Homecoming, de Beyoncé, é muito mais que um show

Vou falar de um documentário que está na Netflix e nem é mais novidade, um monte de gente já falou a respeito – mas que eu acho que deva ser mencionado. Me refiro a “Homecoming”, o documentário que mostra o show de Beyoncé no festival Coachella 2018. Comecei pensando que era isso que eu veria: apenas o show – e não entendia porque tinha tanta gente emocionada. Afinal, era só um show!

Mas Homecoming é mais que isso. É um exemplo de pedir por justiça social, é mostrar que o sucesso só vem com trabalho árduo e é um banho de “se liga aí, você é ótimo, aumenta aí essa autoestima”. Bem, pelo menos foi assim que eu vi. Isso num pacote com ótimas músicas e performances incríveis.

O show é incrível, nada menos. Super, hiper, mega, über produção, com um sem número de pessoas envolvidas. Dá pra gente ver porque um show dela sempre é tão perfeito – meses de planejamento, mais um tanto de tempo só para ensaiar (quatro meses de trabalho árduo só nisso!!!), altos investimentos e tudo mais. Mas esse show teve um diferencial muito bacana: inscrições abertas em faculdades para negros, para que mostrassem o que sabem fazer em dança, música, banda. Por que negros? Porque eles têm menos oportunidades e ela, como negra que é, achou por bem dar uma chance a eles, claro! Fantástico.

Outra coisa legal do documentário é ela mostrar como é o dia a dia em família – chato mesmo é ver que até ela é pega pela indústria do “tem que ser magra, gostosa, em forma” (vemos isso quando se refere ao peso que teve após a última gravidez e os sacrifícios que fez para “entrar em forma” novamente). Mas, o mais legal de tudo, além do próprio show, evidentemente, são as mensagens de incentivo à autoestima espalhadas ao longo do filme. Me identifiquei com algumas.

Enfim, se você está aí passeando pela Netflix e não sabe o que ver, aconselho: Homecoming, com Beyoncé! Clica AQUI e vai direto pra lá!

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