“Vovós do grafite”

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Ah, aquele barulhinho bom de estereótipo sobre idade sendo derrubado! Olha essas senhorinhas e senhorzinhos aí arrasando no grafite! Grafiteiras, aquilo que normalmente se associa a pessoas bem jovens. Elas fazem parte do projeto LATA 65, workshop de arte urbana para idosos, um movimento que surgiu em Portugal em 2012, mas já aconteceu em outros países, como Espanha e até mesmo aqui no Brasil.

Para as aulas, tem o público mais jovem que ensina a essa turma mais velha a história do grafite, conceitos, explicações sobre cores e técnicas e aprender a diferenciar grafite de outras intervenções urbanas. Depois disso, claro, a parte prática, levando a arte urbana às ruas e pintando murais. Um jeito bacana de aproximar gerações, de mostrar que idade é só um número, que tem muita gente disposta por aí, de afastar o preconceito de idade e, ainda, de levar cores às ruas.

Bacana, né? O LATA 65 tem uma página no Facebook, com todas as informações e novidades sobre o projeto. E se você, aos 40, já pensou em aprender a grafitar, mas achava que poderia ser tarde demais, que esse post sirva como um incentivo. :)

Imagem: pic by _ Rui Soares // Photography, fanpage LATA 65

Cientistas descobrem a “idade real”

pessoas mais velhas saudáveis

Você pode não ter chegado ainda aos 40 anos. Ou já ter passado dessa idade há muito tempo, apesar do que diz a sua certidão de nascimento. É que cientistas britânicos divulgaram esses dias que desenvolveram um exame de sangue simples que poderia “dizer” qual a verdadeira idade de uma pessoa – do seu físico, na verdade. Isto significaria que a idade que você tem cronologicamente seria apenas um número sem tanto significado (a gente sempre soube disso, né?).

Pois bem, os cientistas do King’s College London, em parceria com outras instituições, depois de um estudo de sete anos, conseguiram identificar sinais que mostram quanto uma pessoa estaria ou não envelhecendo bem e se teria sinais de desenvolver doenças relacionadas à idade.  Detalhe: a real idade mostrada nesse estudo independe do estilo de vida da pessoa que faz esse teste de sangue, é algo puramente genético mesmo.

O teste, que pesquisa 150 genes, poderia prever Alzheimer e demência antes mesmo que se desenvolvessem, por exemplo. Isso pode ajudar a desenvolver tratamentos para prevenir esses males. O desenvolvimento desse trabalho pode resultar em tratamentos que podem prolongar a boa saúde até que as pessoas se tornem – também cronologicamente – mais velhas, algo que interessa a todos, pois resultaria em uma sociedade – que está envelhecendo, em todo o mundo – mais saudável.

Veja mais sobre a pesquisa no site do King’s College.