Cientistas descobrem nosso “timer do envelhecimento”

Cientistas italianos descobriram recentemente a proteína que ligaria o “timer” do nosso envelhecimento, ou seja, o elemento que “ligaria” o botão “está na hora de envelhecer” do nosso organismo. Trata-se de uma molécula chamada Tzap, que ligaria as extremidades de nossos cromossomos, área chamada de “telômeros”.

Todo mundo nasce com telômeros de tamanhos determinados, que vão ficando menores cada vez que as células se dividem. Quando esses telômeros, essas extremidades, ficam curtas demais, a célula não se divide mais e começa a envelhecer.

Esses movimentos precisam ser muito bem ajustados, tanto para que o corpo também perceba o que precisa ser renovado e regenerado na gente, quanto para que não haja o excesso e surjam tumores, por exemplo. A proteína Tzap assegura que a célula não se prolifere demais.

A descoberta, por enquanto, vai até aí. Mas, já pensou se os cientistas descobrem um meio de fazer com que a Tzap retarde esse processo de “quebra”, de diminuição dos telômeros, por exemplo? Será que assim também poderiam retardar o processo de envelhecimento ou mesmo ter um controle mais efetivo sobre células cancerosas? É ao pensar nisso que vemos quão grande é essa descoberta.

O corpo “ideal”

corpo ideal perfeito

Esse material não é novo, mas ainda e sempre pertinente. A mulher na foto é uma modelo. Um serviço de medicina online do Reino Unido pediu que designers de 18 países diferentes, em vários continentes fizessem um trabalho de photoshop sobre o corpo dela, transformando o corpo dela em “perfeito”, “ideal”, de acordo com as preferências daquele país. A foto acima é a original. Eis alguns dos resultados:

África do Sul - corpo pequeno, pele clara

África do Sul – corpo pequeno, pele clara

 

Argentina - tipo mignon

Argentina – tipo mignon

 

Venezuela - tipo miss, com longos cabelos negros

Venezuela – tipo miss, com longos cabelos negros

 

Espanha - mais magra e bronzeada

Espanha – mais magra e bronzeada

 

Estados Unidos - mais curvas, mais cintura, muito bronzeamento

Estados Unidos – mais curvas, mais cintura, muito bronzeamento

China - muito magra, pouca cintura, olhos grandes

China – muito magra, pouca cintura, olhos grandes

Ou seja, bem aquilo que a gente já sabia, mas teima em deixar pra lá: corpo ideal não existe: contextos e culturas fazem a diferença. E, mesmo dentro desses contextos e culturas, não tem sentido a gente achar que a gente deve cumprir tabelinhas de métricas disso e daquilo pra peito, cintura e quadris, né? Ainda bem que, à medida que o tempo passa a gente vai ficando mais consciente a esse respeito. Estão sentindo isso também, assim como eu?

Você vê todos os photoshops aqui.