A Dieta da Rainha

O Business Insider publicou esses dias a dieta da rainha Elizabeth, da Inglaterra, que está com 90 anos de idade. Será que está aí o segredo da longevidade dela? Dá uma olhada:

Desjejum – chá (sem leite ou açúcar) e biscoitos

Café da manhã – Frutas e cereais, principalmente. Entre os cereais, aveia Quaker, Kellog’s e Weetabix. Algumas vezes também tem torradas com geleia e/ou ovos mexidos com salmão defumado.

Aperitivo – Hora dos bons drinks. Antes mesmo do almoço ela toma um Gordon’s gin com Dubonnet, com uma fatia de limão e gelo.

Almoço – Peixes grelhados (ou frango) e salada. Nunca batata, arroz ou massas.

Chá – Um lanche, com sanduíches (de pepino, salmão defumado, maionese de ovos, presunto com mostarda). bolos (o bolo esponja sempre está lá) e scones (um tipo de pão) e biscoitos.

Jantar – Carnes de boi, faisão ou de veado com molhos de cogumelo ou de uísque são bem comuns. De sobremesa é bem comum ter frutas, como morangos ou pêssegos (estes, colhidos no pomar do castelo de Windsor). De vez em quando também tem chocolates – entre as marcas preferidas estão Charbonnel et Walker, Prestat e também Cadbury ou Nestlé.

Antes de dormir – Uma taça de champanhe, que ninguém é de ferro, né?

Os produtos, claro, são de alta qualidade. O palácio costuma comprar produtos de fazendeiros locais. Como se vê, várias refeições, pouco carboidrato (exceto na hora do chá) e um drinquezinho podem ser os segredos para que a rainha esteja tão bem aos 90 anos.

Tem “Comida di Buteco” na área!

Arrumadinho afrodisíaco do Bar Teatro Mamulengo - Recife

Arrumadinho afrodisíaco do Bar Teatro Mamulengo – Recife

Quem me conhece sabe que sou doida por um festival gastronômico. Esses eventos me despertam a vontade de conhecer novos lugares, já que fico sabendo de casas de que nunca ouvi falar, os preços normalmente se tornam convidativos e, a melhor parte, os cardápios ficam bem interessantes.

Um dos festivais que achei mais bacanas dos últimos tempos é o “Comida di Buteco“, criado em Belo Horizonte e já realizado em mais de 20 cidades. Curto porque gosto de botecos e bares e obviamente remetem logo à bebida, mas quando tem um evento assim a gente lembra que tem os petiscos e essas casas podem ser também ótimos lugares até pra almoçar ou jantar. Além do que ~balada~ de quem tem mais de 40 anos é, pra muita gente (eu), uma ida a um bar mesmo, né não?

Como o “Comida di Buteco” é também uma competição entre os bares, pode esperar um festival de bons petiscos, viu? Primeiro tem as locais e, posteriormente, a competição nacional. Imagina o tanto de coisa boa que circula! Recomendo aproveitar o período – o festival começa hoje (15/04) e vai até o dia 08 de maio. Pra saber mais, olha lá o site: comidadibuteco.com.br. Repare que no site tem uma listinha dos bares e botecos participantes em cada estado – a lista de Recife está aqui e podem me chamar pra acompanhar, que eu vou, viu?

Ali, no Dali, que delícia!

O final de semana nem chegou e já estou dando dica de restaurante, sim! É que o Dali Cocina, um dos restaurantes que mais gosto aqui no Recife, está cheio de novidades e faz tempo que eu queria contar isso aqui no blog. Dia desses fui convidada a conhecer o novo cardápio da casa. O Dali sempre teve boa variedade de pratos, com a comida mediterrânea como carro-chefe. Agora traz uma novidade que me agrada bastante: agregar ingredientes típicos nordestinos às receitas. Queijo-manteiga e batata-doce, por exemplo, estão lá. Outra novidade bacana está nos pratos vegetarianos, delicioso! Isso tudo sem abrir mão do toque mediterrâneo, claro.

E, minha gente, preciso dizer: que jantar maravilhoso eu tive, viu? Dá água na boca só de relembrar!

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Os pratos da casa sempre foram muito bons, mas a chegada do chef Robson Lustosa deu uma incrementada, principalmente pela ousadia. As tapas e os bocaditos são ótimos como entrada ou na happy hour – novidade no horário do Dali. Aliás, eu espero que Chris e Gideão, sócios no restaurante, tenham aceito a sugestão de ter aquela mostra com um exemplar com variedades dessa categoria, em um só prato. Devo dizer que me surpreendi com as coxinhas de rã.

De principal, o filé ao molho de alho assado, com arroz de pimenta biquinho e chips de batata-doce promete conquistar a clientela – o único problema vai ser decidir entre ele e o Mezclado de frutos do mar. Pra completar, esse bolinho de chocolate e creme de avelã, acompanhado de sorvete, da última foto.

Já disse e repito: após os 40 anos “comer bem” é sinônimo de não apenas se alimentar de modo adequado, mas de lazer, bem-estar, alegria e prazer. Nessa idade a gente também já tem as próprias tradições, aqueles lugares onde você já se sente em casa e lembra das idas com os amigos – e restaurantes – não apenas bares e botecos – já se tornam um desses espaços. Me sentir em casa depois de tanto tempo sem ir a esse restaurante me fez perceber que ele já se tornou uma tradição totalmente minha. Curte aí a página do Dali no Facebook pra ver mais fotos e se ligar nos horários e vai lá!