No Oficina tem lagosta a gosto!

Lagosta Coral - uma enorme e deliciosa entrada

Lagosta Coral – uma enorme e deliciosa entrada

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Lagosta é um prato muito fino, né, gente? Mesmo que a gente more no litoral, assim como eu, não podemos dizer que é um prato trivial, do dia a dia, normalmente ela é servida em ocasiões especiais mesmo.

Mas como eu acho que o dia especial é aquele que a gente resolve que quer que ele seja assim, achei excelente o convite pra conferir o cardápio do Festival Lagosta a Gosto, do restaurante Oficina do Sabor, dentro da proposta (maravilhosa) do projeto Sabores de Pernambuco da casa. Era uma terça e resolvi que seria a “terça feliz de ver gente bacana”, já que sabia que encontraria outros amigos por lá.

Lagosta Tropicália

Lagosta Tropicália

Veja só, um cardápio com entrada e prato principal à base de lagosta e, ainda, uma sobremesa divina (tudo de côco, que eu amo!) por 88 reais, tá ótimo, não tá?  Ainda dá direito a uma taça de vinho, pra brindar esse dia feliz! Se for com amigos, faz como eu: combina de a outra pessoa pedir um prato diferente, prova um pouquinho pra já ter ideia do que pedir na próxima vez que for (são três opções de entrada e três de principal). Tudo combina bem com quela paisagem incrível que o Oficina do Sabor proporciona (sério, vá até a varanda!).

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Aquele momento em que a sua sobremesa é, na verdade, cinco sobremesas de côco

Aquele momento em que a sua sobremesa é, na verdade, cinco sobremesas de côco

Não é uma baita programação? Então se liga, que o festival Lagosta A Gosto vai só até o dia 10 de setembro! A propósito: eu pedi o hambúrguer de lagosta de entrada e o clássico Lagosta ao Thermidor como prato principal e amei!

Clica aqui pra acessar a página do Oficina do Sabor no Facebook.

“De tudo um côco” no Oficina do Sabor

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O restaurante Oficina do Sabor, do chef César Santos, em Olinda, é mais que um lugar pra ir comer. Virou, de certa forma, ponto turístico, já que está em boa parte dos roteiros de quem quer comer algo “típico”, mas que também seja sofisticado, pelas bandas de cá. A cozinha de César, valorizando ingredientes bem nossos e sendo um dos pioneiros a misturar salgados com frutas, é merecedora de destaque, mesmo.

E eis que ele inventa de novo, com festivais culinários próprios: cada festival destaca um ingrediente e, com este, ele cria entradas, principais e sobremesas. Um belo desafio! O primeiro festival é o “De tudo um côco”, que começou no início de maio e vai até o fim deste mês, e traz pratos com essa fruta (que eu amo, aliás). Por 78 reais o cliente tem acesso ao cardápio com uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Repara as opções: para a entrada pode ser “Discos de Tapioca Alto da Sé” (com recheios de coco fresco, aratu e camarão ao molho de coco), “Linguiças Embananadas” (linguiça caseira e banana comprida frita na manteiga de garrafa mais farofa de coco) ou “Panelinha do Bosque” (cogumelos salteados no óleo de coco e gratinados com farinha de coco crocante, acompanhadas de torradas de pão doce).

Entre os principais as escolhas são Camarão aos Coqueiros de Pernambuco (camarão perfumado ao molho de coco, purê de grão de bico e bolinhos de arroz frito empanado no coco); “Suíno aos Altos Coqueiros de Olinda” (filé de carne de porco ao molho de coco, abacaxi e semente de coentro, servido com arroz de coentro e batata doce frita) ou “Bacalhau Encrostado no Coco” (lombo de bacalhau grelhado envolto na Mousseline de Coco e crostas de Farofa de coco. Aí pra sobremesa Cesar bota pra quebrar e não economiza: um mix com pudim de coco, cocada mole, sorvete de soco e maria mole. Pohan! Deu até vontade, agora, viu?

Se prepare que vem mais por aí! Os ingredientes destaque dos próximos festivais do Oficina do Sabor, até outubro, já estão escolhidos: carne de porco (junho), lagosta (julho), bacalhau (agosto), cerveja (setembro), ostra (outubro). Feito dizia a minha avó: “já tô até amolando os dentes”. Fica de olho na fanpage do Oficina pra ver mais e já ficar salivando!

Ali, no Dali, que delícia!

O final de semana nem chegou e já estou dando dica de restaurante, sim! É que o Dali Cocina, um dos restaurantes que mais gosto aqui no Recife, está cheio de novidades e faz tempo que eu queria contar isso aqui no blog. Dia desses fui convidada a conhecer o novo cardápio da casa. O Dali sempre teve boa variedade de pratos, com a comida mediterrânea como carro-chefe. Agora traz uma novidade que me agrada bastante: agregar ingredientes típicos nordestinos às receitas. Queijo-manteiga e batata-doce, por exemplo, estão lá. Outra novidade bacana está nos pratos vegetarianos, delicioso! Isso tudo sem abrir mão do toque mediterrâneo, claro.

E, minha gente, preciso dizer: que jantar maravilhoso eu tive, viu? Dá água na boca só de relembrar!

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Os pratos da casa sempre foram muito bons, mas a chegada do chef Robson Lustosa deu uma incrementada, principalmente pela ousadia. As tapas e os bocaditos são ótimos como entrada ou na happy hour – novidade no horário do Dali. Aliás, eu espero que Chris e Gideão, sócios no restaurante, tenham aceito a sugestão de ter aquela mostra com um exemplar com variedades dessa categoria, em um só prato. Devo dizer que me surpreendi com as coxinhas de rã.

De principal, o filé ao molho de alho assado, com arroz de pimenta biquinho e chips de batata-doce promete conquistar a clientela – o único problema vai ser decidir entre ele e o Mezclado de frutos do mar. Pra completar, esse bolinho de chocolate e creme de avelã, acompanhado de sorvete, da última foto.

Já disse e repito: após os 40 anos “comer bem” é sinônimo de não apenas se alimentar de modo adequado, mas de lazer, bem-estar, alegria e prazer. Nessa idade a gente também já tem as próprias tradições, aqueles lugares onde você já se sente em casa e lembra das idas com os amigos – e restaurantes – não apenas bares e botecos – já se tornam um desses espaços. Me sentir em casa depois de tanto tempo sem ir a esse restaurante me fez perceber que ele já se tornou uma tradição totalmente minha. Curte aí a página do Dali no Facebook pra ver mais fotos e se ligar nos horários e vai lá!