Bridget Jones vai ter um Bebê!

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Fui ver o novo filme de Bridget Jones, O Bebê de Bridget Jones” e, devo dizer: fui com um pé atrás, porque quando li o último livro da série, “Bridget Jones: Louca pelo Garoto” (Helen Fielding), eu não curti, perdi um pouco do encanto pela nossa querida jornalista britânica, sabe? Mas, enfim, recebi o convite pra ir à cabine de jornalistas do filme e recuperei todo o amor, carinho e amizade por Bridget, essa nossa amiga querida, que bem poderia ser uma leitora do Novos40, já que tem 43 anos.

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Enfim, fiz uma listinha de dez impressões, pensamentos e outras coisas bem minhas sobre O Bebê de Bridget Jones:

  1. O filme não tem um roteiro baseado em livros Bridget. É como se fosse feito nos  “livros apócrifos” a respeito Jones. Portanto, você não vai ter lido sobre essa fase, o que é bem bacana, pra se surpreender – como se algumas coisas não fossem bem previsíveis em comédias românticas, né?
  2. Príncipe encantado, que não tem título de nobreza, mas é rico pra danar e que coloca sapatinho no pé e tudo? Só mesmo numa comédia romântica! Se ele for Patrick Dempsey, ainda…eitAH!
  3. O descaso com que ela trata a profissão no livro “Bridget Jones e o Garoto” é o mesmo de “O Bebê de Bridget Jones”…e não acho que é por também ser jornalista, mas por saber quanto valorizo ter meu próprio dinheiro, mas isso me irrita na personagem, desde sempre.
  4. Continuo querendo ser amiga dos melhores amigos de Bridget – e dela, claro.
  5.  Bacana o modo como os possíveis pais do bebê de Bridget  (e o pai dela) a tratam, nesse imbroglio – confesso que esperava, já com pedras nas mãos, algo mais machista de Mark Darcy – que, aliás…
  6. Mr. Darcy, que evolução, hein…envelhecendo com a mente bem melhor, ahn? Tô curtindo…
  7. Também quero fazer um camping, ou melhor, um glampimgo tal acampamento com glamour (glamour + camping = glamping). Ridículo, eu sei, mas e daí? Depois dos 40 adoraria me dar esse luxo, isso sim! Aliás, falei sobre esse tipo de acampamento em um post antigo aqui no blog, viu?
  8. Não fui a única do cinema a rir de me acabar. Todo mundo que estava no cinema se acabou em gargalhar. :D
  9. Ok, preciso confessar: me emocionei em várias cenas e até caíram algumas lágrimas. Lembrei do namorado que foi ao cinema comigo assistir o primeiro Bridget Jones e eu achava ser meu Mr. Darcy, em 2001 (o namoro acabou no ano seguinte), lembrei dos diários que tive, da possibilidade de ser uma quarentona solteira e…caíram lágrimas.
  10. Enfim, lembrei que ano que vem farei 43 anos, idade da personagem, que, no filme está grávida e eu não tenho filhos e nem sei se quero tê-los!  Mas o filme, no final de contas, é sobre um novo passo na vida da personagem.

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É isso: compre o pacotão de pipoca e vá curtir a jornalista britânica mais amada, que agora também é #Novos40: aos 43 anos, O Bebê de Bridget Jones é bem filme mesmo, totalmente irreal,, comédia romântica boa de assistir, que a gente queria que acontecesse, pelo menos uma partezinha e é pra se divertir, não pra analisar. Estreia na próxima quinta-feira (29) nos cinemas. A diversão é mais que garantida!

Fotos: Divulgação

Envelhecer e o Dilema da Beleza

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Li hoje um artigo do The NY Times, que achei bastante interessante. Escrito por Debora L. Spar, presidente da Barnard College, Faculdade de Artes que fica em Nova York, a acadêmica tem opiniões fortes, é feminista, inteligente como é de se esperar e traz à tona um dilema: conciliar feminismo e vaidade.

É assim: quem vive o chamado “pós-feminismo” (entenda, o feminismo já posto em prática):  ao mesmo tempo em que muitas mulheres não assumem se submeter a procedimentos cirúrgicos ou estéticos, não se aceita com facilidade os vincos nos rostos, peitos caídos ou fios brancos, por exemplo. Algumas até não fazem plástica, mas fazem preenchimentos com restylane, usam botox ou, pelo menos, pintam o cabelo – como se isso fosse tão diferente assim!

Mas se as mulheres lutam pra serem donas do próprio nariz não estariam no direito de fazerem o que quiserem? Ou será que fazendo isso não praticam indulgência pra agradar à sociedade? Será que se umas deixassem de fazer outras também não se sentiriam livres para seguir o exemplo? Mas quem teria coragem de começar e deixaria as rugas tomarem conta do rosto, sendo atriz famosa de cinema ou uma super executiva, por exemplo?

É esse o dilema idade x beleza que a autora traz e, como ela mesma diz, “trivial, mas, mesmo assim, doloroso”. E, digo mais, é cruel, porque ainda vivemos pensando nisso de “o que os outros pensam”, mesmo sem querer.

Aconselho a leitura. Ele está aqui. Se você não lê em inglês, copia, cola aqui no Google Tradutor que consegue. ;)

Impressões sobre a Casa Cor Pernambuco

Há anos eu não visitava a mostra Casa Cor Pernambuco – edição estadual da maior mostra de decoração e arquitetura do país. Este ano, aqui no Recife, ela está em um casarão do século XIX, no elegante bairro das Graças, zona norte da capital pernambucana. Visitei a casa na semana passada e devo voltar outras vezes, pra rever detalhes, mas resolvi enumerar coisas que me chamaram mais atenção num primeiro momento:

  • O dourado voltou com tudo! Está nas torneiras, luminárias, lustres, almofadas e até em papeis de paredes. Vai dos tons mais discretos àqueles bem suntuosos, pra não deixar dúvidas que quer reinar. Mas, ao contrário do que possa parecer, não ficou over nem brega, está bem dosado em quase todos os ambientes, de modo elegante e sofisticado.
Ambiente de Zezinho e Turíbio Santos na Casa Cor (foto: fanpage do escritório dos arquitetos)

Ambiente de Zezinho e Turíbio Santos na Casa Cor (foto: fanpage do escritório dos arquitetos)

  • Enquanto muitos arquitetos e decoradores parecem ter medo de pesar na mão, e acabam optando pelo clean excessivo, Turíbio e Zezinho Santos – que trabalham juntos pela primeira vez na Casa Cor – trazem um ambiente quase kitsch. Veja isso como um elogio, pois senti o lugar como divertido, com sentimento, com cores, daqueles onde você até esquece que está numa mostra de decoração e é capaz de tirar os sapatos, sentar no tapete, encostar no sofá de estampa de samambaia e ficar escutando música e batendo um papo, de boas.
  • Não tem ambiente “fraco”. Se fosse uma competição seria bem difícil escolher um melhor. Todos se esmeraram em fazer o melhor.
  • Muitos ambientes têm sistema de automatização. Telões que parecem descer de lugar nenhum, aparelhos que podem ser programados para ligar e ser desligados antes mesmo que eu chegue em casa, temperatura do jeitinho que a quantidade de convidados que está na casa pede…enfim, uma gama de possibilidades que até pouco tempo atrás era inimaginável e que pode nos trazer muito conforto, comodidade e até segurança. Uma dessas empresas é a Morhar, que está em nada menos do que oito ambientes da Casa Cor Pernambuco! Vale curtir a página da empresa! ;)
  • Eu moraria lindamente no loft do hóspede de Humberto e Analice Zírpoli.
Foto: Gleyson Ramos para Casa Cor (fanpage Casa Cor)

Foto: Gleyson Ramos para Casa Cor (fanpage Casa Cor)

  • Os jardins da casa estão cheios de várias obras de arte popular que são do acervo pessoal do arquiteto Carlos Augusto Lira. Não é a todo momento que se tem o privilégio de ver essas peças, portanto, aproveite.
  • Falando nisso, o Sebrae está com uma loja para venda de obras de arte de artistas plásticos pernambucanos, dentro da Casa Cor. Talvez você perceba algo diferente algo do que está acostumado em relação a arte popular: peças contemporâneas. Desejei várias coisas por lá.
  • A Casa Cor é uma mostra que reúne arquitetura, decoração, paisagismo e tem vários outros profissionais envolvidos – pedreiros, marceneiros, artesãos, encanadores…fiquem atentos aos detalhes.

A Casa Cor está aberta ao público, com ingressos a 38 reais (19 reais a quem paga meia entrada). Mais que uma mostra de decoração, é sobre como vivem pessoas, é também para despertar ideias criativas e até para despertar também novos modos de pensar nosso jeito de viver – afinal, é sobre isso também que trata esse blog, não é? Veja mais na página da Casa Cor Pernambuco no Facebook.

Dali Cocina tem Veggie Gostoso e Sofisticado

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O restaurante Dali Cocina já apareceu aqui no blog e, já deixo avisado, deverá aparecer outras vezes, já que é um dos meus preferidos aqui no Recife. Desta vez vem por um motivo diferente: apesar de ser uma casa conhecida pela cozinha mediterrânea, agora venho falar do Festival Vegetariano que o restaurante promove a partir de hoje, em parceria com a Cantu (empresa de distribuição de alimentos, aqui, com vegetais), com pratos simplesmente incríveis, de tão bons!

Normalmente quando as pessoas pensam em comida vegetariana é comum ´imaginar algo como saladas sem graça, sem muita variedade, né? Bom, devo dizer que, apesar de não ser vegetariana, de comer o que me dá vontade e acho que me faz bem, tenho a boa sorte de encontrar pratos vegetarianos e até veganos (sem nenhuma proteína animal) bem criativos e saborosos. Mas esses que encontrei no Dali Cocina ainda consegue atingir outro ponto, além de saúde e sabor: sofisticação.

Veggie’s Life, festival de cozinhas vegeteriana e vegana do Dali, tem pratos do próprio chef da casa, Robson Lustosa, que foi primoroso e extremamente cuidadoso nos preparos dos pratos, uma vez que não pode haver, no caso do veganismo, por exemplo, o uso de utensílios que tenham sido utilizados para manipulação de produtos de origem animal.São dois cardápios, um restrito vegano e outro ovolactovegetariano, ambos a 42,90 reais. Para este último há a opção de harmonizar com vinhos, ficando por 69 reais. No cardápio vegano a entrada é Carpaccio de melancia e figo da Índia com mesclun de endívia, agrião e pastrique de goiaba; o prato principal, ‘Millas de milho verde com ragoût de feijão branco, cogumelos frescos e radicchio grelhado’ ou “Barbacoa de grão de bico ao molho de tofu e ervas com couscous de quinoa e legumes’ (divino!) e a sobremesa, ‘Flambée de banana pacovan com sorbet de abacate e caramelo salgado’.

Já os que optam pelo cardápio ovolactovegetariano, um pouco menos restrito têm como entrada ‘Quenelles de queijo de cabra ao creme de cenoura e aspargos” (não vou mentir, eu pedi uma “tapaué” desse prato e voltarei lá pra cobrar rs); as opções de principal são ‘Roulade de berinjela e lentilhas ao vélouté de abóbora kabocha com panaché de legumes’ e “‘Macarrons de shitake fresco e batata trufada ao molho de gryére e mostarda com mousseline de ervilha” (outro prato de que eu também adoraria ter uma “tapaué”) e, para sobremesa, uma divina ‘Bavaroise de manga haden com coulis de mirtilo e cassis’.

Se você ainda tem algum preconceito em relação a comida vegetariana, o momento de experimentar algo nessa área que eu garanto que não vai se arrepender é nesse festival do Dali Cocina. Veja bem: eu garanto! Estou usando o meu blog pra isso: se você chegou aos 40 anos de idade e ainda não experimentou um prato vegetariano pra chamar de delicioso, a hora é essa, o momento é já! ;)

P.S. Lá no almoço pra jornalistas e blogueiros eu ganhei um presentinho da Cantu e depois conto aqui o que fiz com o presentinho. ;

Imagens: Dali Cocina

Respirar para desestressar

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Ainda é segunda-feira, eu sei, mas já vou deixar esse post aqui para você já deixar a página salva aí no seu computador ou celular para usar ao longo da semana, sempre que precisar.

Quando chegarem aqueles dias estressantes, os momentos com o “selo não está sendo fácil”, basta seguir o que está na imagem acima: inspira profundamente, espera um pouquinho, expira até não sobrar nada, nadinha. Faz só isso por alguns minutinhos, de preferência em total silêncio e pronto! Inspira de novo – segura – solta – inspira…sem pressa, no ritmo da imagem. Já fica novinho em folha! Não acredita? Experimenta, pra você ver!

Respirar de modo profundo e calmo vai levar ar pro pulmão todo e é como se você estivesse ventilando vários outros órgãos, também de modo bem calmo, como deve ser, e isso estimula o corpo a funcionar bem e o seu cérebro a processar melhor o que há a ser processado. O objetivo é o controle da ansiedade. Pode ter certeza que funciona.

50 Tons Mais Escuros: O que Virá por aí?

O que acharam do trailer, lançado esta semana, do filme 50 Tons Mais Escuros, a sequência de 50 Tons de Cinza?

Já deu pra sentir um pouco do que vem por aí, né? Grey doidinho pra reconquistar Anastasia. Mas é aquela coisa, né? Parem com o exagero, trata-se um filme legal e divertido,mas é um romance quase romântico mesmo, do tipo príncipe encantado e mocinha pobre, historinha de amor um tiquinho apimentadinha, com aquelas dosezinhas de ciúme, insegurança e afins de livros estilo Sabrina/Bianca, bem antiquados, mas bacaninhas e sacaninhas.

Paremos de querer analisar e dizer que é o ápice da safadeza. Apenas curta, se divirta, É isso. Que venha o sr. Grey!

P.S. Relembre aqui o que escrevi quando o primeiro filme da série foi lançado.

Monica Bellucci, 51, linda e talentosa

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Foi divulgada a foto acima, da atriz Monica Bellucci para a revista Paris Match e a internet entrou em polvorosa. Ok, ela está com 51 anos, vai fazer 52 dia 30 deste mês e continua lindíssima, em forma como sempre – não é de estranhar que todo mundo fique admirado – beleza assim é pra admirar mesmo. Mas a foto é mais que isso: é pra divulgar o filme “On The Milky Road”, filme sérvio em que ela é dirigida e atua com Emir Kusturica.

A foto acima, aliás, é inspirada em uma cena do filme, que você vê abaixo:

Podem admirar, sim. Mas aproveitem pra ler a entrevista (em francês) que tem na Paris Match.

Cinco Dicas para aguentar oito horas diárias de trabalho

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Oito horas de trabalho que, na verdade, são doze, se contarmos as duas horas de almoço, se a sua jornada é igual a minha. Mais duas horas, se igual a mim, você passa uma hora no ônibus indo-e-voltando ao trabalho (menos que isso quando consigo uma caroninha – IÊÊII!!!). Então sua lombar sofre, sua pele se lasca, até seu cabelo sente! O que fazer? Tenho umas dicas básicas. Confesso que nem sempre sigo todas ao pé da letra, apesar de saber bem direitinho – vou marcar as que sigo mais, só pra vocês saberem, tá? Vamos tentar seguir, que é pro corpo e a beleza da gente nos agradecerem com mais tempo de saúde e boniteza – a gente mesmo e o mundo nos agradecem (sem falsa modéstia, gente rs).

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  1. A cada uma hora sentados, dá uma levantadinha de cinco minutinhos, faz favor. Vai ao banheiro, vai até a máquina de café ou à copa, à mesa da amiga…a qualquer lugar, mas VAI! Tem que fazer o sangue circular dentro desse corpitcho! Pode parecer ridículo, mas essa eu aprendi com o dr. Victor Matsudo, autoridade no assunto “saúde x sedentarismo”
  2. Compre uma garrafa bem linda pra você, daquelas que você vai deixar todo mundo com inveja. Comprou? Pronto. Agora encha ela de água, suco ou chá (sem açúcar, por favor) e vai tomando ao longo do dia). Se o seu ambiente de trabalho for no ar condicionado, vai livrar da desidratação que essa maquininha provoca e um chá quentinho é uma boa opção – hibisco, camomila, erva-doce são ótimas opções. Se faz calor uma água geladinha já basta.
  3. Coloque as pernas num lugar um tico mais alto que o chão. Existem uns materiais, como “pedais de máquina de costura antigas” apropriados pra isso, mas se sua empresa não tiver (alô, segurança do trabalho!), uma caixa mais alta resolve. Sua lombar agradece.
  4. Olha o lanche! A pipoca, fruta, bolachinha…seja lá o que for, que vai fazer você não passar tanto tempo de barriga vazia! Sabe aquilo de comer a cada três horas? Eu não sei se é o tempo certo, mas eu mas a minha barriga dá um certo “alerta” desde criança, do tempo que eu ficava na casa da minha avó, às 10h da manhã e às 16h e é quando eu como alguma coisinha antes de almoçar e antes de largar pra jantar (o horário da tarde acho ainda mais importante, porque daqui que eu largue e chegue em casa, tome um banho e vá jantar, demoooora). Os horários não precisam ser precisos e nem precisa ser o MEGA lanche, mas a pausa rapidinha me basta.
  5. Aquela paradinha estratégica de cinco minutinhos pra saber a fofoca do dia, rir da leseira que sua tia mandou, ver o meme que tá rolando por aí e cair na gargalhada pode parecer perda de tempo…mas é coisa assim que faz você não ficar chato, não levar tudo a sério demais e, pasme, conseguir levar o seu trabalho adiante. São poucos minutinhos de uma bobagenzinha de nada que fazem o resto do dia de seriedade, planilhas, planejamentos, relatórios e tudo mais fluírem bem melhor. Rir faz bem pra saúde do corpo e do trabalho em grupo! Se seu chefe reclamar, chama ele pra rir junto!

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Quando a gente diz que “o corpo é uma máquina”, vamos lembrar que ela não é feita de metais e fios e, mesmo que fosse, precisaria de tempo para manutenções. Assim, nosso corpo também precisa dessas pausas preciosas. Lembre de fazè-las! Vai ver que são coisas bem simples, que podem entrar na rotina sem esforço algum e fazem uma diferença tremenda! Como tudo na vida, é uma questão de hábito.

Evento BORA! no Paço Alfândega

Sexta estive no Paço Alfândega, “shopping” no Recife Antigo para visitar a quarta edição do Espaço BORA!, uma junção de gente bacana com ideias criativas em vários segmentos: moda, decoração e outras  cositas mas. Tem vestidos, saias, almofadas, móveis, camisas, camisetas, jarrinhos e até gente tatuando na hora. Fiz algumas fotos – poderia ter feito muito mais, mas me encantei tanto, que parei pra ficar só admirando, vai me desculpando aí, gente. Vai olhando aí!

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O que comprei: uma camisa da Perro Clothing (sim, de novo, porque são lindas e confortáveis) e um ímã da Mulher Maravilha de Thaís Cavalcanti, porque o traço dela é super delicado – quero uma almofada da Mulher Maravilha, tá decidido! Desejei alguns vestidos e um Santo Antônio florido (sem nem católica ser, mas me dão tanto do santinho casamenteiro, que acabei nutrindo um carinho por ele hahaha). O evento também tem DJ, tatuador, lanche e cerveja, tá? Acaba sendo um passeio diferente pra apreciar arte, gente bacana e fazer boas compras. Se eu fosse você iria. Mas aproveita, que é só até hoje. Se liga na página do Espaço Bora! no Facebook e se programa pra esta tarde! Aliás, ele bem que poderia ser permanente, com artistas e coletivos circulando, né? Fica a dica pro Paço.

 

Camisetas bem (mal) humoradas

Se tem uma peça de roupa quase unânime é a camiseta. Elas deixam o visual mais jovem e despojado, principalmente quando têm frases bem humoradas. E quando têm aquelas frases com um toque mais ácido, hein? Pelo menos a mim fazem rir e acho que deixam o visual ainda mais relax! Imagina um “look” mais social com uma camiseta dessas, que contraste bacana, que formaria! Sou totalmente a favor de contrapontos assim! Acho que, se você ainda não tem uma camiseta assim no guarda-roupa, deveria aderir e usar. Deixo alguns exemplos de camisetas bem-mal humoradas pra terem ideias. O link de onde as encontrei está em cada uma delas.

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