Cameron Diaz, casada aos 42

Em dias de hoje ainda há quem pense em “idade pra casar”. Confesso que as vezes me contamino por essas ideias bobas que circulam e penso “acho que está tarde demais pra mim”. Nunca foi meu projeto de vida, mas não significa que não estivesse aberta à ideia, entende?  Aí aparece Cameron Diaz, que se casou aos 42 anos, e em um evento da amiga Gwyneth Paltrow e dá a real. Gwyneth perguntou à amiga porque ela esperou até estar na casa dos 40 para casar, ao que ela disse prontamente “Eu ainda não havia conhecido meu marido”.

Ela completou dizendo “Mulheres são muito objetificadas, mas meu marido tem conseguido me mostrar o que é não ter isso em um relacionamento e a sermos iguais”. “Meu marido é meu parceiro na vida e em tudo”. Eles se casaram em 2015, quando ela tinha 40 anos.

O relato da atriz fez com que várias mulheres mostrassem, nas redes sociais, sua identificação com a atriz, dizendo também preferirem casarem-se mais velhas, com alguém que realmente valha tentar o casamento. E você, o que acha?

Como mudar de hábitos depois dos 40?

o poder do hábito

Eu precisava mudar de hábitos. Na verdade, todo mundo que tem algo que incomode a si mesmo precisa mudar o modo de fazer certas coisas. Mas como, aos 42, mudar em mim o modo de fazer e, muitas vezes, até de pensar? Foi pensando nisso que comecei a ler o livro “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg.

É que é tão difícil mudar algo que parece estar “cimentado” na gente, que dá até agonia.  Mudar hábitos alimentares e introduzir uma rotina de exercícios físicos, por exemplo, não é fácil. Só pra citar um exemplo, nesses últimos dias tenho tentado seguir uma dieta com várias restrições, por questões de saúde mesmo, por causa de uma pan-gastrite, e tenho sentido tanta falta de certos alimentos que até fico meio sem ânimo pra comer. Mas existem comportamentos que são ainda mais complicados, como o modo que você se comporta no seu trabalho e em relacionamentos (de paquera, namoro e afins).

Então nesse livro Duhigg mostra de onde vêm os hábitos, como eles se formam e como, algumas vezes, só precisamos de outra motivação, outra “recompensa” – melhor dizer, contrapartida – para que aquele primeiro desapareça. Nossa mente trabalha com deixas, rotinas e recompensas, em um ciclo eterno, até que o quebremos. É interessante ver que os hábitos existem por um processo da natureza mesmo, para que o corpo não precise trabalhar tanto com novas informações. É quase uma “preguiça” do organismo – seguir pelos mesmos caminhos é sempre mais fácil, afinal.  É assim para todo hábito arraigado: roer unha, fumar, não se exercitar e até a obsessão por pessoas.

Não é um passo de mágica, existe um processo, mas mudar de hábitos não é impossível, como muitas vezes nos parece e isso independe da idade. Ou seja: até mesmo pelos seus #Novos80 ainda será possível mudar algo em sua rotina! Isso é alentador, não acham?  Posso dizer que estou tentando mudar algumas coisas em mim – umas coisas mais difíceis, outras menos do que imaginava. Esse livro é um bom ponto de partida e certamente o terei como fonte de consulta ao longo da jornada.

Eu ainda tenho um longo caminho a percorrer, ainda não mudei a maior parte dos hábitos que preciso mudar, mas já começo a dar os primeiros passos. Vamos nessa?

P.S. Aproveitar pra um #ad que vale muito: olha aí o link pra comprar o livro – O Poder do Hábito

 

A Bela Velhice – vídeo

O tamanho da vaidade no Brasil. De um lado, algo positivo: a mulher brasileira investe cada vez mais em si mesma. De outro, o negativo: uma insatisfação eterna consigo. Aceitar o processo de envelhecimento ou tentar se “congelar” no tempo? Esse vídeo da antropóloga e escritora Miriam Goldenberg é bem curtinho, tem menos de cinco minutos, mas faz pensar um bocadinho a este respeito. Olha só:

a bela velhice | com mírian goldenberg from Henrique Lukas on Vimeo.

O vídeo trata do livro “A Bela Velhice”, de autoria da própria Miriam Goldenberg e lançado em 2013. Na obra ela trata do envelhecimento da sociedade, do significado de “envelhecer” na nossa cultura, sobre felicidade na velhice, ao mostrar que a “bela velhice” está ligada a um “belo projeto de vida”.

Taí um livro que preciso ler, afinal, estou envelhecendo – não a partir dos 40, mas desde que nasci, assim como você e qualquer outra pessoa, certo?