Pessoas mais velhas e o mercado de trabalho

Um texto recente do Fórum Econômico Mundial – Weforum – mostra que a pirâmide da idade para o mercado de trabalho está se invertendo: com o avanço da idade da população mundial, os 50 anos, que eram vistos como um “pôr-do-sol”, ou seja, quase a reta final para a vida produtiva de uma pessoa, hoje é vista como um ponto de partida para novas jornadas. Isso tem acontecido de modo muito evidente em países desenvolvidos: pessoas mais velhas que continuam trabalhando, normalmente. No Reino Unido a população de 60 anos de idade em postos de trabalho é crescente.

É uma questão lógica, que vem com o envelhecimento da população: de novo no Reino Unido calcula-se que 12 milhões de pessoas devam se aposentar entre os anos 2012 e 2022, mas só sete milhões ocuparão esses postos de trabalho. Além disso, as taxas de natalidade se mantêm baixas. No Japão, país com a maior expectativa de vida, também há uma batalha pra preencher esses postos de trabalho com jovens.

Solução: algumas empresas estão procurando manter os funcionários mais experientes. Alguns se aposentam, mas continuam trabalhando. Falamos aqui de trabalho altamente qualificado mesmo! Pela mesma alta capacidade apresentada, também vem aumentando a quantidade de empreendedores mais velhos – pessoas que a partir dos 50 começam a montar as suas próprias empresas. As empresas estão acompanhando a mudança demográfica: para uma população mais velha e capacitada, que pode suprir os espaços nos postos de trabalho, dá-se melhores condições e benefícios. Pelo menos é o que acontece nos países mais desenvolvidos.

O texto completo do Weforum você vê aqui.

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