O Gin Antiidade

 

O trocadilho só funciona em inglês: o Anti A-Gin, ou o Gin Anti-idade, agora é uma coisa real. Ou seja: tomar sua perfumada e saborosa bebida e ainda ficar com a pele ótima, jovem. O drink tem colágeno, o elemento que mantém a pele jovem – este seria o grande segredo. Além disso, também teria camomila e antioxidantes, como chá verde, hamamélis, urtiga, coentro e centella asiática, entre outros produtos. Esta última, aliás, dizem que seria eficaz para reduzir a celulite. Ingrediente típicos do gin, como zimbro e cardamomo continuam presentes na receita da bebida.

Matérias que li sobre o tal gin dizem que realmente quem o bebe fica com a aparência mais jovem…e eu achava que esse efeito era por causa do efeito “alegrinho” que o álcool traz. Mas se ele até hidrata, minha gente, mesmo com o tanto de álcool que tem, é realmente surpreendente!  O tal gin, como não poderia deixar de ser, é inglês. Tem à venda aqui.

Cientistas descobrem nosso “timer do envelhecimento”

Cientistas italianos descobriram recentemente a proteína que ligaria o “timer” do nosso envelhecimento, ou seja, o elemento que “ligaria” o botão “está na hora de envelhecer” do nosso organismo. Trata-se de uma molécula chamada Tzap, que ligaria as extremidades de nossos cromossomos, área chamada de “telômeros”.

Todo mundo nasce com telômeros de tamanhos determinados, que vão ficando menores cada vez que as células se dividem. Quando esses telômeros, essas extremidades, ficam curtas demais, a célula não se divide mais e começa a envelhecer.

Esses movimentos precisam ser muito bem ajustados, tanto para que o corpo também perceba o que precisa ser renovado e regenerado na gente, quanto para que não haja o excesso e surjam tumores, por exemplo. A proteína Tzap assegura que a célula não se prolifere demais.

A descoberta, por enquanto, vai até aí. Mas, já pensou se os cientistas descobrem um meio de fazer com que a Tzap retarde esse processo de “quebra”, de diminuição dos telômeros, por exemplo? Será que assim também poderiam retardar o processo de envelhecimento ou mesmo ter um controle mais efetivo sobre células cancerosas? É ao pensar nisso que vemos quão grande é essa descoberta.

Como se tornar um “SuperAger”, a “Super Pessoa de Idade”

Elderly in superhero costume isolated on white background

Existe um determinado grupo de pessoas que os cientistas estão chamando, principalmente nos Estados Unidos, de “superager”, ou seja, os super “pessoa de mais idade” – pessoas mais velhas, mas com características superiores. O neurologista Marsel Mesulan diz que os superagers não são pessoas apenas que têm boa memória ou uma mente um pouco acima da média pra idade, mas que estão no mesmo nível de jovens de 25 anos que estão plenamente em forma!

Outra neurologista, Lisa Feldman Barret, estudou 17 desses “superagers” (acima dos 65 anos) e descobriu que partes do cérebro deles, em comparação ao cérebro de pessoas “normais” da mesma idade, eram mais espessas, mais grossas mesmo. Essas áreas, poderia se imaginar que seriam ligadas ao raciocínio, ao cognitivo, mas, na verdade, são  o sistema límbico e o lobo da ínsula, regiões do cérebro responsáveis pelo emocional! Isso já mostra o quanto questões como “obstinação”, “vontade” e “garra” contribuem que se forme esse superager.

Mas, como se tornar uma super-pessoa-de-idade? Depois de se descobrir que essa área responsável pelo nosso emocional também é responsável pelo estresse, linguagem, funcionamento dos cinco sentidos e até regulação dos órgãos internos, os cientistas foram adiante. Os cientistas ainda estão estudando que atividades realmente funcionam para que a pessoa se torne um “super”, tenha um super cérebro e um super físico, mas algumas coisas já são apontadas:

  • Exercícios vigorosos – até deixar exausto mesmo
  • Atividades mentais quase extenuantes (como problemas matemáticos)

Pois é, nada fácil. Os cientistas mesmo dizem que é comum que o caminho para se tornar um “super” seja difícil demais para a maioria, que grande parte sinta-se cansado demais e até frustrado. Mas os estudiosos também dizem que essa “dor” seria a construção dos músculos, mesmo os mentais.

Então as palavras cruzadas e o Sudoku não bastam, tem que ir até não suportar mais…e prosseguir, sem desistir. Aprender um novo idioma ou aprender música seriam bons exercícios para o cérebro. Nadar e correr, para o corpo. E, assim, você começa a construir uma camada mais “casca grossa” no seu cérebro, e, talvez, torne-se também uma super-pessoa-de-idade. A dica é começar já!

No site do Journal Neuroscience você vê o estudo completo.

No site do The NY Times você vê um bom resumo sobre o assunto.

(ambos em inglês – pra já começar a exercitar o cérebro rs).