também com os filhos. Parece mais preocupada com o próprio corpo e em como manter o namoro com o tal garotão do título (caso você não saiba, vou dizer algo que, a essa altura do campeonato nem é spoiler: Bridget ficou viúva) . Isso sem mencionar que a autora parece um pouco obcecada com vômito, gases e outras coisas assim. Enfim, não vou dizer que o livro é todo ruim, mas demorei um bocado pra achar partes que gostasse – até encontrei, mas, de modo geral, achei decepcionante.

Eu acho, que assim como Bridget, também há muita coisa em mim que não mudei e coisas que preciso amadurecer, mas eu creio que hoje seja melhor em vários aspectos, desde aquela época. Amadureci e melhorei em vários aspectos, entende? Por mais que esses nossos #novos40 (ou 50, no caso da personagem) nos permitam mais liberdade para ser imaturos, não se pode exagerar e a estrela do livro demora pra compreender isso.

Mas, enfim, se você leu os livros 1 e 2, acho que deveria lê-lo, apesar das críticas negativas – as minhas não foram as únicas – mesmo que seja de curiosidade em saber como continuou a saga da personagem. Não vá com muitas expectativas, mesmo que elas sejam apenas de gargalhar muito. Mas, se sair uma quarta parte, compraria apenas por pura curiosidade e nada mais. Se a sua opinião ao ler for diferente da minha, comenta aqui no post!

Falando em Bridget…

renée zewlegger 2014 bridget jones

Esta semana a atriz Renée Zelwegger, que estrelou os dois filmes sobre Bridget Jones, reapareceu em público, após um longo sumiço, e chocou muita gente. É que o rosto dela está tão diferente que houve quem não reconhecesse. Não tenho nada contra quem faz peelings, plásticas, aplicações e qualquer outro procedimento para se sentir bem com o próprio rosto ou corpo. Desde que esteja dentro de um limite razoável e a pessoa esteja feliz, acho ótimo, até. Mas nessa eu também estranhei bastante: ela não está apenas quase irreconhecível, ela aparenta estar bem mais velha do que realmente é – ela tem 45 anos, mas parece ter bem mais de 50, não acham? Bom, ela diz estar feliz, então ok, mas tudo que eu pensei quando vi a foto dela foi “já pode fazer o papel da Bridget cinquentona, inclusive a cena em que coloca Botox e não sai exatamente como queria”. rs

Em resumo: eu acho que Renée e Bridget tem algo em comum: o tempo não lhe foi muito favorável E você, o que acha dessa polêmica toda com as transformações do rosto dela? Além disso, você acha que curtiria um novo filme da trama? Aguardo os seus comentários!

Fuá: o livro

 fuá livro erika

“Escrever um livro” é uma das coisas que estão na minha lista de coisas a fazer depois dos 40. Na verdade, é coisa que ensaio desde adolescente e nunca o fiz. Já me passaram poesias, dramas e outras coisas pela mente, mas nunca concretizei – até comecei um há pouco, mas nem sei se um dia o finalizarei. Pois eis que uma amiga minha, Erika Valença, está lançando o segundo livro de sua autoria, antes mesmo de chegar aos quarentinha.

Sabida do jeito que é, a escritora é uma devoradora de livros, portanto, assuntos não lhe faltam. Então amanhã ela lança o “Fuá”, às 19h, no Café Castro Alves, na rua do Lima, bairro de Santo Amaro. “Fuá”, você sabe, significa “bagunça” – neste caso, apenas uma mistura boa de estilos: conto, poesia e o que mais Erika achar adequado pra contar as suas histórias. Tenho certeza que o resultado ficou bacana – amanhã irei ao lançamento do livro e conferirei tudo. Fica o convite para você ir também! (e, para mim, o incentivo para colocar um “ok” no tópico desta ideia, na minha lista).