Milionárias depois dos 40

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Há dias estou com essa matéria que li no Mail Online (jornal britânico) pra repercutir aqui, sobre três mulheres que ficaram milionárias depois dos 40!

Uma é Belinda Grashion, que, aos 41, mãe solteira, vivia de coletar benefícios e fazia massoterapia em meio expediente. o dinheiro não era suficiente nem pras filhas irem nos passeios da escola. Ela, que nunca havia trabalhado, participou de um workshop e passou a trabalhar no setor imobiliário, pegando casas que estão com hipotecas vencidas, valorizando-as e repassando-as a valores mais altos (ou algo assim). Deste modo construiu uma fortuna em apenas quatro anos e, hoje, aos 56, gaba-se das casas milionárias, dos carros que tem e das viagens que faz.

Outro exemplo é Bernadette Doyle, 41 anos, ficou milionária como uma espécie de consultora., ensinando pessoas a maximizarem seus lucros mexendo em aspectos dos seus negócios online. Hoje ela tem uma vida confortável, faz parte de um grupo de consultores empreendedores e leva os filhos em viagens ao redor do mundo.

O terceiro exemplo é Geeta Sidhu-Robb, mãe de três, dona de uma empresa de comida saudável. Já trabalhou como advogada, morou de favor, com os filhos, na casa de amigos e já chegou a parar em um hospital, de pura exaustão. Pra poder trabalhar de casa, começou a fazer comida saudável para vender aos amigos, um negócio que fez tanto sucesso que acabou vendendo seus produtos pela Amazon. Hoje ela tem 49 anos e está rica.

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Talvez a gente caia logo naquela de dizer que é sorte, já que tanta gente tenta o mesmo que elas, sem o mesmo sucesso. Mas prefiro focar em outros aspectos: elas não se apegaram ao fator idade ou a outros problemas que tinham – observe que todas tinham filhos, por exemplo – mas focaram no que precisavam fazer para que tudo desse certo, procuraram e acharam um nicho em que pudessem atuar e foram persistentes até que conseguissem.

Bom pra gente se ligar que não tem idade pra começar um novo negócio e – quem sabe? – até dar tão certo quanto o dessas mulheres da matéria? Elas são pessoas comuns, nada fora do normal, que tiveram boas ideias e as agarraram. O negócio é esse: não deixar as boas ideias escaparem!

Você vê a matéria original aqui.

 

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