Bridget Jones vai ter um Bebê!

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Fui ver o novo filme de Bridget Jones, O Bebê de Bridget Jones” e, devo dizer: fui com um pé atrás, porque quando li o último livro da série, “Bridget Jones: Louca pelo Garoto” (Helen Fielding), eu não curti, perdi um pouco do encanto pela nossa querida jornalista britânica, sabe? Mas, enfim, recebi o convite pra ir à cabine de jornalistas do filme e recuperei todo o amor, carinho e amizade por Bridget, essa nossa amiga querida, que bem poderia ser uma leitora do Novos40, já que tem 43 anos.

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Enfim, fiz uma listinha de dez impressões, pensamentos e outras coisas bem minhas sobre O Bebê de Bridget Jones:

  1. O filme não tem um roteiro baseado em livros Bridget. É como se fosse feito nos  “livros apócrifos” a respeito Jones. Portanto, você não vai ter lido sobre essa fase, o que é bem bacana, pra se surpreender – como se algumas coisas não fossem bem previsíveis em comédias românticas, né?
  2. Príncipe encantado, que não tem título de nobreza, mas é rico pra danar e que coloca sapatinho no pé e tudo? Só mesmo numa comédia romântica! Se ele for Patrick Dempsey, ainda…eitAH!
  3. O descaso com que ela trata a profissão no livro “Bridget Jones e o Garoto” é o mesmo de “O Bebê de Bridget Jones”…e não acho que é por também ser jornalista, mas por saber quanto valorizo ter meu próprio dinheiro, mas isso me irrita na personagem, desde sempre.
  4. Continuo querendo ser amiga dos melhores amigos de Bridget – e dela, claro.
  5.  Bacana o modo como os possíveis pais do bebê de Bridget  (e o pai dela) a tratam, nesse imbroglio – confesso que esperava, já com pedras nas mãos, algo mais machista de Mark Darcy – que, aliás…
  6. Mr. Darcy, que evolução, hein…envelhecendo com a mente bem melhor, ahn? Tô curtindo…
  7. Também quero fazer um camping, ou melhor, um glampimgo tal acampamento com glamour (glamour + camping = glamping). Ridículo, eu sei, mas e daí? Depois dos 40 adoraria me dar esse luxo, isso sim! Aliás, falei sobre esse tipo de acampamento em um post antigo aqui no blog, viu?
  8. Não fui a única do cinema a rir de me acabar. Todo mundo que estava no cinema se acabou em gargalhar. :D
  9. Ok, preciso confessar: me emocionei em várias cenas e até caíram algumas lágrimas. Lembrei do namorado que foi ao cinema comigo assistir o primeiro Bridget Jones e eu achava ser meu Mr. Darcy, em 2001 (o namoro acabou no ano seguinte), lembrei dos diários que tive, da possibilidade de ser uma quarentona solteira e…caíram lágrimas.
  10. Enfim, lembrei que ano que vem farei 43 anos, idade da personagem, que, no filme está grávida e eu não tenho filhos e nem sei se quero tê-los!  Mas o filme, no final de contas, é sobre um novo passo na vida da personagem.

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É isso: compre o pacotão de pipoca e vá curtir a jornalista britânica mais amada, que agora também é #Novos40: aos 43 anos, O Bebê de Bridget Jones é bem filme mesmo, totalmente irreal,, comédia romântica boa de assistir, que a gente queria que acontecesse, pelo menos uma partezinha e é pra se divertir, não pra analisar. Estreia na próxima quinta-feira (29) nos cinemas. A diversão é mais que garantida!

Fotos: Divulgação

Impressões sobre a Casa Cor Pernambuco

Há anos eu não visitava a mostra Casa Cor Pernambuco – edição estadual da maior mostra de decoração e arquitetura do país. Este ano, aqui no Recife, ela está em um casarão do século XIX, no elegante bairro das Graças, zona norte da capital pernambucana. Visitei a casa na semana passada e devo voltar outras vezes, pra rever detalhes, mas resolvi enumerar coisas que me chamaram mais atenção num primeiro momento:

  • O dourado voltou com tudo! Está nas torneiras, luminárias, lustres, almofadas e até em papeis de paredes. Vai dos tons mais discretos àqueles bem suntuosos, pra não deixar dúvidas que quer reinar. Mas, ao contrário do que possa parecer, não ficou over nem brega, está bem dosado em quase todos os ambientes, de modo elegante e sofisticado.
Ambiente de Zezinho e Turíbio Santos na Casa Cor (foto: fanpage do escritório dos arquitetos)

Ambiente de Zezinho e Turíbio Santos na Casa Cor (foto: fanpage do escritório dos arquitetos)

  • Enquanto muitos arquitetos e decoradores parecem ter medo de pesar na mão, e acabam optando pelo clean excessivo, Turíbio e Zezinho Santos – que trabalham juntos pela primeira vez na Casa Cor – trazem um ambiente quase kitsch. Veja isso como um elogio, pois senti o lugar como divertido, com sentimento, com cores, daqueles onde você até esquece que está numa mostra de decoração e é capaz de tirar os sapatos, sentar no tapete, encostar no sofá de estampa de samambaia e ficar escutando música e batendo um papo, de boas.
  • Não tem ambiente “fraco”. Se fosse uma competição seria bem difícil escolher um melhor. Todos se esmeraram em fazer o melhor.
  • Muitos ambientes têm sistema de automatização. Telões que parecem descer de lugar nenhum, aparelhos que podem ser programados para ligar e ser desligados antes mesmo que eu chegue em casa, temperatura do jeitinho que a quantidade de convidados que está na casa pede…enfim, uma gama de possibilidades que até pouco tempo atrás era inimaginável e que pode nos trazer muito conforto, comodidade e até segurança. Uma dessas empresas é a Morhar, que está em nada menos do que oito ambientes da Casa Cor Pernambuco! Vale curtir a página da empresa! ;)
  • Eu moraria lindamente no loft do hóspede de Humberto e Analice Zírpoli.
Foto: Gleyson Ramos para Casa Cor (fanpage Casa Cor)

Foto: Gleyson Ramos para Casa Cor (fanpage Casa Cor)

  • Os jardins da casa estão cheios de várias obras de arte popular que são do acervo pessoal do arquiteto Carlos Augusto Lira. Não é a todo momento que se tem o privilégio de ver essas peças, portanto, aproveite.
  • Falando nisso, o Sebrae está com uma loja para venda de obras de arte de artistas plásticos pernambucanos, dentro da Casa Cor. Talvez você perceba algo diferente algo do que está acostumado em relação a arte popular: peças contemporâneas. Desejei várias coisas por lá.
  • A Casa Cor é uma mostra que reúne arquitetura, decoração, paisagismo e tem vários outros profissionais envolvidos – pedreiros, marceneiros, artesãos, encanadores…fiquem atentos aos detalhes.

A Casa Cor está aberta ao público, com ingressos a 38 reais (19 reais a quem paga meia entrada). Mais que uma mostra de decoração, é sobre como vivem pessoas, é também para despertar ideias criativas e até para despertar também novos modos de pensar nosso jeito de viver – afinal, é sobre isso também que trata esse blog, não é? Veja mais na página da Casa Cor Pernambuco no Facebook.

50 Tons Mais Escuros: O que Virá por aí?

O que acharam do trailer, lançado esta semana, do filme 50 Tons Mais Escuros, a sequência de 50 Tons de Cinza?

Já deu pra sentir um pouco do que vem por aí, né? Grey doidinho pra reconquistar Anastasia. Mas é aquela coisa, né? Parem com o exagero, trata-se um filme legal e divertido,mas é um romance quase romântico mesmo, do tipo príncipe encantado e mocinha pobre, historinha de amor um tiquinho apimentadinha, com aquelas dosezinhas de ciúme, insegurança e afins de livros estilo Sabrina/Bianca, bem antiquados, mas bacaninhas e sacaninhas.

Paremos de querer analisar e dizer que é o ápice da safadeza. Apenas curta, se divirta, É isso. Que venha o sr. Grey!

P.S. Relembre aqui o que escrevi quando o primeiro filme da série foi lançado.

“Vovós do grafite”

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Ah, aquele barulhinho bom de estereótipo sobre idade sendo derrubado! Olha essas senhorinhas e senhorzinhos aí arrasando no grafite! Grafiteiras, aquilo que normalmente se associa a pessoas bem jovens. Elas fazem parte do projeto LATA 65, workshop de arte urbana para idosos, um movimento que surgiu em Portugal em 2012, mas já aconteceu em outros países, como Espanha e até mesmo aqui no Brasil.

Para as aulas, tem o público mais jovem que ensina a essa turma mais velha a história do grafite, conceitos, explicações sobre cores e técnicas e aprender a diferenciar grafite de outras intervenções urbanas. Depois disso, claro, a parte prática, levando a arte urbana às ruas e pintando murais. Um jeito bacana de aproximar gerações, de mostrar que idade é só um número, que tem muita gente disposta por aí, de afastar o preconceito de idade e, ainda, de levar cores às ruas.

Bacana, né? O LATA 65 tem uma página no Facebook, com todas as informações e novidades sobre o projeto. E se você, aos 40, já pensou em aprender a grafitar, mas achava que poderia ser tarde demais, que esse post sirva como um incentivo. :)

Imagem: pic by _ Rui Soares // Photography, fanpage LATA 65

Receita: Torta salgada com massa de grão de bico

torta salgada com massa de grão de bico

Tenho aproveitado minhas férias (vão até dia 14, portanto podem me convidar pra passear, viajar, me divertir rs) para, entre outras coisas, cuidar da saúde. Depois escrevo um post mais detalhado, mas estou tentando seguir (com uma escapadinha ou outra, rara) uma alimentação cheia de restrições, uma dieta, por causa de uma gastrite bem braba. Entre outras coisas, a minha médica gastroenterologista (ufa!) me disse pra tentar evitar trigo branco, desses comuns.

Ainda escorrego e como, vez perdida, um pãozinho francês, por exemplo, mas aproveitei as restrições pra conhecer alguns ingredientes autorizados que tinha vontade de experimenta, como a farinha de grão de bico. O grão de bico em si é uma coisa que já gosto bastante, mas como estava afim de fazer uma torta salgada há dias, queria usar farinha de trigo e já tinha visto farinha de grão de bico lá no Empório Vegetal, resolvi comprar e fazer a substituição.

Antes de dizer a receita, queria contar umas coisas boas sobre o grão de bico pra vocês: é rico em fibras, ajuda a controlar o nível de glicose, tem poucas calorias e, uma das coisa mais sensacionais: tem triptofano, que ajuda a produzir serotonina, que é aquela substância que dá uma sensação de bem-estar em alegria. Vê que coisa boa! Se sentir assim, vale lembrar, deixa a gente até mais jovem e disposto! Não são os únicos benefícios dessa leguminosa – faz aí uma busca no Google e vai achar vários outros benefícios.

Mas vamos a receita:

Não tem. Desculpa, gente, mas não tem uma receita certinha, com medidas e pronto. Apenas fui testando coisas e usando o que havia na geladeira mesmo. Mas vamos lá, relembrar:

  • Duas xícaras e mais um bocadinho de farinha de grão de bico
  • Uma xícara de água morna
  • Sal
  • Azeite

Misturei tudo até virar uma massa que não fique muito grudada nas mãos – então vai acertando o ponto aí. Depois untei e enfarinhei (com a farinha de grão de bico mesmo) uma forma de aro removível pequena e forrei com a massa de grão de bico. Aí fui colocando o que tinha:  um bocado de frango desfiado, rodelas de cebola, cenoura ralada, e duas colheres de sopa de um requeijão de soja sabor provolone (juro) que comprei. Mas, olha, pode ser requeijão comum, palmito, queijo, ovo cozido, atum…vê aí o que você tem pra colocar na torta e coloca. Temperei com sal e cúrcuma (por isso o recheio tá amarelinho). Misturei, coloquei por cima da massa e salpiquei noz moscada por cima. O pulo do gato foi cobrir o recheio com dois ovos batidos. Pronto, foi ao forno até que o palito que coloquei no meio saísse praticamente limpinho e a borda já estivesse firme, mas sem queimar.

Pronto, ficou bonita e uma delícia! Vai fazendo aí, do seu jeitinho, inventa algo e depois me conta. Bom apetite!

P.S. Tem muita gente que faz a massa cozinhando o grão de bico e passando ele no processador depois. Mas, como a massa existe, resolvi fazer de modo mais prático.

Turismo em Paulo Afonso e arredores do Velho Chico

paulo_afonso novos40 claudiagiane1Como viajar é bom, né? Fazia tempo que não aproveitava uns dias de folga pra fazer isso, mas foi o que fiz no feriadão de Tiradentes: fui para o Vale do São Francisco, aquela área linda que aparece na novela Velho Chico. Apesar de não ser tão longe do Recife, só havia ido ali uma vez, ainda criança, para o casamento de um tio – aliás, só havia ido à antiga Petrolândia (hoje inundada) e à usina hidrelétrica de Paulo Afonso, mais nada.

Como minha amiga Verônica, com quem eu trabalho, tinha a mesma vontade de ir àquela área e nadar no Velho Chico, fomos juntas. Primeiro passo: escolher que cidade seria a nossa base.  Aliás, pra quem não sabe: Paulo Afonso fica na Bahia, mas a área ali é como um grande círculo, já que é bem pertinho (do tipo que se confunde) com Petrolândia (PE), Delmiro Gouveia (AL), Canindé do São Francisco (SE) e até Piranhas (AL) – são algumas cidades do chamado “Vale do São Francisco”.  Escolhemos P.A. porque é a maior dentre essas, então seria mais fácil achar lugar pra hospedagem, empresas que fizessem os passeios, facilidades de que precisaríamos.

Primeiro passo – Passagens para Paulo Afonso

Compramos as passagens (ida e volta, logo, claro) de ônibus, pela Progresso, que faz a viagem Recife-Paulo Afonso diariamente, em ônibus leito (fomos nesse, excelente), executivo e comum (tivemos que voltar neste, por causa do horário…não é desconfortável, mas extremamente cansativo). Aliás, fizemos a compra das passagens com bastante antecedência, já que, com quatro dias de folga e, ainda, a fama proporcionada pela novela, poderia ficar difícil achar o que precisava, depois.

Tem aeroporto em Paulo Afonso, mas acho que só tem vôo de Salvador pra lá, hein – pelo menos foi o que achei na internet (fora quem tem seu próprio jatinho, claro rs). Obviamente você também pode ir de carro – as rotas saindo daqui do Recife são essas.

Segundo passo: hospedagem em Paulo Afonso

Também por causa  da possibilidade de não encontrar vagas, reservamos logo um hotel. Foi nosso maior investimento, já que escolhemos, por conveniência e conforto mesmo, o maior e mais caro hotel de P.A., o San Marino. Valeu a pena, o hotel é confortável, limpo, tem um café da manhã excelente (também tem almoço e jantar – este, buffet livre, a 22 reais). Além disso, o lugar é no centro da cidade, o comércio fica logo atrás. Aliás, devo dizer que reservar o hotel com antecedência foi acertadíssimo: estava acontecendo um encontro de motociclistas na cidade bem neste feriado e todos os hoteis ficaram lotados. Mas, sim, existem outros hoteis por lá, como o Belvedere e o Executive, então vale a pesquisa.

Terceiro passo: os passeios

Aconselho que marquem tudo antes de ir. Tivemos uma grande sorte: a Grace, que nos atendeu no San Marino, organizou os nossos passeios, como um “extra” do hotel. Não sei se faz isso sempre – suponho que sim, mas é bom perguntar. Apesar de ter vários atrativos turísticos, tivemos um pouco de dificuldade de nos fazermos entender o que queríamos ver e nos passarem informações precisas, sugestões do que seria melhor em pouco tempo e valores dos passeios. Isso se dá principalmente por um motivo: não estávamos de carro.

Assim,além de valores para ter um guia ou o ingresso de um atrativo, também tínhamos que acrescentar aí o valor para um táxi, um carro com motorista. Valeu muito isso tudo, até porque não dá pra chegar de ônibus comum ou a pé em grande parte dos atrativos. Não foi algo complicado, conseguimos resolver com a ajuda do pessoal do hotel (novamente), mas, se possível, vá de carro ou alugue um por lá.

Pra facilitar pra vocês, farei o que não encontrei antes de ir: um roteiro turístico em Paulo Afonso e arredores, no Vale do São Francisco. Se prepara que lá vem textão – ou melhor, um post gigantesco, quase um mini-guia.

Paulo Afonso

1º Dia – Ida para Paulo Afonso 

Como disse, fomos de ônibus rodoviário, tipo leito, pela Progresso. A passagem custou cem reais. O viagem sai do Recife às 23h30 (na verdade, atrasou meia hora) e chega lá mais ou menos seis horas e meia depois. Dormi a viagem quase toda, então o que posso dizer é que foi tranquilo (rs).

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2º Dia – Chegada em Paulo Afonso + passeios

Chegamos mais ou menos às seis e meia da manhã em Paulo Afonso e pegamos um táxi para o San Marino (dez minutinhos, apenas). Aconselho perguntar antes por quanto fica a corrida (não vi taxímetros!). Bem instalada no hotel, conversei com a Grace (gerente ótima do lugar) a respeito de passeios – e ela simplesmente articulou todos eles pra gente.

Como não havia a opção desse serviço no site do hotel, aconselho que, caso fique hospedada por lá, envie um e-mail e combine logo tudo. Basta dizer o que mais interessa (no meu caso: catamarãs com banho no rio São Francisco era a prioridade máxima) e pronto, tudo esquematizado. Não sai mais caro do que fazer isso passeio por passeio e evita qualquer estresse – havia ligado pra um grupo que organiza passeios antes, mas foi bem difícil entenderem que eu estava sem carro e não sabia os caminhos por lá. Tudo resolvido no próprio hotel, fomos ao nosso primeiro passeio:paulo_afonso novos40 claudiagiane 2016 3


Complexo hidrelétrico de Paulo Afonso – Era o único lugar em que lembrava de haver estado, um dia, em Paulo Afonso, ainda criança, quando fui ao casamento de um tio, na antiga Petrolândia (hoje inundada). Para visitar o lugar pagamos 140 reais (para duas pessoas) pelo guia com carro para nos levar lá e contar toda a história do lugar. O complexo de usinas tem duas coisas impressionantes: a própria natureza, com os cânions, cascatas, plantas, mandacaru em flor (“fulora” muito por lá, coisa mais linda!)  e a capacidade humana de fazer algo tão gigantesco.  Eu pensava principalmente em como, há décadas, quando aquela região era praticamente só mato e água, sem os equipamentos que temos hoje e totalmente sem segurança, foi possível começar aquilo tudo, o legado que deixaram! Uma coisa engraçada – estávamos lá na parte de cima do cânion, onde fica a hidrelétrica e ouvimos alguns gritos – eram uns meninos pulando na água, fazendo das piscinas naturais com dezenas de metros de profundidade o seu parque aquático – naquele calor todo e com a toda a expectativa em entrar no rio, eu meio que invejei, não vou mentir (rs). Enfim, vale a visita guiada, é bom conhecer a história da grande “usina de energia do Nordeste”.  Nos caminhos de ida à hidrelétrica e volta ao hotel fizemos um city tour rapidinho por outros pontos de Paulo Afonso – merecia um pouco mais de tempo, mas havíamos chegado neste dia, demoramos no complexo hidrelétrico e já havia outro passeio marcado para o período da tarde. Tente fazer isso com mais tempo.

  • Almoço – Como havíamos chegado neste dia, já tínhamos ido à hidrelétrica e precisaríamos sair rapidinho, almoçamos no próprio  San Marino. O almoço é à parte da hospedagem, claro. O hotel tem um restaurante com buffet no peso, aberto a todos, mesmo que não esteja hospedado. Gostei bastante.trilha_mochila paulo_afonso delmiro_gouveia alagoas deck são francisco velho cico claudiagiane novos40 2016
  • Passeio para Angiquinho + Trilha Mochila – Pode colocar o biquíni por baixo da sua roupa, que esse passeio termina em banho de rio, oba! Mais uma vez pagamos o guia + motorista pra ir (não lembro o preço – socorro! – mas acho que saiu mais de 100 reais por pessoa, viu?). Angiquinho é a primeira hidrelétrica da região, na cidade de Delmiro Gouveia – o nome é homenagem um dos pioneiros na industrialização do país. Queria ter conhecido melhor a cidade, pois foi lá que nasceu minha (já falecida) avó (paterna) Maria, no tempo em que a cidade se chamava “Pedra”. A usina foi criada para fins particulares – levar energia à indústria do próprio Delmiro, mas acabou fazendo muito mais. Praticamente só há ruínas, algumas casinhas e um ou outro maquinário por lá, mas, se no moderno complexo de Paulo Afonso eu já fiquei boba em como conseguiram fazer aquilo tudo, no começo das obras, ali fiquei de queixo caído só de imaginar que foi construído muito antes, sem suporte de CHESF nem nada. Pra quem ficou curioso, o Angico é uma árvore.  Favor não confundir com a Grota de Angicos, local onde morreu Lampião e quase todo o seu bando – esta fica em Sergipe e dá pra visitar através da Rota do Cangaço, que, infelizmente, não deu tempo de fazer. Mas em Angiquinho há uma gruta no meio de um cânion onde dizem que o rei do cangaço pode um dia ter se escondido. ATENÇÃO: para visitar Angiquinho é preciso estar acompanhado de um guia com autorização pra entrar na área – não basta ser credenciado. A que nos acompanhou se chama Quétila e eu recomendo muito, pode perguntar por ela onde ficar hospedado, que é bem conhecida por lá.  De lá fomos ao Trilha Mochila (, área às margens do rio São Francisco, que funciona como um parque, quase um clube – tem áreas para trilhas e, lá embaixo (lembre: área de cânions), junto ao rio, tem uma estrutura bacana de deck, serviço de bar, chuveiro – é aqui onde os barcos catamarãs saídos de Paulo Afonso param para os passageiros mergulharem no São Francisco. Lá estão sendo construídos chalés para, no futuro, quem quiser se hospedar por lá e até um tipo de carrinho para descer e subir a mega-ladeira que quem chega por terra enfrenta pra chegar ao rio – né brincadeira não, gente, são uns 90 metros de lá de cima até embaixo, em uma ladeira super-íngreme, não dá pra descer de carro ou moto (o único que enfrenta isso com um veículo é o Walter, dono do lugar, com uma camionete 4×4 onde peguei carona pra subir, morta de medo – mas a descida já havia me dado um estirão na coxa que durou toda a viagem rs). Aquele mergulho na prainha formada pelo Velho Chico…que coisa maravilhosa!
  • Jantar – Estávamos mortas de cansada – lembrem que viemos da viagem direto pro agito, era só nosso primeiro dia por lá! Então não fomos atrás de nada típico, nos contentamos em ir à delicatessen Boa Massa, que tem uma pizza ótima. Depois só descanso pra poder passear mais no dia seguinte.

 

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3º Dia – Catamarã de Paulo Afonso

Existem passeios de catamarã saindo de vários lugares, na região: Canindé do São Francisco, Piranhas e Paulo Afonso, os mais conhecidos. Foi dia de fazer o passeio que sai de P.A. O passeio custa 60 reais por pessoa – você contrata lá no Núcleo de Apoio ao Turista (grave esse lugar, é aí onde você consegue todas as informações que precisa), pertinho de onde eu estava hospedada e é de lá mesmo de onde saem as vans que levam até o cais de onde saem os barcos.Que coisa linda, passar entre os cânions gigantescos, ver aquela água verdinha, se ligar na profundidade daquilo ali. Aí  eu sou lembrada de que muitas daquelas áreas não eram como é hoje – lembre que ali é região de hidroelétricas, o que significa que houve inundações, o rio teve que mudar de curso, ciclos foram fechados e outros abertos. É tudo magnífico!

Dentro do catamarã há venda de petiscos e bebidas. Quando chega lá no Trilha Mochila, onde já havia ido, há uma parada para o banho de rio e aproveitar a estrutura do lugar – é mesmo melhor chegar de barco do que descer a ladeira andando, viu?.  O passeio todo dura entre três horas e meia a quatro horas – como saímos às 10h e pouco, a volta já se deu no meio da tarde, então não dava pra marcar mais nada. Fomos bater perna pelo comércio de Paulo Afonso mesmo – maior do que esperávamos, com lojas populares e algumas de grife.  Só não é fácil achar lugares que vendam souvenir, infelizmente (eu amo, mas não comprei nem unzinho).

Jantar – Havíamos pensado em conhecer algum bar ~de balada ~ de Paulo Afonso,mas como precisaríamos estar de pé às 5h e pouca da manhã no dia seguinte, pra fazer o passeio de catamarã por Xingó, ficamos ali por perto do hotel mesmo. Logo atrás do San Marino há um calçadão com vários barzinhos e um deles, bem simples, chamou nossa atenção: o “Pedaço da Bahia” só tem um prato no cardápio: acarajé! Com algumas variações, como com ou sem camarão ou caruru, por exemplo, mas era só isso. Casca fininha e crocante, bem recheado, muito bem temperadinho, foi excelente! Melhor parte? O acarajé completo com um refrigerante saiu por uns dez reais, mais ou menos (lá só aceita dinheiro vivo, nada de cartão ou tíquete-refeição).

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4º Dia – Catamarã em Xingó 

Esse era o grande passeio pelo qual esperávamos, eu e minha amiga: passeio de catamarã pelo rio São Francisco por Xingó – área de cânion que foi inundada depois da construção da hidrelétrica de Xingó, em Sergipe. A saída do catamarã é da cidade de Canindé do São Francisco, a 76km de Paulo Afonso. Isso é um problema pra quem não tem carro, que era o meu caso, pois como chegar lá? Bem, o passeio no catamarã custa 90 reais (vale muitíssimo), mas contando com um carro com motorista e guia pra lá, pode somar ai mais uns 240 reais (para as duas pessoas). Mas nós tivemos uma grande sorte: Grace, nossa “salvadora da pátria” do hotel San Marino, conseguiu pra gente duas vagas em uma excursão que havia chegado de Natal e faria justamente esse passeio – não nos cobraram nada, foi uma “carona” mesmo, só precisamos pagar pelo passeio de catamarã. Mão na roda, não foi?

É nesse passeio que você mais sente a grandiosidade do rio São Francisco. A lotação do catamarã é de 250 pessoas e ele tem guia narrando todo o caminho, serviço de bar, chuveiro e tem térreo e primeiro andar. Ele vai primeiro por um braço do rio, pra depois entrar nele de fato. Tem música especial pra esse momento e eu chorei de emoção, confesso. Em uma gruta no meio do cânion há uma imagem de São Francisco de Assis, o padroeiro do rio (no dia do santo, em 04 de outubro, acontece uma procissão de barcos ali que, imagino, deve ser uma coisa linda). O passeio vai até uma área segura para mergulhar, com piscinas naturais, devidamente cercadas e com redes embaixo, para que todos mergulhem. A piscina de crianças tem 1,5m de profundidade e a de adultos, até 10 metros. Tem coletes salva-vidas e boias tipo “espaguete” para todos. Lá também tem um passeio de barquinho a remo (10 reais) pra você chegar ainda mais pertinho do rio e dos cânions.

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Volta do catamarã ao ponto original, o restaurante Karrancas, onde almoçamos (38 reais, buffet livre – achei bem mais ou menos, viu? Talvez a la carte seja melhor). Lá também tem aluguel de equipamento para praticar stand up paddle e até passeio de helicóptero (140 reais, pouco mais de cinco minutos – não fui).

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De lá, uma ida até Piranhas (AL), cidade que serve de cenário para muitas cenas da novela Velho Chico (cheguei até aqui sem ter falado nela!) e que, de verdade, parece mesmo cenográfica, de tão linda e colorida. Lá nós visitamos o Museu do Sertão, que conta parte da história do cangaço, a central de artesanato (é a terra do bordado, mas, sinceramente, não tinha quase nada disso) e o mirante, de onde se tem uma vista espetacular! Experimente o sorvete de rapadura que vendem lá!

Pronto, daí foi voltar pro hotel – jantamos lá mesmo (22 reais, com buffet livre, muito bom!) e fomos descansar, exaustas do dia puxado e feliz.

Eu e minha amiga Verônica, já planejando a próxima viagem

Eu e minha amiga Verônica, já planejando a próxima viagem

5º Dia – Volta pra casa e planos para as próximas viagens

Voltamos para Recife – ônibus comum, com zilhões de paradas no caminho, bem cansativo, mas o leito só sairia à noite, com chegada na capital pernambucana apenas na manhã de segunda-feira, então não ia rolar. Viagem cansativa, mas tranquila – chegamos bem, é o que importa.

Na volta pensei em coisas que queria ter feito em Paulo Afonso e arredores, mas não deu tempo de fazer, como a Rota do Cangaço, visita à Casa de Maria Bonita, trilha do Umbuzeiro e talvez até bungee jump na ponte metálica D. Pedro II (que liga Paulo Afonso a Delmiro Gouveia, com 62 metros de altura). Mas pensei, principalmente, em como a viagem foi ótima, como o rio São Francisco é maravilhoso e, claro, em como quero viajar mais, conhecer novos lugares, perto ou longe daqui – e contar tudo a vocês. Espero que aproveitem essas dicas. Me contem de suas viagens, depois.

Operação salva-pele

cuidados com a pele (2)

Teve carnaval, oscilações entre sol e chuva e agora você está vendo direitinho o estrago que tanta maquiagem, purpurina e, principalmente, sol fez à sua pele? Pois é, também estou nessa. Por causa dos excessos na rua e das mudanças bruscas de clima, esqueci de retocar o protetor solar algumas vezes. Resultado: manchas!

Então eu conversei com a fisioterapeuta dermatofuncional Evangeline Feitosa, da Belafísio, em Natal (RN) e, em breve, também aqui no Recife. Procurei saber com ela se há alguma “operação salva-pele” possível de fazer, depois de tanto castigo por causa do nosso descuido. Claro que comecei logo perguntando a respeito das manchas na pele, que Evangeline disse ser “o grande calo de dermatologistas e fisioterapeutas da dermato-funcional”, por serem difíceis de serem tratadas.

Mas e aí, não tem jeito? “Manchas não não saem completamente…apenas são amenizadas”, disse a profissional. Então, o que fazer? “Para pequenas manchas tipo ‘sardas’,  sugiro peeling de Cristal, para casos de manchas de “rebote” é necessário o uso de ácidos receitados por um dermatologista na especificidade de cada paciente”.

Sobre o uso do protetor solar, a fisioterapeuta alertou que é preciso usar o mais adequado a cada tipo e especificação de pele, é bom saber de um profissional qual seria o melhor. Mas ela faz uma recomendação: “Sempre oriento minhas pacientes a respeito do protetor, que além de usar por causa do sol, também deve ser usado à noite. A luz de computadores e lâmpadas sempre estão passando calor, então é necessário o protetor. Já fiz essa experiência com pacientes e o resultado é muito bom”.

Ela também indica o uso de um bom hidratante ou gel, de acordo com o fototipo de pele. A fisioterapeuta diz que sempre receita um protetor solar manipulado, que já vez com hidratante, assim os pacientes não precisam usar muitos cremes e ninguém esquece de usar um ou outro”. Se for usar separadamente, limpa a pele, hidrata e depois coloca o protetor solar. Cuidados assim podem evitar desastres em forma de manchas.

E então, gostou das dicas? Se tiver outras dúvidas sobre cuidados com a pele, manda pra cá que eu procuro algum profissional para responder. A fisioterapeuta Evangeline Feitosa, que consultei para este post atende no Espaço Belafisio – curte a página da clínica pra saber mais e entrar em contato com ela!

Promessas de ano-novo no celular

app para resoluções metas de ano novo

Eu tento não fazer promessas para o ano-novo porque sei que não cumpro a maioria delas. De qualquer modo, é sempre bom pensar que pode melhorar algo em si, em qualquer tempo que seja – e a chegada de um novo ano é um bom marco para começar algo bom.

Então, se você está planejando algumas coisas para 2016, como começar a se exercitar, economizar, iniciar uma dieta, dar uma chance ao amor ou fazer uma viagem, entre outras ideias, trouxe aqui alguns apps de celular que podem ajudar a manter as resoluções de pé. Dá uma olhada:

  • Prometeu que se exercitaria mais ou que, pelo menos, sairia do sedentarismo? Existem zilhões de apps para acompanhar o seu progresso nas atividades físicas! Eu gosto do Google Fit, que é bem simples de entender e me serve bem para ver pelo menos quanto andei nos esforços de “desce na parada de ônibus mais longe” ou “sobe de escada em vez de elevador”. Quando estava na caminhada para exercitar mesmo, curtia usar o Runkeeper (aqui, se usa Android). Vamos fazer ioga? O Pocket Yoga, disponível em várias plataformas, traz várias posturas.
  • Vai fazer dieta? Que tal pelo menos ter uma alimentação mais saudável? Outros zilhões de apps, como o Nutra Bem ou o Dieta e Saúde – este, com a famosa Dieta dos Pontos, do dr. Halpern (aqui, se usa iPhone).
  • É pra economizar dinheiro? Eita, que essa não é nada simples! Mas, se você acha que um app que ajude a controlar as contas e planejar gastos vai colaborar com essa meta, é isso aí: use! Me sugeriram dois: o Organizze e o Guia Bolso. Nunca usei, só fiz dar uma olhadinha neles, mas me parecem bem fáceis de usar.

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Mas, se você acha que o que precisa mesmo é de “puxões de orelha”, de vez em quando, saiba que também existem aplicativos para lembrar de cumprir metas! A leitura diária do livro, o exercício físico, tomar mais água, não fumar, seja lá qual for a atividade, basta cadastrar e os avisos chegarão. Toma aí uma listinha de alguns desses apps (alguns no iTunes, outros na lojinha do Google):

  • Goal Tracker – o visual dele é muito bacana, é fácil de usar
  • Way of Life – o gráfico faz você entender bem o seu progresso nas metas
  • Habit List – as barras que mostram como anda seu desempenho ajudam a verificar, por exemplo, os melhores horários de atividades para você
  • Diário de Sucesso Puncher – neste você também pode avaliar o dia
  • Life Goals Free – para Windows Phone. Básico e bacana.
  • Habit Goals – estabeleça metas de todos os tamanhos
  • Any.do – para várias plataformas, é um dos mais usados no mundo!

Pronto! Se o problema era saber que bastam apenas alguns dias do novo ano chegarem que as metas já vão pro espaço, agora já sabe o que pode fazer pra ajudar a mantê-las.

Uma boa mudança de hábitos é, muitas vezes, o melhor a se fazer para alcançar o sucesso, concordam? Então vamos lá instalar os aplicativos e FELIZ ANO NOVO pra todo mundo! Um 2016 cheio de saúde, alegria e energia pra essa gente boa que passou dos 40 anos! “Vamoquevamo”!

Amy Schumer é todas nós

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Me deem licença, que essa moça aí da foto ainda não tem 40 anos, mas coloquei ela no blog assim mesmo. Coloquei porque ela me representa, sabe? Ela é a comediante e atriz Amy Schumer, tem 34 anos e essa foto foi feita para o famoso calendário Pirelli. A foto foi feita pela maravilhosa fotógrafa Annie Leibovitz, que captou a imagem de várias mulheres, de diferentes idades e estilos, que mostram justamente isso: que cada uma é cada uma, oras!

Então Amy Schumer posa só de calcinha e mostra o corpo dela sem retoques. E ele é exatamente como o de muitas de nós, certo? Esse corpo que a gente às vezes teima em esconder, com uma certa vergonha. E ela declara que se sente ela mesma na foto: bonita, bruta, forte, magra, gorda, bonita, feia, sexy, repugnante, perfeita, mulher. Tudo junto, como nós somos, dependendo do olhar que temos sobre nós mesmas. Nós, a nosso respeito!

Entendeu agora o motivo de ela estar aqui no blog hoje? Espero que sim.

Olha aqui o post de Amy Schumer no Twitter.

  • O novo calendário Pirelli merece um post próprio. Podem aguardar!

Advanced Style – o documentário

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Vocês já viram o documentário Advanced Style? É de 2014, mas vi ontem, na Netflix. É um trabalho do fotógrafo Ari Seth Cohen, que tem um blog de mesmo nome, que mulheres de idade bem avançada mesmo – “advanced age” – com muito estilo – daí o “Advanced Style”.

É um trabalho interessante não só por mostrar pessoas idosas que se vestem de modo elegante e/ou extravagante, mas porque tem uma baita lição de vida, resumida em: vou ser feliz e não dou a mínima para quem não gostar. Elas são incríveis e deixam bem claro: se vestem daquele jeito porque se sentem bem. Elas são inspiradoras, isso sim! A melhor parte é que nem é necessário passar dos 60 anos pra seguir o exemplo, seja de moda ou de MODO de viver. Só pra você ter uma ideia, pesquei essas frases inspiradoras do documentário:

“Eu nunca quis parecer mais jovem, eu quis parecer ótima!”  (Joyce Carpati, 80*)

“Quando uma pessoa envelhece. Não é para se criticar tanto. Eu nunca fui crítica demais em relação a mim mesma, porque eu sentia “bem, é isso que eu sou e nao há nada que eu possa fazer a esse respeito” (Zelda Kaplan, 95)

“Eu me visto todos os dias para o teatro da minha vida” (Lynn Dell, 80)

Algumas dizem que não eram assim quando mais jovens, que só se sentiram mais autoconfiantes e com autoestima em alta quando já estavam na casa dos 70! Ou seja: nós, que estamos na casa dos 40, estamos em tempo de mudar o que não agrada em nós mesmos.

Dê um jeito de ver esse documentário agora! Vai ser bom para você. Veja o trailer abaixo:

Homens, não fiquem enciumados, parece que uma versão masculina do documentário já está sendo preparada. Há outros blogs com essa temática, também bem bacanas – depois trago aqui. Enquanto isso, visite o Advanced Style.

* idades à época em que o documentário foi gravado