Teste de DNA para cuidar da pele

Como saber qual o seu tipo de pele, que cuidados deve ter, que produtos deveria usar? Bem, um bom dermatologista poderia dizer tudo isso, mas uma moda, que já chegou aos Estados Unidos, deve chegar por aqui também: teste genético específico para tratamento de pele.

Por esses dias eu li sobre o HomeDNA Collection Kit, com o qual a pessoa pode fazer um teste de DNA em casa mesmo, de modo indolor, enviar ao laboratório e receber, posteriormente, informações preciosas sobre sua própria pele. Entre essas informações, estão quanto você é sensível a raios solares, o nível de elasticidade da sua pele e que suplementos alimentares você deveria tomar e até tratamentos que já deveria começar a fazer. Dá até pra saber com que rapidez sua pele provavelmente vai ter rugas!

Eu achei bacana a possibilidade de fazer um teste desses assim, bem facilmente, saber por que minha pele é do jeito que é e que cuidados eu deveria ter para prevenir algumas coisas, no futuro e de forma tão detalhada. Acho que, junto com o médico, tornam-se uma dupla imbatível no cuidado com a pele. Fiquei com vontade de experimentar esse teste. Alguém aqui já experimentou?

Teste genético para verificar risco de câncer de mama

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Lembram quando Angelina Jolie retirou as duas mamas depois de fazer testes genéticos que detectaram que ela tinha chances bem grandes de ter câncer de mama bastante severo? Pareciam testes tão distantes da gente, algo que só nos Estados Unidos pode ter, né? Mas, na verdade, aqui mesmo no Recife e em outras cidades próximas é possível fazer esses testes.

Aí, veja só, o Genomika, laboratório clínico para testes moleculares e genéticos que lida em áreas de doenças raras, hereditárias , oncologia, hemato-oncologia e bem-estar-saúde, deixou público um teste para você saber se, pelas suas características físicas e histórico familiar, teria necessidade de fazer um desses testes genéticos. No final ele gera um resultado – que não é para criar alarme, mas apena para você saber que seria interessante passar, se for possível por um teste genético. O resultado do meu foi esse::

 mamarisk-genomnikaPelo meu histórico familiar, idade e outros fatores, eu deveria fazer um teste genético para detectar os riscos de ter um câncer de mama. Ano passado fiz um post sobre o Outubro Rosa e já relatei um susto que tive ao perceber uns nódulos em um autoexame enquanto tomava banho – para a minha felicidade, eram só nódulos líquidos, mas que me deram um susto tremendo. Ficar alerta é sempre necessário. Cliique aqui para fazer o seu teste do Genomika. 

A Ciência e os “atletas coroas” das Olimpíadas

Na semana passada fiz um post bacana aqui no blog, sobre os atletas de mais de 40 anos de idade nas Olimpíadas. Aí ontem saiu uma matéria muito legal, no Fantástico, também sobre esses atletas “coroas”, com foco no uso da ciência para que o fôlego e explosão muscular permaneçam, mesmo com o passar dos anos.

Biomecânica para identificar e corrigir desequilíbrios, remédios que evitam o endurecimento de fibras e até terapia genética, com o uso de células-tronco para que seja possível prolongar a vida como atleta já são realidades. Inicialmente esses trabalhos são voltados a atletas de alta performance, mas que podem servir a nós, simples mortais, também. Eu acho tudo isso muito interessante, porque, mesmo não sendo atleta, espero que, se tiver uma vida longa, que ela continue sendo saudável e independente. O que vocês acham disso?

A matéria completa do Fantástico está aqui.

Cientistas descobrem a “idade real”

pessoas mais velhas saudáveis

Você pode não ter chegado ainda aos 40 anos. Ou já ter passado dessa idade há muito tempo, apesar do que diz a sua certidão de nascimento. É que cientistas britânicos divulgaram esses dias que desenvolveram um exame de sangue simples que poderia “dizer” qual a verdadeira idade de uma pessoa – do seu físico, na verdade. Isto significaria que a idade que você tem cronologicamente seria apenas um número sem tanto significado (a gente sempre soube disso, né?).

Pois bem, os cientistas do King’s College London, em parceria com outras instituições, depois de um estudo de sete anos, conseguiram identificar sinais que mostram quanto uma pessoa estaria ou não envelhecendo bem e se teria sinais de desenvolver doenças relacionadas à idade.  Detalhe: a real idade mostrada nesse estudo independe do estilo de vida da pessoa que faz esse teste de sangue, é algo puramente genético mesmo.

O teste, que pesquisa 150 genes, poderia prever Alzheimer e demência antes mesmo que se desenvolvessem, por exemplo. Isso pode ajudar a desenvolver tratamentos para prevenir esses males. O desenvolvimento desse trabalho pode resultar em tratamentos que podem prolongar a boa saúde até que as pessoas se tornem – também cronologicamente – mais velhas, algo que interessa a todos, pois resultaria em uma sociedade – que está envelhecendo, em todo o mundo – mais saudável.

Veja mais sobre a pesquisa no site do King’s College.